Seu marido, filho ou irmão se foi. E a família sabe o que ninguém da empresa quer admitir: ele estava sendo destruído no trabalho. Chefe gritando todo dia, ameaças, exposição na frente dos colegas, humilhação por meta, perseguição. Ele chegava em casa quebrado. Não dormia. Chorava em silêncio. E não aguentou.
A primeira pergunta que vem é se a empresa pode ser responsabilizada. Resposta: sim. Quando um trabalhador se perde por causa de assédio moral, a empresa responde — e a família tem direito a indenização, pensão e reconhecimento da morte como acidente de trabalho.
Não é fácil falar disso. Mas é importante a família saber: você não está sozinha, e tem direitos.
A Justiça do Trabalho reconhece a morte como acidente quando existe ligação clara entre o sofrimento no serviço e o estado mental que levou ao desfecho. Os sinais que mostram esse vínculo:
Esposa/companheira, filhos menores e dependentes recebem. Pode pedir como acidente de trabalho — não só morte comum — pra ganhar benefícios mais amplos.
Esposa, filhos, pais, irmãos próximos entram com ação. Valor depende da prova do assédio, da culpa da empresa e do grau de parentesco. Em casos comprovados, costuma passar de R$ 300 mil pra família próxima junta.
Empresa paga uma pensão mensal pra família por anos, calculada com base no salário dele, pra cobrir o sustento que ele traria pra casa.
Tudo isso entra. Família puxa.
Cada caso desses tem cálculo próprio. Depende da prova do assédio, do tempo de empresa, do salário, do estado, da família dependente. Antes de aceitar qualquer valor, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. Se a empresa agravou um quadro que já existia (assédio em cima de quem já estava fragilizado), responde do mesmo jeito. Médico perito identifica o agravamento.
É a defesa padrão. Não significa que seja verdade. Testemunhas, mensagens, padrão de comportamento do chefe — tudo isso é juntado e analisado. Em muitos casos o que a empresa chama de “cobrança” era assédio claro.
Muito comum. Mas geralmente algumas testemunhas topam — principalmente quem já saiu da empresa. Ex-funcionário que sofreu o mesmo costuma falar. O advogado ajuda a encontrar.
Não. Advogado recebe percentual no final. Família não paga nada se não ganhar.
Até 2 anos depois da morte. Mas quanto mais cedo, melhor — testemunha some, mensagem some.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Ele já tinha depressão antes de entrar na empresa. Ainda tem direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Se a empresa agravou um quadro que já existia, responde do mesmo jeito. Médico perito identifica o agravamento.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A empresa diz que não houve assédio — só cobrança normal. É verdade?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”É a defesa padrão. Testemunhas, mensagens e padrão do chefe são analisados. Em muitos casos o que chamam de cobrança era assédio claro.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Ninguém na empresa vai querer depor por medo. O que faço?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Muito comum. Mas geralmente ex-funcionários que sofreram o mesmo topam falar. O advogado ajuda a encontrar.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Tenho que pagar advogado antes?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. Advogado recebe percentual no final. Família não paga nada se não ganhar.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho pra entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois da morte. Quanto mais cedo, melhor — testemunha some, mensagem some.”}} ] }Você levantou aquela carga e sentiu o joelho estalar. Ou caiu da escada e torceu feio. Ou anos de ajoelhar no piso (pedreiro, marceneiro, mecânico, frigorista) e o joelho não aguentou mais. Hoje você não dobra direito, sobe escada com dor, e a empresa fala que “é da idade”.
Não é da idade. Lesão de menisco, ligamento cruzado, condromalácia, bursite e artrose precoce no joelho de quem trabalha pesado é acidente de trabalho. E paga indenização, FGTS, estabilidade e em muitos casos pensão mensal vitalícia.
Garante FGTS do tempo afastado e estabilidade no emprego. A empresa quase sempre coloca como B31 (comum) — você pode corrigir.
Se ficou mais de 15 dias afastado, a empresa não pode te demitir por 12 meses. Se demitir, paga indenização cheia.
Pela dor, pelo sofrimento, pelo medo de não voltar a trabalhar.
Remédio, fisioterapia, joelheira, cirurgia que você pagou ou vai pagar. Diferença entre seu salário e o que o INSS pagou.
Se você não consegue mais voltar pra mesma função (perda da capacidade), a empresa paga pensão mensal pra sempre. Calculada com base no salário e no percentual de perda da função.
Lesão de joelho paga valor diferente conforme tipo (menisco, ligamento, artrose), tempo de afastamento, sequela final, salário e estado. Antes de aceitar qualquer oferta, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Pode, e ainda cobra os gastos da cirurgia da empresa. Guarde nota, recibo, exame, laudo.
Mentira. Lesão por esforço ou desgaste no joelho ao longo do tempo também é acidente de trabalho — chama “doença ocupacional” ou “acidente típico evolutivo”. CAT precisa ser emitida do mesmo jeito.
Pode. Se a queda em casa só “estourou” uma lesão que já vinha sendo causada pelo trabalho, conta como acidente de trabalho. Médico perito identifica isso.
Não. Advogado recebe percentual no final, só se você ganhar.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Já fiz cirurgia particular. Posso processar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode, e ainda cobra os gastos da cirurgia da empresa. Guarde nota, recibo, exame e laudo.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A empresa diz que não cabe CAT porque não teve acidente. É verdade?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. Lesão por esforço ou desgaste no joelho ao longo do tempo também é acidente de trabalho. CAT precisa ser emitida.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Caí em casa, mas o joelho já estava ruim do trabalho. Posso processar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Se a queda em casa só estourou uma lesão que já vinha sendo causada pelo trabalho, conta como acidente de trabalho.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Tenho que pagar advogado antes?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. Advogado recebe percentual no final, só se o trabalhador ganhar.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho pra entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você estava abastecendo e o combustível pegou fogo. Uma faísca, um carro com problema, um cliente fumando, um vazamento. A bomba explodiu, a roupa queimou, a pele queimou. Ou você respirou vapor de gasolina o dia todo e começou a passar mal. O dono do posto disse: “graças a Deus não foi pior”. Foi grave sim. Você se acidentou no trabalho. E você tem direito.
Frentista que se queimou numa labareda da bomba. Funcionário que respirou vapor de combustível e teve tontura e enjoo todo dia. Quem ajudou a apagar fogo de um carro no posto. Quem se cortou ou caiu correndo de uma explosão. Trabalhar com combustível é um dos serviços mais perigosos que existe. E muitos frentistas nunca cobram, porque acham que “faz parte do trabalho”.
Explosão e queimadura no posto é acidente de trabalho grave. E paga indenização alta.
Qualquer coisa que te machuca trabalhando com combustível conta como acidente. A explosão da bomba. A labareda que queimou a mão ou o rosto. A queda fugindo do fogo. O vapor de gasolina que você respira todo dia e que faz mal pro corpo. Até o susto e o trauma de ver fogo perto de você conta.
Queimadura é uma das lesões que mais paga, porque deixa marca, dói muito e muitas vezes precisa de cirurgia e enxerto de pele. E respirar combustível por anos pode dar problema no sangue, no fígado e no pulmão.
O posto é obrigado a dar pra você:
Se faltou qualquer um, a culpa é da empresa. E o adicional de periculosidade você pode cobrar mesmo que nunca tenha tido acidente.
O valor depende da gravidade da queimadura, da marca que ficou, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Casos de queimadura grave chegam a até R$ 100 mil. Antes de aceitar qualquer oferta do posto, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. Queimadura é acidente mesmo que sare. Se ficou qualquer marca, ainda dá pra pedir dano estético. E o dano moral pela dor e pelo susto paga de qualquer jeito.
Não. O posto é responsável por ter placa de proibição, extintor, treinamento e equipamento seguro. Se o posto não preveniu o risco, a culpa é dele.
Pode. A periculosidade é por trabalhar perto do perigo. A indenização é por causa do acidente que aconteceu. São coisas diferentes, você tem direito às duas.
Conta. Respirar vapor de combustível por anos pode dar problema no sangue, fígado e pulmão. Isso é doença do trabalho. Faça exame e guarde o resultado.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”A queimadura foi leve e já sarou. Ainda tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Queimadura é acidente mesmo que sare. Se ficou qualquer marca, dá pra pedir dano estético. E o dano moral pela dor paga de qualquer jeito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A explosão foi por causa de um cliente fumando. A culpa é minha?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. O posto é responsável por ter placa de proibição, extintor, treinamento e equipamento seguro. Se não preveniu o risco, a culpa é dele.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Eu recebo periculosidade. Posso cobrar indenização mesmo assim?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Periculosidade é por trabalhar perto do perigo. A indenização é pelo acidente que aconteceu. São coisas diferentes, você tem direito às duas.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Respiro gasolina há anos e ando passando mal. Isso conta?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta. Respirar vapor de combustível por anos pode dar problema no sangue, fígado e pulmão. Isso é doença do trabalho. Faça exame e guarde o resultado.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho pra entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você se acidentou, está pensando em entrar com processo, e a primeira pergunta é essa: “quanto tempo eu vou esperar pra receber?”. Justa pergunta. Você tem conta pra pagar, família pra sustentar, INSS apertado. Não dá pra esperar 10 anos.
Resposta direta, baseada nos casos que o nosso escritório acompanha: a maioria dos processos de acidente de trabalho fecha entre 8 meses e 2 anos. Tem caso que fecha em 4 meses (acordo rápido). Tem caso que arrasta 3, 4 anos (empresa briga até o fim). Mas o meio é esse.
O advogado entra com a ação. A Justiça marca uma audiência inicial — chama de “audiência de conciliação”. Você vai (em pessoa ou online), o juiz pergunta se as duas partes querem fazer acordo. Se sim, fecha aqui. Se não, vai pra próxima fase.
Muito caso de acidente fecha aqui mesmo, em 4 a 6 meses, com acordo bom. Empresa não quer pagar perícia + audiências = oferece valor cheio.
Se não houve acordo, o juiz manda fazer perícia médica. Um médico nomeado pela Justiça examina você (em pessoa ou pelos seus exames), e diz o tamanho da sequela. Em paralelo, marca uma segunda audiência onde testemunhas vão depor.
Essa fase é a mais demorada — depende do agendamento da perícia. Em capital pode ser 2-3 meses. Em cidade pequena às vezes mais rápido. Depois da perícia, o juiz lê tudo e dá a sentença.
O juiz julga: empresa paga R$ X. A empresa pode aceitar e pagar (mais rápido) ou recorrer pra instância superior (mais lento). Depois que a sentença “transita em julgado” (não tem mais recurso), começa a fase de pagamento. Empresa paga em 30 dias ou tem seu patrimônio bloqueado.
Geralmente em uma parcela só, no fim. Mas tem duas situações que pagam DURANTE o processo:
Tem como antecipar valor em alguns casos:
Atenção: existe gente oferecendo “antecipação de processo” — empresa privada que te dá dinheiro hoje e cobra 50%, 70% do valor depois. CUIDADO. Em quase todo caso, é mau negócio. Conversa com seu advogado antes de aceitar qualquer coisa desse tipo.
Antes de entrar com processo, vale saber quanto seu caso pode pagar — pra decidir se compensa entrar e quanto vale aceitar de acordo. Cálculo grátis em 2 minutos.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Depois que a sentença não tem mais recurso, a empresa tem 30 dias pra pagar. Se não paga, o juiz manda bloquear conta. Em geral o dinheiro cai entre 30 e 90 dias depois da sentença final.
Pode. Todo processo trabalhista é online — você pega o número e acompanha pelo site do Tribunal. Seu advogado também te envia atualizações.
Hoje a maioria das audiências é online (videochamada). Só algumas exigem presença. Pra perícia médica, geralmente precisa estar em pessoa.
Não necessariamente. Pode haver bens da empresa pra leilão, ou sócios podem responder em alguns casos. Vale lutar até o fim.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Em quanto tempo a Justiça paga depois da sentença?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Depois que a sentença não tem mais recurso, a empresa tem 30 dias pra pagar. Em geral o dinheiro cai entre 30 e 90 dias depois da sentença final.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Posso acompanhar o processo pela internet?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Todo processo trabalhista é online — você pega o número e acompanha pelo site do Tribunal.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Se eu morar longe, preciso viajar pras audiências?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Hoje a maioria das audiências é online por videochamada. Só algumas exigem presença. Pra perícia médica geralmente precisa estar em pessoa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Empresa faliu durante o processo — perdi tudo?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não necessariamente. Pode haver bens da empresa para leilão, ou sócios podem responder em alguns casos.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho pra entrar com o processo?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você estava costurando e a agulha furou seu dedo. Atravessou a unha, atravessou o osso, quebrou dentro. Ou a máquina prendeu seu dedo. Ou a tesoura industrial cortou. Doeu, sangrou, inchou. O encarregado disse: “põe um esparadrapo e volta pra meta”. Não é esparadrapo. Você se acidentou no trabalho. E você tem direito.
Costureira de confecção que furou o dedo na máquina reta. Operadora de overloque que prendeu a mão. Cortadora que se cortou na tesoura elétrica. Auxiliar que passou a mão onde não devia. Toda mulher (e homem) da indústria têxtil já se machucou ou viu alguém se machucar. E quase ninguém cobra, porque acha que “é normal do serviço”.
Não é normal. Agulha que fura a mão na costura é acidente de trabalho. E paga indenização.
Qualquer machucado na mão por causa da máquina ou da ferramenta de costura conta como acidente. A agulha que fura o dedo. A máquina que prende. A tesoura que corta. O ferro de passar que queima. Até a dor que vai juntando no punho de tanto costurar (a tal da tendinite e do túnel do carpo da costureira) entra como acidente.
E mesmo que pareça pequeno, a agulha pode deixar estrago grande: infeccionar, machucar o nervo do dedo, deixar o dedo torto, tirar a força, deixar formigamento pra sempre. Tudo isso é sequela. Tudo isso paga.
Em todas essas funções, a empresa é obrigada a dar máquina com proteção (protetor de dedo na máquina reta), dedeira ou luva certa, treinamento e pausa pra descansar a mão. Se faltou qualquer um, a culpa é dela.
O valor depende da gravidade, do dedo atingido, do tempo de afastamento, da sequela, do seu salário e do estado. Casos de lesão de mão chegam a até R$ 100 mil. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. Furo de agulha é acidente mesmo que sare rápido. O importante é ter o atendimento médico do dia. Dano moral pela dor e pelo susto paga mesmo sem sequela.
Não. A empresa é obrigada a colocar proteção na máquina, dar dedeira e treinar você. Se a máquina estava sem proteção, a culpa é da empresa.
Pode. Tendinite e túnel do carpo de tanto repetir o movimento na costura também são acidente de trabalho. CAT precisa ser emitida do mesmo jeito.
Não muda o seu direito. Pelo contrário: meta apertada que força a mão a repetir rápido demais ajuda a provar que a empresa criou o risco.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”A agulha só furou e saiu, fiquei boa rápido. Ainda tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Furo de agulha é acidente mesmo que sare rápido. O importante é ter o atendimento médico do dia. Dano moral paga mesmo sem sequela.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A máquina não tinha proteção de dedo. A culpa é minha?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é obrigada a colocar proteção na máquina, dar dedeira e treinar. Se a máquina estava sem proteção, a culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Minha mão dói de tanto costurar, sem ter tido acidente. Posso cobrar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Tendinite e túnel do carpo de tanto repetir o movimento na costura também são acidente de trabalho. CAT precisa ser emitida.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Trabalho por produção (meta). Isso muda alguma coisa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não muda o seu direito. Meta apertada que força a mão a repetir rápido demais ajuda a provar que a empresa criou o risco.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho pra entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você se machucou no trabalho. Operou, fez fisioterapia, voltou. Mas a mão não fecha mais como antes. A coluna não aguenta peso. O joelho trava. O ombro não sobe. E agora você não consegue mais fazer o serviço que sempre fez. O chefe fala: “ou você faz como antes, ou a gente resolve”. Calma. Você tem direito a ser readaptado. E tem direito de não perder salário por isso.
Pedreiro que não levanta mais saco de cimento. Operador de máquina que perdeu força na mão. Motorista que não fica mais sentado horas. Faxineira que não agacha mais. Todos voltaram do acidente sem conseguir fazer a mesma função. E muitos foram demitidos errado, porque não sabiam que tinham direito.
Readaptação não é favor da empresa. É um direito seu.
Readaptar é mudar você de função porque você não consegue mais fazer a antiga por causa do acidente. Em vez de te mandar embora, a empresa tem que te colocar em outro serviço que você consiga fazer, do jeito que seu corpo está agora.
Exemplo: o ajudante que carregava peso e machucou a coluna pode passar a fazer um serviço mais leve, sem carregar. O operador que perdeu força na mão pode ir pra uma função que não exija aquela força. A empresa é obrigada a tentar isso antes de pensar em mandar embora.
Aqui está o que mais gente não sabe: quando a empresa te readapta por causa do acidente, ela não pode baixar o seu salário. Mesmo que a nova função seja “mais simples”, você continua recebendo o que recebia antes. Se baixaram seu salário, você cobra a diferença.
E mais: se você fazia hora extra, adicional de insalubridade, periculosidade ou outro extra, e perdeu isso por causa da readaptação, você pode cobrar a perda também.
Muitas empresas, em vez de readaptar, preferem mandar embora ou empurrar o trabalhador a pedir demissão. Isso é errado. Se você se machucou no trabalho e não pode mais fazer a função antiga, a empresa precisa:
Se a empresa não fez nada disso e te mandou embora, você tem direito a indenização cheia, mais o reconhecimento do acidente.
O valor depende da gravidade da sequela, do quanto você perdeu da sua capacidade, do tempo de empresa, do seu salário e do estado. Casos de perda de função chegam a até R$ 100 mil. Antes de aceitar qualquer coisa da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não. Quando a mudança de função é por causa do acidente, o salário tem que continuar igual. Você pode cobrar a diferença que perderam.
Leve um laudo médico mostrando o que você não pode mais fazer. A empresa é obrigada a tentar te colocar em outra função que você consiga, sem baixar seu salário.
Pode. Se o acidente foi o motivo de você não conseguir mais a função, a empresa tinha que readaptar, não demitir. Demissão assim gera direito a indenização.
Pode. Se você perdeu parte da sua capacidade de trabalho pra sempre, recebe pensão mensal mesmo continuando empregado em outra função.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”A empresa mudou minha função e baixou meu salário. É certo?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. Quando a mudança de função é por causa do acidente, o salário tem que continuar igual. Você pode cobrar a diferença que perderam.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Voltei do afastamento mas não dou conta do serviço. O que faço?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Leve um laudo médico mostrando o que não pode mais fazer. A empresa é obrigada a tentar te colocar em outra função que você consiga, sem baixar salário.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A empresa me demitiu porque eu não conseguia mais a função. Posso processar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Se o acidente foi o motivo, a empresa tinha que readaptar, não demitir. Demissão assim gera direito a indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Estou readaptado, mas ainda assim posso receber pensão?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Se perdeu parte da sua capacidade de trabalho pra sempre, recebe pensão mensal mesmo continuando empregado em outra função.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho pra entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você respirou um cheiro forte e começou a passar mal. Tontura, dor de cabeça, enjoo, vômito, falta de ar, ardência nos olhos e na garganta. Pode ter sido vapor de solvente, gás de uma máquina, fumaça de tinta, cheiro de cola, poeira de produto, agrotóxico na lavoura. O chefe disse: “abre a janela que passa”. Não passa. Você se intoxicou no trabalho. E você tem direito.
Pintor que respirou solvente o dia inteiro. Faxineira que misturou água sanitária com outro produto e quase desmaiou. Trabalhador rural que pulverizou veneno sem máscara. Operador de fábrica que respirou gás de uma máquina vazando. Todos se intoxicaram trabalhando. E quase ninguém cobra, porque acha que “foi só um mal-estar”.
Intoxicação por produto químico no trabalho é acidente, mesmo quando você “melhorou no outro dia”. E paga indenização.
Qualquer produto químico que entrou no seu corpo durante o trabalho conta como acidente. Não importa se foi pelo nariz (respirando), pela boca (engolindo), pela pele ou pelos olhos. Não importa se foi de uma vez só (intoxicação aguda) ou aos poucos, mês após mês (intoxicação que vira doença).
Existem dois jeitos de se intoxicar trabalhando:
Os dois pagam indenização. O segundo é o mais perigoso, porque você só descobre quando já fez estrago.
Em todos esses casos, a empresa é obrigada a dar máscara certa (respirador com filtro), luva, óculos, lugar arejado, treinamento e ficha de informação do produto. Se faltou qualquer um, a culpa é dela.
O valor depende do produto, da gravidade, do tempo de afastamento, da sequela, do seu salário e do estado. Casos de intoxicação chegam a até R$ 100 mil. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Pode. Intoxicação é acidente mesmo que você melhore. O importante é ter o atendimento médico do dia. Dano moral pelo susto e pela saúde abalada paga mesmo sem sequela visível.
Não. A empresa é responsável por dar a máscara certa, treinar você pra usar e fiscalizar. Se faltou treinamento ou a máscara era errada, a culpa é dela.
Pode. Intoxicação que se junta ao longo dos anos também é acidente de trabalho. Se apareceu problema no fígado, sangue, pulmão ou nervos, o trabalho entra como causa.
Você cobra das duas: da empresa que te contratou (terceirizada) e da empresa onde você estava trabalhando (tomadora). As duas respondem juntas. Isso aumenta a chance de receber.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Passei mal mas melhorei no outro dia. Ainda posso processar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Intoxicação é acidente mesmo que você melhore. O importante é ter o atendimento médico do dia. Dano moral paga mesmo sem sequela visível.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A empresa diz que eu não usei a máscara direito. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é responsável por dar a máscara certa, treinar e fiscalizar. Se faltou treinamento ou a máscara era errada, a culpa é dela.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Respirei veneno na lavoura por anos. Posso cobrar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Intoxicação que se junta ao longo dos anos também é acidente de trabalho. Se apareceu problema de saúde, o trabalho entra como causa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Sou terceirizado. Cobro de quem?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Das duas: da terceirizada que te contratou e da empresa tomadora onde estava trabalhando. As duas respondem juntas.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho pra entrar com a ação por intoxicação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Faz tempo que dói. Começou um aperto no ombro, depois subiu pro pescoço, depois desceu pro braço. Não consegue mais dormir do lado dolorido. Pra abrir um vidro, levantar uma criança, segurar a sacola do mercado — tudo dá pontada. Você foi no médico e ele disse: tendinite. E quase certo: causada pelo trabalho.
Mas aí veio o problema: tendinite não tem corte, não tem fratura, não tem sangue. A empresa nega, diz que “todo mundo tem dor”, que “foi de carregar a criança em casa”, que “é da idade”. E te negaram a CAT. E você não sabe como provar.
Pode provar, sim. E recebe indenização. Esse texto te mostra como.
Tendinite e bursite no ombro são doenças causadas por movimento repetido com o braço, esforço com peso acima da cabeça, postura ruim por muito tempo, vibração e impacto. Quando o trabalho exige isso — repetidamente, todo dia, por meses ou anos — a Justiça reconhece como doença ocupacional.
Doença ocupacional tem os mesmos direitos do acidente de trabalho comum. Mesma estabilidade, mesma indenização, mesma pensão. Só muda a forma de provar.
É exatamente isso que toda empresa diz. “Você sempre teve dor”. “Pega peso em casa”. “Joga futebol no fim de semana”. “É da idade”.
A Justiça olha o conjunto. Se sua função exige movimento repetido com o braço E você desenvolveu tendinite — a relação é provável, e o ônus de PROVAR o contrário fica com a empresa. A perícia médica judicial verifica o tendão, o tipo de lesão, e cruza com a função. Em quase todo caso bem documentado, ganha o trabalhador.
O valor depende da gravidade da tendinite, do tempo de afastamento, da sequela, do salário e do estado. Calcule antes de aceitar qualquer oferta.
O valor varia por região. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026.
Pode. Tendinite que persiste é doença caracterizada. Você pode processar ainda trabalhando — e ainda pedir afastamento e mudança de função.
Pode. Na Justiça do Trabalho dá pra reconhecer como B91 (acidentário). Isso garante FGTS no afastamento e estabilidade.
Dá. Mesmo que já tenha passado tempo, o caso pode estar vivo — cada situação tem uma análise própria. E se a tendinite só ficou pior depois de sair, isso conta a seu favor — a origem foi o trabalho.
Recupera. Guarda recibo, nota fiscal, prescrição. Tudo entra como dano material.
Não. O advogado recebe um percentual no final, e só recebe se você ganhar. Sem entrada, sem mensalidade.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Já tenho tendinite há 2 anos e ainda trabalho. Posso processar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Tendinite persistente é doença caracterizada. Você pode processar ainda trabalhando e pedir afastamento e mudança de função.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A empresa pôs B31. Posso mudar para B91?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Na Justiça do Trabalho dá pra reconhecer como acidentário. Garante FGTS no afastamento e estabilidade.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Já saí da empresa há 1 ano. Ainda dá?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Dá. Mesmo que já tenha passado tempo, o caso pode estar vivo — cada situação tem uma análise própria. E se a tendinite só piorou depois de sair, isso conta a favor: a origem foi o trabalho.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Faço fisioterapia particular. Recupero o valor?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Recupera. Guarda recibo, nota e prescrição. Entra como dano material.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Tenho que pagar advogado antes?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. O advogado recebe percentual no final e só recebe se você ganhar.”}} ] }Você solda o dia inteiro. A fagulha respinga na pele. A luz queima a vista. O metal quente cai na bota e no braço. Respira fumaça que ninguém vê. Hoje você tem cicatriz de queimadura, vista que arde e embaça, e às vezes uma tosse que não passa. E o chefe falou: “soldador é assim mesmo”. Não é pra ser assim. A empresa tinha que te proteger. Você tem direito.
Soldador de estrutura. Soldador de oficina. Quem solda em altura, em espaço apertado, dentro de tanque. Ajudante de solda. Todos enfrentam fagulha, luz forte e fumaça tóxica todo dia — e muitos têm sequela escondida sem saber que dá pra cobrar.
Queimadura, lesão no olho e problema de respiração por causa da solda podem ser acidente de trabalho. E pagam indenização.
Soldar junta vários perigos ao mesmo tempo: fogo, luz que cega, metal derretido e fumaça que faz mal ao pulmão. A empresa é obrigada por lei a proteger o soldador. Ela tinha que ter dado:
Se faltou qualquer um — e quase sempre falta — a culpa é da empresa. Não importa se “soldador veterano nem usa máscara direito”. Era a empresa que tinha que dar o equipamento certo, exigir o uso e ventilar o lugar.
Aí a culpa é dela. O soldador precisa de máscara com filtro, luva de raspa, avental, perneira e, em ambiente fechado, exaustor pra tirar a fumaça. Se faltou qualquer um desses itens, ou se eles estavam estragados, a empresa responde pelo acidente. A falta de equipamento de proteção é uma das provas mais fortes a seu favor — veja o guia completo de acidente de trabalho por falta de EPI.
O valor depende da gravidade da queimadura, da sequela na vista ou no pulmão, da insalubridade não paga, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Vale. Mesmo queimadura pequena gera dor, dano moral e, se deixou cicatriz, dano estético. E ainda dá pra cobrar a insalubridade não paga, que costuma ser valor alto.
Conta. Luz de solda repetida vai queimando a vista aos poucos. Faça exame oftalmológico. Se houver perda, paga pensão e indenização.
Pode. Soldador costuma ter direito ao adicional pelo calor, barulho e fumaça. Dá pra cobrar os últimos 5 anos que a empresa deixou de pagar.
Dá. Doença de pulmão por respirar fumaça de solda por anos é tratada como acidente de trabalho. Faça exame e guarde o laudo.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos, inclusive a insalubridade não paga.
Tem. Quem sofre acidente de trabalho tem estabilidade de 12 meses depois que volta do afastamento. Se te mandaram embora dentro desse prazo, a demissão foi irregular e você pode cobrar.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”A queimadura foi pequena e sarou. Vale processar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Vale. Mesmo queimadura pequena gera dor, dano moral e, se deixou cicatriz, dano estético. E ainda dá pra cobrar a insalubridade não paga.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Minha vista arde sempre da luz da solda. Isso conta?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta. Luz de solda repetida vai queimando a vista aos poucos. Faça exame oftalmológico. Se houver perda, paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A empresa nunca pagou insalubridade. Posso cobrar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Soldador costuma ter direito ao adicional pelo calor, barulho e fumaça. Dá pra cobrar os últimos 5 anos não pagos.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Trabalho com solda há anos e apareceu problema de pulmão. Dá?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Dá. Doença de pulmão por respirar fumaça de solda por anos é tratada como acidente de trabalho. Faça exame e guarde o laudo.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos, inclusive insalubridade não paga.”}} ] }Você se machucou no trabalho. Sabe que tem direito. Mas tem um medo travando tudo: “vou processar a empresa e nunca mais arrumo emprego”. O cunhado falou. O colega falou. Até a sua sogra falou. Que empresa pesquisa o nome, que aparece no Google, que entra numa lista preta.
Esse medo é o motivo número 1 pelo qual trabalhador acidentado deixa de receber o que é direito dele. Empresa sabe disso e usa a seu favor — oferece R$ 3 mil de “acordo” sabendo que você não vai brigar por causa do medo.
A verdade é direta: processar a empresa NÃO te marca. E aqui você vai entender por quê.
Lista que empresa consulta pra ver se você já processou alguém — isso é PROIBIDO por lei. Empresa que faz isso responde por dano moral e discriminação. Algumas grandes empresas tentaram no passado, foram processadas, perderam milhões e pararam.
O recrutador não tem acesso à lista de processos. O sistema da Justiça do Trabalho NÃO mostra publicamente o nome do trabalhador que processou. Aparece o nome da empresa (reclamada), mas o seu nome (reclamante) fica protegido — só dá pra ver o número do processo e o nome da empresa.
Processo trabalhista NÃO aparece em pesquisa de Google comum. Pra achar processo, precisa ir no site do tribunal (TRT da região), com seu nome completo. E mesmo lá, hoje em dia, dados pessoais ficam ocultos por lei de proteção (LGPD).
Quem realmente quer descobrir, descobre? Em tese sim. Mas RH grande NÃO faz esse tipo de pesquisa. É caro, dá trabalho, e o risco jurídico pra empresa é gigante.
No nosso escritório, atendemos mais de 3.000 trabalhadores. Pedreiro que processou e hoje é mestre de obra. Operador de máquina que processou e hoje trabalha em multinacional. Motorista que processou empresa de transporte e hoje dirige pra outra maior. Cozinheira que processou restaurante e hoje trabalha em hotel.
NENHUM deles foi “barrado” depois. A maioria nem precisou tocar no assunto na entrevista. Quem precisou, contou a verdade — me machuquei, fui ressarcido, tô curado — e arrumou emprego normal.
Ameaça do tipo “se você processar, eu te demito” é CRIME. E aumenta o valor da sua indenização. Empresa que pressiona ou demite trabalhador por causa de processo paga ainda mais — e a Justiça é firme com isso.
Se ouviu ameaça do chefe, do RH, do gerente — anote. Grava se conseguir (no Brasil, gravação de própria conversa vale como prova). Conta pra família. Não esquece.
Em casos parecidos com o seu, valores no escritório passaram de R$ 100 mil. Por causa de um medo que NÃO se confirma na prática.
Calcule antes de aceitar qualquer proposta da empresa. Vai te dar coragem ver o número real.
O valor varia por região. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026.
Não pode. Demissão por causa de processo é crime e gera indenização extra alta. Em muitos casos, dá pra processar com você ainda empregado, sem risco real.
Não. Sistema da Justiça do Trabalho não mostra publicamente nome de quem processou. Pesquisa no Google não acha. Lista negra é proibida e quase nenhuma empresa faz.
Em geral nem chega a saber. Se chegar (raro), a empresa que NÃO te contratar por isso pode ser processada por discriminação. Empresa que tem RH sério sabe disso e não se mete.
Não. O advogado recebe um percentual no final, e só recebe se você ganhar. Sem entrada, sem mensalidade. Isso significa que o risco financeiro é ZERO.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro de 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Vou ser demitido se processar enquanto ainda trabalho lá?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não pode. Demissão por causa de processo é crime e gera indenização extra alta. Em muitos casos dá pra processar com você ainda empregado.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Próximo emprego vai descobrir?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. Sistema da Justiça do Trabalho não mostra publicamente quem processou. Google não acha. Lista negra é proibida.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”E se acharem que processei outra empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Em geral nem chega a saber. Se chegar, empresa que não te contratar por isso pode ser processada por discriminação.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Tenho que pagar advogado antes?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. O advogado recebe percentual no final e só recebe se você ganhar. Risco financeiro zero.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro de 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos.”}} ] }