O óleo da fritadeira espirrou. A panela de 50 litros virou. O gás acumulou e deu aquele estouro na hora de acender a chapa. Em segundos, o braço, o peito ou o rosto queimou — e a cozinha nem parou, porque o almoço “tinha que sair”. Você tem direito. Queimadura grave costuma pagar entre R$ 80 mil e R$ 250 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido. Queimadura menor também paga — menos, mas paga.
Cozinheiro de restaurante, de hotel, de hospital. Chapeiro de lanchonete. Auxiliar de cozinha industrial que serve 2 mil marmitas. Merendeira de escola. Atendente de fast food na fritadeira. Todos têm o mesmo direito — e cozinha é um dos lugares que mais queima trabalhador no Brasil, quase sempre por pressa, piso engordurado e equipamento mal cuidado.
Cozinha industrial é ambiente de risco conhecido. A empresa era obrigada a ter:
Se faltou luva térmica, se a mangueira do gás era velha, se o piso vivia engordurado, se você trabalhava dobrado por falta de gente — a culpa é da empresa. Não importa se “cozinha é assim mesmo”. Não é. Segurança em cozinha existe e é obrigação do patrão.
Queimadura grave costuma ficar entre R$ 80 mil e R$ 250 mil. Queimadura menor, com marca permanente, costuma ficar na casa das dezenas de milhares. E muita cozinha contrata sem registro: sem carteira assinada o direito continua o mesmo — veja o post acidente de trabalho sem carteira assinada.
Restaurante não pode te marcar na praça nem impedir você de arrumar outra cozinha — isso é proibido e gera mais indenização. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar.
E repare numa outra coisa: depois da queimadura, o restaurante acompanhou seu tratamento? Pagou o curativo? Perguntou como você estava? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.
O valor depende do grau da queimadura, do tamanho da marca, de onde ela ficou (rosto e braço valem mais), do tempo parado, do salário e do estado. Antes de aceitar qualquer acordo do patrão, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Foi só uma queimadura no braço, já sarou. Vale a pena? Se ficou mancha ou cicatriz, vale. Marca permanente paga dano estético além do dano moral, mesmo com a ferida curada.
Trabalhava de freela na cozinha, sem registro. Tenho direito? Tem. A Justiça olha a realidade: se você trabalhava lá com frequência, reconhece o vínculo. E a falta de registro pesa contra o patrão.
O restaurante pagou a farmácia e acha que está quites. Está? Não. Pagar o curativo é o mínimo. Dano moral, dano estético e pensão são direitos separados que o patrão não quita com nota de farmácia.
Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair do restaurante. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
A válvula estourou. A junta cedeu. A tubulação vazou vapor a mais de 150 graus em cima de você. Ou a caldeira explodiu de vez. A queimadura de vapor é traiçoeira: entra pela roupa, cozinha a pele em segundos e deixa marca pro resto da vida. E a empresa ainda disse que “a manutenção estava em dia”. Você tem direito. Queimadura grave costuma pagar entre R$ 80 mil e R$ 250 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido.
Operador de caldeira em fábrica, hospital ou lavanderia industrial. Ajudante atingido pelo vapor da tubulação. Mecânico de manutenção queimado ao abrir linha pressurizada. Trabalhador de usina de açúcar e álcool na safra. Todos têm o mesmo direito — e caldeira é um dos equipamentos mais controlados por lei que existe. Quando queima alguém, é porque a empresa falhou feio.
Caldeira é vaso de pressão: a lei de segurança exige controle rigoroso. A empresa tinha que ter:
Se a inspeção estava atrasada, se a válvula estava travada, se você operava sem o curso, se mandaram abrir a linha ainda pressurizada — a culpa é da empresa. Vapor não escapa de caldeira bem cuidada.
Queimadura grave (segundo e terceiro grau, área grande do corpo) costuma ficar entre R$ 80 mil e R$ 250 mil. A Justiça já condenou usina em caso igual de vazamento de vapor.
A empresa não pode te marcar nem te perseguir por buscar seus direitos — isso é proibido e aumenta a indenização. Você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. E processar não atrapalha seu benefício — veja o post posso processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
E repare numa outra coisa: depois da queimadura, a empresa pagou os curativos? A malha compressiva? A cirurgia plástica reparadora? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.
O valor depende do grau da queimadura, do tamanho da área queimada, da cicatriz, do tempo parado, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer acordo da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
A caldeira tinha laudo de inspeção. A empresa se livra? Não. Laudo no papel não impede condenação se na prática a válvula falhou ou a manutenção era mal feita. O acidente em si já mostra que algo estava errado.
A queimadura sarou mas ficou a mancha e a pele repuxada. Tenho direito? Tem. Mancha e cicatriz de queimadura são dano estético permanente — pagam indenização própria, além do dano moral.
Eu não era o operador da caldeira, só passava perto. Conta? Conta. Qualquer trabalhador atingido pelo vapor tem direito — a empresa responde por todos que expôs ao risco.
Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
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Ele saiu pra trabalhar e não voltou. E quando a família foi atrás dos direitos, ouviu do patrão: “ele não era registrado, não tenho nada a ver com isso”. Se você é a esposa, a mãe ou o filho, saiba de uma coisa antes de qualquer outra: a falta de carteira assinada NÃO tira os direitos da família. A Justiça reconhece o vínculo, e a indenização por morte no trabalho costuma somar mais de R$ 500 mil — entre R$ 60 mil e R$ 120 mil de dano moral pra cada familiar, mais uma pensão mensal pra sustentar a casa.
Pedreiro na obra por diária. Ajudante na serraria “de confiança”. Trabalhador rural sem registro há anos. Motorista por fora. É comum demais no Brasil — e é justamente quem trabalha sem registro que costuma trabalhar sem segurança nenhuma. A empresa que não assinou a carteira quase nunca deu capacete, cinto, treinamento.
Pra Justiça, o que vale é a realidade: se ele trabalhava ali, recebia ordem e era pago pelo serviço, existia vínculo de trabalho — com ou sem papel. E a falta de registro pesa CONTRA a empresa, porque mostra que ela já descumpria a lei antes do acidente. Explicamos isso em detalhe no post acidente de trabalho sem carteira assinada.
A empresa era obrigada a garantir a segurança dele:
Se faltou qualquer um desses — e sem registro quase sempre falta tudo — a culpa da morte é da empresa.
Somando dano moral de cada familiar, pensão e verbas, casos de morte no trabalho costumam passar de R$ 500 mil. Veja também o post indenização por morte no trabalho pra entender cada parcela.
É comum o patrão procurar a viúva no velório oferecendo R$ 10 mil, R$ 20 mil “pra ajudar a família” — em troca de um papel assinado abrindo mão de tudo. Não assine nada. Esse valor não chega perto do que a família tem direito, e o papel pode complicar o processo. Você não precisa brigar com ninguém: precisa só não assinar e procurar orientação. A família não paga nada pra começar o processo — o advogado só recebe se a família ganhar.
Um detalhe que muita família não sabe: o dinheiro do processo não passa por inventário demorado. A indenização e a pensão são direitos próprios da viúva e dos filhos, pedidos direto na Justiça do Trabalho — que costuma andar mais rápido que a Justiça comum. E as audiências podem ser online, sem a família precisar viajar.
E repare no comportamento da empresa depois da morte: ela procurou a família? Ajudou com alguma coisa além do velório? Quando o patrão some depois de tirar a vida de quem sustentava a casa, esse descaso também pesa na indenização. A Justiça enxerga o abandono da família como parte do dano.
O valor depende de quantos familiares dependiam dele, do que ele ganhava, da idade e das circunstâncias do acidente. A calculadora é gratuita e o resultado sai na hora.
O valor das indenizações varia de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não éramos casados no papel, só morávamos juntos. Tenho direito? Tem. Companheira (união estável) tem os mesmos direitos da esposa: dano moral e pensão. Filhos de qualquer casamento também.
O patrão diz que ele era “só um diarista”. Isso acaba com o caso? Não. Se ele trabalhava com frequência pro mesmo patrão, a Justiça pode reconhecer o vínculo. E mesmo diarista de verdade tem direito à indenização se a morte veio da falta de segurança.
A família paga alguma coisa pra processar? Não. Nada pra começar. O advogado só recebe um percentual se a família ganhar. Se não ganhar, não deve nada.
Já se passou 1 ano da morte. Ainda dá tempo? Dá. O prazo em regra é de 2 anos. Mas quanto antes começar, mais fácil reunir prova e testemunha.
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Você foi tirar um produto travado, ajeitar a correia ou limpar embaixo da esteira. O rolete pegou a manga, a luva, o dedo — e puxou o braço inteiro pra dentro. A esteira não parou. Não tinha cabo de emergência por perto, ou o botão ficava longe demais. Quando conseguiram desligar, seu braço já estava esmagado. Você tem direito. Braço puxado pela esteira costuma pagar entre R$ 82 mil e R$ 172 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido.
Operador de produção em fábrica de alimentos. Trabalhador de mineradora ou de porto na correia transportadora. Ajudante de moinho, de cerâmica, de usina. Repositor de linha em frigorífico. Todos têm o mesmo direito — e quase todos foram limpar ou desentupir a esteira ligada, porque parar a produção “não podia”.
Esteira transportadora tem ponto de agarramento em cada rolete — e a norma de segurança de máquinas (a NR-12) obriga a empresa a ter:
Se o rolete estava exposto, se não tinha cabo de emergência, se mandavam limpar com a esteira andando pra não parar produção — a culpa é da empresa. Não importa se você “sabia que era perigoso”. Quem tinha que impedir o risco era o patrão.
Lesão grave de braço costuma ficar entre R$ 82 mil e R$ 172 mil. E se o braço não voltar a aguentar o serviço — operador que não opera mais, carregador que não carrega mais — a Justiça reconhece a perda do ofício: pensão mensal até morrer, além da indenização.
A empresa não pode te marcar nem espalhar seu nome pra outras fábricas — isso é proibido e gera mais indenização. Você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. E dá pra processar recebendo o benefício do INSS, sem perder nada — veja o post posso processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
E repare numa outra coisa: depois do acidente, a empresa acompanhou suas cirurgias? Pagou a fisioterapia do braço? Ou sumiu depois da primeira semana? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.
O valor depende da gravidade do esmagamento, da sequela no braço, do tempo parado, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer acordo do RH, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Mandaram eu limpar a esteira ligada pra não parar produção. Isso ajuda meu caso? Ajuda muito. Ordem de mexer em máquina ligada é prova de que a empresa escolheu produção no lugar da sua segurança. A Justiça já condenou fábrica em caso igual.
O braço não foi amputado, mas ficou sem força. Tenho direito? Tem. Perda de força e de movimento é sequela permanente — paga indenização e pensão mesmo com o braço “no lugar”.
Eu era terceirizado dentro da fábrica. Quem paga? As duas podem responder: a empresa que te contratou e a dona da fábrica onde você trabalhava. Você não fica sem resposta.
Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
A motosserra rebateu. O galho cedeu, a corrente pulou, a máquina voltou contra você. Em um segundo, o corte abriu a perna, o braço ou a mão até o fundo. Sangue demais, socorro longe — porque acidente de motosserra quase sempre acontece no mato, na roça, longe de tudo. E o patrão ainda disse: “motosserra é assim mesmo”. Não é. Você tem direito. Corte grave de motosserra costuma pagar entre R$ 50 mil e R$ 172 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido.
Trabalhador rural derrubando árvore. Operador de motosserra em madeireira ou serraria. Ajudante de poda da empresa de energia ou da prefeitura. Trabalhador de reflorestamento cortando eucalipto. Todos têm o mesmo direito — e a maioria trabalhava sem a calça de proteção anti-corte, que custa menos que um dia de faturamento do patrão.
Motosserra é uma das ferramentas mais perigosas que existe, e a lei trata ela assim. A empresa era obrigada a dar:
Se você cortava sem a calça anti-corte, se a motosserra estava sem freio de corrente, se nunca teve treinamento, se estava sozinho no mato — a culpa é da empresa. Não importa se “sempre foi assim na roça”. A obrigação de te proteger era do patrão.
Corte grave com sequela costuma ficar entre R$ 50 mil e R$ 172 mil — e amputação de mão ou perna passa disso. Se atingiu dedos, veja também a tabela de valores de indenização por dedo.
E tem mais: muito trabalhador rural corta madeira sem registro na carteira. Isso não tira seu direito. Trabalhou, se machucou no serviço, tem direito igual — explicamos no post acidente de trabalho sem carteira assinada.
O patrão não pode te marcar na região nem impedir você de arrumar outro serviço — isso é proibido e gera mais indenização. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. O processo corre mesmo você morando longe, porque hoje tudo é online.
E repare numa outra coisa: depois do acidente, o patrão pagou seu tratamento até o fim? Custeou a fisioterapia? Ou te deixou na mão do SUS e sumiu? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.
O valor depende da profundidade do corte, da sequela, do tempo parado, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer “ajuda” do patrão, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Trabalhava na roça sem carteira assinada. Tenho direito? Tem. Sem registro o direito continua — a Justiça reconhece o vínculo e a falta de registro ainda pesa contra o patrão.
A motosserra era minha, não da empresa. Muda algo? Não muda o principal: quem manda no serviço responde pela segurança. Se você usava sua ferramenta pro serviço dele, a responsabilidade continua do patrão.
O corte sarou mas a perna ficou dormente e fraca. Ainda dá? Dá. Tendão e nervo cortados deixam sequela permanente mesmo com a ferida fechada. Isso paga indenização e pensão.
Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair do serviço. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
Você estava lixando ou cortando a peça, do jeito de sempre. O disco travou, trincou e estourou. Os pedaços voaram na velocidade de uma bala. Um deles pegou seu rosto. Ou pior: o olho. Sangue, correria, ponto no hospital — e o chefe dizendo “o disco era novo, foi fatalidade”. Não foi fatalidade. Você tem direito. Corte no rosto com cicatriz costuma pagar entre R$ 40 mil e R$ 100 mil, e perda da visão de um olho passa fácil de R$ 100 mil — além do benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido.
Serralheiro que levou o pedaço do disco de corte no rosto. Soldador atingido no olho lixando a solda. Pedreiro cortando piso com a maquita sem proteção. Metalúrgico que perdeu parte da visão com a fagulha ou o caco do disco. Todos têm o mesmo direito — e quase todos ouviram que “óculos atrapalha o serviço”.
Esmerilhadeira é ferramenta que gira a mais de 10 mil voltas por minuto. A norma de segurança de máquinas (a NR-12) e as regras de equipamento de proteção obrigam a empresa a ter:
Se a capa tinha sido tirada, se o disco era vencido ou errado, se o óculos era velho e riscado, se ninguém nunca te treinou — a culpa é da empresa. Não importa se você “já tinha costume”. Quem tinha que garantir a segurança era o patrão.
Corte no rosto com cicatriz costuma ficar entre R$ 40 mil e R$ 100 mil. Perda da visão de um olho costuma passar de R$ 100 mil, porque limita você pra sempre — inclusive pra dirigir e pra trabalhar em altura. E se a lesão te tirar da profissão, entra ainda a pensão até morrer pela perda do ofício.
A empresa não pode te marcar nem te colocar em lista suja — isso é proibido e aumenta a sua indenização. Você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. E dá pra processar mesmo recebendo benefício — veja o post posso processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
E repare numa outra coisa: depois do acidente, a empresa acompanhou seu tratamento no oftalmologista? Pagou os exames? Perguntou da sua visão? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.
O valor depende do tamanho da cicatriz, da perda de visão, do tempo parado, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Eu não estava usando o óculos na hora. Perco o direito? Não. A empresa tinha que fornecer óculos bom e obrigar o uso. Se ela não deu, não trocou o riscado ou fingia que não via, a culpa é dela.
A cicatriz ficou pequena. Ainda tenho direito? Tem. Cicatriz no rosto, mesmo pequena, é marca permanente à vista e paga dano estético além do dano moral.
Perdi só parte da visão do olho. Conta? Conta. Perda parcial de visão é sequela permanente: paga indenização e pode pagar pensão todo mês, porque reduz sua capacidade de trabalho.
Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
Você se machucou no trabalho, ficou afastado e o INSS te deu um benefício. Mas qual: o 91 ou o 31? Essa letrinha muda tudo. O B91 é o benefício certo de quem se acidentou no trabalho: paga por volta de 90% da média dos seus salários, a empresa continua depositando seu FGTS e você ganha 1 ano de emprego garantido quando voltar. E se o acidente deixou sequela, a indenização na Justiça costuma ficar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil só nos casos de mão e dedo.
O problema: muita empresa empurra o trabalhador pro B31 (auxílio comum, “doença que não tem nada a ver com o trabalho”) de propósito. Porque o B31 não dá estabilidade, não obriga a depositar FGTS e não deixa rastro do acidente. Se isso aconteceu com você, dá pra corrigir.
Os dois pagam parecido por mês. A diferença está no que vem junto: FGTS, estabilidade e a prova de que o seu problema veio do trabalho — que é a porta de entrada da indenização.
O INSS faz uma média dos seus salários e paga em torno de 91% dessa média (respeitando o teto do INSS). Na prática: quem ganha R$ 2.000 recebe algo perto de R$ 1.800 por mês. Não é o salário cheio — e é por isso que a indenização contra a empresa importa tanto: ela cobre o que o INSS não paga.
Acontece todo dia — e tem conserto:
Importante: receber o B91 não te impede de processar a empresa. O benefício é do INSS; a indenização é da empresa que deixou faltar segurança. São dois direitos separados que se somam — explicamos em detalhe no post posso processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
E repare numa outra coisa: durante o afastamento, a empresa acompanhou seu tratamento? Pagou fisioterapia, remédio, consulta com especialista? A lei obriga a empresa a cuidar de você até o fim da recuperação — quando ela te entrega pro INSS e some, esse abandono aumenta a indenização na Justiça.
Se o acidente deixou sequela — mão sem força, dedo a menos, coluna travada, marca no corpo — você tem direito a indenização além do B91. O valor depende da lesão, do tempo parado, do salário e do estado.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Estou no B31 mas me machuquei no trabalho. Dá pra mudar pro 91? Dá. Com a CAT e os laudos médicos, o benefício pode ser convertido — e você recupera o FGTS não depositado e ganha a estabilidade de 1 ano.
A empresa não quis emitir a CAT. Perco o B91? Não. Você mesmo emite a CAT de graça no site do INSS. O sindicato e até o médico podem emitir. E a recusa da empresa pesa contra ela na Justiça.
Recebendo o B91 eu posso processar a empresa? Pode. O benefício é do INSS e a indenização é da empresa. Um não anula o outro — eles se somam.
Voltei do B91 e fui demitido em seguida. E agora? Demissão dentro dos 12 meses de estabilidade é ilegal. Você tem direito aos salários do período inteiro ou à reintegração, além da indenização pelo acidente. O prazo pra agir é de até 2 anos depois de sair da empresa.
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Você foi tirar a peça presa no molde. A porta de segurança estava travada aberta — ou nem tinha sensor. A injetora fechou com a sua mão dentro. O molde prensou, queimou, esmagou os dedos. E o encarregado disse: “era só ter esperado o ciclo”. Tem direito sim. Mão prensada na injetora costuma pagar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido quando você voltar.
Operador de injetora que prensou a mão tirando rebarba. Ajudante que enfiou a mão pra soltar peça agarrada. Ferramenteiro que estava trocando o molde quando a máquina ciclou sozinha. Operador queimado pelo plástico derretido que espirrou. Todos têm o mesmo direito — e a fábrica quase sempre tenta jogar a culpa no trabalhador.
Injetora de plástico é máquina de alto risco. A norma de segurança de máquinas (a NR-12) obriga a fábrica a ter:
Se a porta estava travada com fita, se o sensor estava “batizado” pra máquina não parar produção, se ninguém te treinou — a culpa é da empresa. Não importa se você “colocou a mão no lugar errado”. Máquina segura não fecha com mão dentro. Ponto.
Somando tudo, mão prensada com sequela costuma ficar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil — e amputação de mais de um dedo ou do polegar passa disso. Confira a tabela de valores de indenização por dedo pra ver quanto vale cada lesão.
E se a mão não voltar a ter força pra operar máquina, a Justiça olha pra sua profissão inteira: operador que não pode mais operar tem direito a pensão mensal até morrer, além da indenização. Quase ninguém sabe disso.
A empresa não pode te “marcar” nem te colocar em lista suja — isso é proibido e gera mais indenização pra você. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. Dá inclusive pra processar enquanto ainda recebe o benefício — veja o post posso processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
E repare numa outra coisa: depois do acidente, a fábrica custeou seu tratamento? Acompanhou as cirurgias? Pagou a fisioterapia da mão? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.
O valor depende da gravidade da prensagem, de quantos dedos foram atingidos, da sequela, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer acordo do RH, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
O sensor da injetora estava desligado pra não parar produção. Isso ajuda meu caso? Ajuda muito. Sensor “batizado” é prova de que a empresa escolheu produção no lugar da sua segurança. A Justiça já condenou fábrica de plástico em caso igual.
Eu coloquei a mão pra tirar a peça com a máquina ligada. Perco o direito? Não. Se dava pra colocar a mão com a máquina ligada, a máquina não era segura. A obrigação de impedir isso era da empresa.
A queimadura do plástico derretido também entra na conta? Entra. Queimadura paga dano moral e estético além da prensagem. Cada lesão soma na indenização.
Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
Você estava passando a massa no cilindro, como faz todo dia de madrugada. A massa puxou. O rolo pegou a ponta do dedo e levou a mão junto. Em um segundo, o cilindro esmagou seus dedos. E o dono da padaria ainda disse: “você se distraiu”. Tem direito sim. Mão esmagada no cilindro costuma pagar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido quando você voltar.
Padeiro que prendeu a mão no cilindro de massa. Ajudante que enroscou o dedo na masseira. Confeiteiro que pegou a mão na laminadora. Salgadeiro esmagado pelo rolo da abrideira. Todos têm o mesmo direito — e a maioria não cobra porque acha que a culpa foi da pressa ou do sono da madrugada.
Não foi. O cilindro é que tinha que ter proteção. E quase nenhum cilindro de padaria no Brasil tem.
Cilindro de massa é uma das máquinas que mais mutila mão no Brasil. Por isso a norma de segurança de máquinas (a NR-12) exige uma lista de proteções que o dono da padaria tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e em padaria quase sempre falta — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava com sono”, se “sempre fez assim” ou se a máquina “era antiga mas funcionava”. Quem responde pela segurança da máquina é o patrão.
Somando tudo, mão esmagada no cilindro costuma ficar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil — e casos com amputação de mais de um dedo passam disso. Veja também a nossa tabela de valores de indenização por dedo pra entender quanto vale cada tipo de lesão.
E se a sequela te impedir de continuar na profissão — padeiro que não consegue mais sovar massa nem segurar a pá do forno — a lei garante uma pensão mensal até morrer, além da indenização. É a chamada perda do ofício, e quase ninguém cobra porque não sabe que existe.
Muito padeiro não processa porque tem medo de “ficar marcado” ou porque acha que processo é coisa de rico. A verdade: a empresa não pode te marcar nem espalhar seu nome — isso é proibido e ainda gera mais indenização. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. Dá até pra processar ainda trabalhando lá — explicamos nesse post sobre processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
E repare numa outra coisa: depois do acidente, a padaria pagou seu tratamento? Ligou perguntando da mão? Custeou a fisioterapia? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.
O valor depende de quantos dedos foram atingidos, da sequela, do tempo parado, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta do patrão, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Trabalho de madrugada e estava sozinho quando prendi a mão. Isso conta contra a padaria? Conta, e muito. Deixar você operando o cilindro sozinho, sem ninguém pra socorrer, é falha grave da empresa e aumenta a indenização.
A padaria é pequena, do dono mesmo. Vale a pena processar? Vale. Empresa pequena responde igual empresa grande. E a Justiça costuma parcelar a condenação pra empresa pagar.
Só perdi a ponta do dedo. Tenho direito mesmo assim? Tem. Ponta de dedo é sequela permanente, paga dano moral, dano estético e pode pagar pensão. A Justiça já condenou padaria em caso igual.
Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair da padaria. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
Você trabalha na roça, na lavoura, na fazenda. Aí veio o acidente com a máquina. O trator que tombou. A colheitadeira que pegou a mão. A roçadeira que cortou a perna. A correia que puxou o braço. O implemento que esmagou o pé. E o patrão já foi dizendo que “trabalhador rural não tem esses direitos”, que “é coisa de cidade”. Mentira. Trabalhador rural tem os mesmos direitos de qualquer outro. E acidente com máquina agrícola dá indenização que pode chegar perto de R$ 100 mil, mais pensão.
O tratorista que tombou e ficou preso embaixo da máquina. O peão que perdeu os dedos na engrenagem. O trabalhador da colheita que teve o braço puxado pela correia. O cortador que se feriu na roçadeira. Muitos acham que na roça “é assim mesmo” e não procuram nada. Erro grande.
Carteira assinada, contrato de safra, diarista na fazenda — todos têm direito. A roça não é terra sem lei.
Não existe direito de primeira e de segunda. Quem trabalha no campo tem a mesma proteção de quem trabalha na fábrica. Vale pra você se é:
Mesmo sem carteira, dá pra provar que você trabalhava ali e cobrar tudo.
Trator, colheitadeira, roçadeira, debulhadora: tudo isso machuca feio. E na maioria dos casos o patrão falhou na segurança. Ele era obrigado a:
Faltou uma dessas coisas e você se machucou? A culpa é do patrão, e isso aumenta a indenização.
O valor depende da gravidade da lesão, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Ser trabalhador rural ou estar sem carteira não derruba o seu direito. Antes de aceitar qualquer oferta, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem, os mesmos de qualquer trabalhador. Acidente com trator, colheitadeira ou máquina na lavoura dá direito a benefício do INSS, estabilidade, indenização e pensão se ficar sequela.
Não. Mesmo sem carteira, dá pra provar que você trabalhava ali e cobrar tudo: registro, FGTS e a indenização do acidente.
Em geral sim. Se faltou manutenção, treinamento ou segurança, ou se te mandaram operar em terreno perigoso, a culpa é do patrão, e isso aumenta a indenização.
Tem direito à proteção do acidente e ao benefício do INSS. A estabilidade depois do acidente também vale, mesmo no contrato de safra. O advogado avalia o seu caso.
Até 2 anos depois de sair do serviço. Dentro desse prazo, dá pra cobrar todos os direitos do acidente.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
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