Você estava na linha de desossa, no ritmo apertado que o frigorífico cobra. A faca afiada escorregou na carne gelada. A peça pulou. A lâmina passou na sua mão, no seu braço, no seu dedo. Em um segundo cortou fundo. Talvez tenha pegado o tendão, o nervo, talvez levado parte do dedo. E o encarregado falou: “você não segurou a faca certo”. Não foi falta de jeito seu. A produção é que era rápida demais e a proteção era falha. Você tem direito.
Desossador que cortou a mão na velocidade da linha. Quem furou o braço com a faca que escorregou na carne congelada. Quem perdeu o dedo na serra de cortar carcaça. Quem cortou o pulso sem a luva de aço. Todos têm o mesmo direito — e muitos não cobraram porque o frigorífico fez parecer que a culpa era deles.
Corte de faca de desossa é dos acidentes mais comuns e graves do frigorífico. Atinge tendão e nervo. E paga indenização alta.
Todo frigorífico e abatedouro é obrigado a manter o trabalho seguro. Isso está na lei de segurança do trabalho. A empresa tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e o ritmo apertado quase sempre falha — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava acelerado”, se “todo mundo trabalha assim”, ou se você fazia daquele jeito há anos. A responsabilidade de manter tudo seguro é do frigorífico.
O valor depende da gravidade do corte, se atingiu tendão ou nervo, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não. A empresa é obrigada a dar luva de aço, faca afiada e ritmo seguro. Se a faca escorregou, foi falta de proteção e excesso de velocidade. A culpa continua sendo do frigorífico.
Conta, e muito. Entregar luva furada ou não trocar é falha grave. A proteção tem que estar inteira. Isso reforça que a culpa é da empresa.
Ajuda. Ritmo apertado demais que não deixa trabalhar com segurança é responsabilidade da empresa. Cansaço e pressa por causa da meta pesam contra o frigorífico.
Tem. Dedo que não dobra, perda de força e dormência são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”A faca escorregou na minha mão. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é obrigada a dar luva de aço, faca afiada e ritmo seguro. Se a faca escorregou, foi falta de proteção e excesso de velocidade. A culpa continua sendo do frigorífico.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A luva de aço estava furada e ninguém trocou. Conta contra a empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e muito. Entregar luva furada ou não trocar é falha grave. A proteção tem que estar inteira. Isso reforça que a culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O ritmo da linha era muito rápido. Isso ajuda no meu caso?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Ajuda. Ritmo apertado demais que não deixa trabalhar com segurança é responsabilidade da empresa. Cansaço e pressa por causa da meta pesam contra o frigorífico.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Meu corte sarou mas o dedo não dobra direito. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Dedo que não dobra, perda de força e dormência são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você estava passando a tábua na serra circular ou na serra de bancada. A madeira pulou pra trás. A mão escorregou pro disco. O disco sem a proteção pegou seus dedos. Em um segundo a serra cortou. Talvez tenha levado dois, três dedos, talvez cortado fundo até o osso. O sangue jorrou na bancada. E o patrão falou: “você foi descuidado”. Não foi descuido seu. A serra é que tinha que ter proteção. Você tem direito.
Carpinteiro que perdeu o dedo na serra circular sem coifa de proteção. Marceneiro que cortou a mão na serra de bancada que jogou a peça. Quem foi atingido pela tábua que voltou pra trás (o tal “coice” da serra). Quem cortou os dedos na tupia ou na desempenadeira. Todos têm o mesmo direito — e muitos não cobraram porque acharam que a culpa era deles.
Corte de mão na serra é dos acidentes mais graves da marcenaria. Costuma levar dedo. E paga indenização alta.
Toda marcenaria e empresa é obrigada a manter as máquinas seguras. Isso está na lei de segurança do trabalho. A serra circular tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e quase sempre falta a coifa e o cutelo — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava com pressa”, se “sempre tiraram a coifa pra render mais”, ou se você fazia daquele jeito há anos. A responsabilidade de manter a máquina segura é do patrão.
O valor depende da gravidade do corte, de quantos dedos foram afetados, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta do patrão, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não, pelo contrário. Operar serra sem coifa e sem cutelo é falha grave da empresa. A proteção é obrigatória. Isso pesa muito a seu favor.
Tem. Mesmo sem registro ou com registro errado, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.
Conta, e muito. O coice da serra é evitado com cutelo divisor. Se a máquina não tinha, a culpa é da empresa por não manter a proteção.
Tem. Dedo sem força, sem dobrar e dormente é sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”A serra estava sem a coifa de proteção. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não, pelo contrário. Operar serra sem coifa e sem cutelo é falha grave da empresa. A proteção é obrigatória. Isso pesa muito a seu favor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Trabalho em marcenaria pequena, sem registro certinho. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Mesmo sem registro ou com registro errado, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A madeira deu coice e jogou minha mão no disco. Conta contra a empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e muito. O coice da serra é evitado com cutelo divisor. Se a máquina não tinha, a culpa é da empresa por não manter a proteção.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Meu dedo sarou mas ficou sem força e sem dobrar. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Dedo sem força, sem dobrar e dormente é sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você estava carregando a chapa de vidro, montando o box ou instalando a vitrine. O vidro escorregou da mão. A folha trincou de repente. A placa quebrou e a lasca afiada entrou fundo no seu braço. Em um segundo o sangue jorrou. Talvez tenha cortado o tendão, o nervo, a artéria. A mão ficou sem força ou dormente. E o patrão falou: “você não segurou direito”. Não foi falta de jeito seu. O serviço é que tinha que ser seguro. Você tem direito.
Vidraceiro que cortou o pulso quando o vidro quebrou na mão. Quem teve o tendão do dedo cortado pela lasca. Quem levou corte fundo carregando a chapa sem ventosa. Quem furou o braço no caco da vitrine que estilhaçou. Todos têm o mesmo direito — e muitos não cobraram porque acharam que a culpa era deles.
Corte profundo de vidro é acidente grave. Atinge tendão e nervo. E paga indenização alta.
Toda vidraçaria e empresa é obrigada a manter o serviço seguro. Isso está na lei de segurança do trabalho. O patrão tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e quase sempre falta em vidraçaria — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava com pressa”, se “sempre carregou na mão mesmo”, ou se você fazia daquele jeito há anos. A responsabilidade de manter tudo seguro é do patrão.
O valor depende da gravidade do corte, se atingiu tendão ou nervo, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta do patrão, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não. A empresa é obrigada a fornecer a luva contra corte e cobrar o uso. Se você estava sem, foi falta dela. A culpa continua sendo da vidraçaria.
Tem. Mesmo sem registro ou com registro errado, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.
Conta, e muito. Mandar carregar vidro na mão, sem ventosa e sem equipe, é falha grave. Vidro que quebra sozinho mostra falta de segurança. Isso reforça que a culpa é da empresa.
Tem. Dedo que não dobra, perda de força e dormência são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Eu estava sem luva. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é obrigada a fornecer a luva contra corte e cobrar o uso. Se você estava sem, foi falta dela. A culpa continua sendo da vidraçaria.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Trabalho em vidraçaria pequena, sem registro certinho. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Mesmo sem registro ou com registro errado, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O vidro quebrou sozinho na minha mão. Conta contra a empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e muito. Mandar carregar vidro na mão, sem ventosa e sem equipe, é falha grave. Vidro que quebra sozinho mostra falta de segurança. Isso reforça que a culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Meu corte sarou mas o dedo não dobra direito. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Dedo que não dobra, perda de força e dormência são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você estava montando o portão na oficina ou instalando na casa do cliente. A folha de metal pesada escorregou. O portão de correr saiu do trilho e veio em cima da sua mão. A chapa cortante de aço passou no dedo. Em um segundo a sua mão ficou presa, cortada ou esmagada. Talvez tenha quebrado os ossos, arrancado a pele, perdido a ponta do dedo. E o patrão falou: “você não segurou direito”. Não foi falta de jeito seu. O serviço é que tinha que ser seguro. Você tem direito.
Serralheiro que esmagou a mão no portão de ferro que caiu. Serralheiro que cortou o dedo na chapa de metal sem rebarba tirada. Quem prendeu a mão na guilhotina de cortar barra. Quem levou a folha pesada do portão basculante no braço. Todos têm o mesmo direito — e muitos não cobraram porque acharam que a culpa era deles.
Corte e esmagamento de mão de serralheiro é acidente grave. E paga indenização alta.
Toda serralheria e empresa é obrigada a manter o serviço seguro. Isso está na lei de segurança do trabalho. O patrão tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e quase sempre falta em serralheria — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava com pressa”, se o portão “sempre foi pesado assim”, ou se você fazia daquele jeito há anos. A responsabilidade de manter tudo seguro é do patrão.
O valor depende da gravidade do corte ou esmagamento, de quantos dedos foram afetados, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta do patrão, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não. A empresa é obrigada a colocar gente suficiente e equipamento de apoio pra peça pesada. Se você carregou sozinho, foi falta dela. A culpa continua sendo da serralheria.
Tem. Mesmo sem registro ou com registro errado, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.
Conta, e muito. Não dar luva contra corte pra quem mexe com chapa de aço é falha grave. Isso reforça que a culpa é da empresa.
Tem. Perda de força, dormência e dificuldade de pegar peso são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Eu carreguei o portão sozinho. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é obrigada a colocar gente suficiente e equipamento de apoio para peça pesada. Se você carregou sozinho, foi falta dela. A culpa continua sendo da serralheria.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Trabalho em serralheria pequena, sem registro certinho. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Mesmo sem registro ou com registro errado, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O patrão não deu luva nenhuma. Conta contra a empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e muito. Não dar luva contra corte para quem mexe com chapa de aço é falha grave. Isso reforça que a culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Minha mão sarou mas ficou sem força para segurar peça. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Perda de força, dormência e dificuldade de pegar peso são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você estava na rua, pendurado no caminhão, no meio do trânsito. Um carro passou e te derrubou. O caminhão deu ré e te prensou. O saco de lixo tinha vidro, seringa, lâmina, e cortou sua mão. O caco de cano te furou. Madrugada, sol, chuva, trânsito louco — e o serviço mais pesado e perigoso da cidade, que quase ninguém valoriza. Você não teve culpa. A empresa tinha obrigação de proteger você. Você tem direito.
Coletor atropelado correndo atrás do caminhão. Gari prensado na manobra de ré. Trabalhador cortado por vidro e seringa no saco de lixo. Varredor atingido por carro na avenida. Todos têm o mesmo direito — e muitos acharam que “faz parte do serviço”, quando na verdade faltou segurança.
Coleta de lixo é dos trabalhos que mais mata e machuca no Brasil. E acidente nesse serviço paga indenização.
Trabalhar na rua, no trânsito e com lixo perigoso é risco que a empresa conhece bem. Ela era obrigada a proteger você. Ela tinha que ter dado:
Se faltou qualquer um desses, a culpa é da empresa. Não importa se “o trânsito é perigoso mesmo”, se “sempre foi assim” ou se mandaram correr pra terminar a rota. Quem responde pela sua segurança é a empresa que te contratou.
O valor depende da gravidade da lesão, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. Você estava trabalhando na rua, então é acidente de trabalho. A empresa responde por ter te exposto ao trânsito sem segurança, mesmo que o carro de fora seja culpado.
Conta. Corte e risco de contaminação coletando lixo é acidente de trabalho. A empresa tinha que ter dado luva resistente e proteção. Procure o médico e faça os exames.
Tem. Trabalhador terceirizado machucado tem direito do mesmo jeito. A empresa que te contratou e quem tomava o serviço respondem pela sua segurança.
Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de força, dor que não passa e dificuldade de andar ou correr são sequela permanente e pagam pensão.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Fui atropelado por um carro, não pela empresa. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Você estava trabalhando na rua, então é acidente de trabalho. A empresa responde por ter te exposto ao trânsito sem segurança, mesmo que o carro de fora seja culpado.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Me cortei com vidro ou seringa no saco de lixo. Conta?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta. Corte e risco de contaminação coletando lixo é acidente de trabalho. A empresa tinha que ter dado luva resistente e proteção. Procure o médico e faça os exames.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Eu era terceirizado da prefeitura. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Trabalhador terceirizado machucado tem direito do mesmo jeito. A empresa que te contratou e quem tomava o serviço respondem pela sua segurança.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Já tive alta mas a perna ficou fraca. Ainda dá?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de força, dor que não passa e dificuldade de andar ou correr são sequela permanente e pagam pensão.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Era o primeiro dia. Ou a primeira semana. Mal te mostraram a máquina, ninguém explicou o perigo, te jogaram pra produzir logo. Aí veio o acidente. E o chefe falou: “você nem assinou a carteira ainda”, “você tava na experiência”, “você não sabia mexer”. Talvez nem CAT eles queiram fazer. Mentira. Você tem direito desde o primeiro minuto. E foi a falta de treinamento que te machucou — culpa da empresa.
Trabalhador que perdeu o dedo na máquina no primeiro dia. Ajudante que caiu na primeira semana sem orientação. Operário no período de experiência que se queimou porque ninguém ensinou. Gente contratada de boca, sem assinar nada ainda. Todos têm o mesmo direito — e muitos foram enganados achando que “não tinha direito ainda”.
A verdade é simples: começou a trabalhar, está protegido. E acidente sem treinamento paga indenização.
Não existe “período sem direito”. A proteção começa quando você começa a trabalhar, mesmo que:
Em todos esses casos você é trabalhador protegido. Se se machucou, é acidente de trabalho.
Antes de te pôr na máquina ou na função de risco, a empresa era obrigada a:
Se te jogaram pra produzir sem treinar, e você se machucou, a culpa é da empresa. Trabalhador novo sem treinamento é justamente o que mais se acidenta — e a lei sabe disso.
O valor depende da gravidade da lesão, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Não ter carteira assinada ainda não derruba o seu direito. Antes de aceitar qualquer oferta, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. A proteção começa no primeiro minuto de trabalho. Mesmo sem carteira, dá pra provar o vínculo e cobrar a indenização.
Não. Período de experiência é trabalho normal e protegido. Se se acidentou nele, tem todos os direitos, inclusive a estabilidade depois do acidente.
Muda a favor. A empresa era obrigada a treinar antes. Te pôr sem treinamento numa máquina perigosa reforça a culpa dela e o valor da indenização.
Você mesmo pode emitir a CAT direto no INSS, de graça. A empresa é obrigada a emitir, mas se ela não faz, você não fica sem.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os direitos do período trabalhado.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Me acidentei no primeiro dia, sem carteira assinada. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. A proteção começa no primeiro minuto de trabalho. Mesmo sem carteira, dá pra provar o vínculo e cobrar a indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Eu estava no período de experiência. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. Período de experiência é trabalho normal e protegido. Se se acidentou nele, tem todos os direitos, inclusive a estabilidade depois do acidente.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Ninguém me treinou, me jogaram na máquina. Isso muda algo?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Muda a favor. A empresa era obrigada a treinar antes. Te pôr sem treinamento numa máquina perigosa reforça a culpa dela e o valor da indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A empresa não quer fazer a CAT porque eu era novo. E agora?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Você mesmo pode emitir a CAT direto no INSS, de graça. A empresa é obrigada a emitir, mas se ela não faz, você não fica sem.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os direitos do período trabalhado.”}} ] }Você estava embaixo. O tijolo, a ferramenta, a barra de ferro, a telha, a tábua caiu lá de cima e bateu na sua cabeça. Você apagou por uns segundos. Ficou tonto, com dor de cabeça que não passa, vista embaçada, enjoo, esquecendo as coisas. Às vezes não tinha capacete. Às vezes o capacete não aguentou o peso. Você não teve culpa. A empresa tinha obrigação de proteger sua cabeça e a área embaixo. Você tem direito.
Servente atingido por tijolo que caiu do andaime. Ajudante que levou ferramenta na cabeça na fábrica. Trabalhador pego por peça solta no galpão. Pedreiro sem capacete embaixo da laje. Todos têm o mesmo direito — e muitos acharam que “foi só uma pancada”, quando o trauma na cabeça é dos mais perigosos que existem.
Pancada na cabeça pode deixar sequela séria: dor crônica, perda de memória, tontura, convulsão. E paga indenização.
Trabalhar embaixo de carga, andaime e estrutura é risco que a empresa conhece. Ela era obrigada a proteger você. Ela tinha que ter dado:
Se faltou qualquer um desses, a culpa é da empresa. Não importa se “foi um acidente”, se “ninguém viu cair” ou se “o capacete estava no carro”. Quem responde pela sua segurança é a empresa.
O valor depende da gravidade do trauma, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não. A empresa é obrigada a dar o capacete e exigir o uso. Se deixou você trabalhar sem, a culpa é dela.
É. Dor de cabeça que não passa, tontura e perda de memória depois da pancada são sinais de trauma e dão direito à indenização. Procure um médico e guarde os exames.
Conta. Se você foi atingido trabalhando dentro da empresa, é acidente de trabalho e tem direito, não importa de onde o objeto caiu.
Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de memória, dor crônica e tontura são sequela permanente e pagam pensão.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Eu estava sem capacete na hora. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é obrigada a dar o capacete e exigir o uso. Se deixou você trabalhar sem, a culpa é dela.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A pancada pareceu leve, mas estou com dor de cabeça toda hora. É acidente?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”É. Dor de cabeça que não passa, tontura e perda de memória depois da pancada são sinais de trauma e dão direito à indenização. Procure um médico e guarde os exames.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O objeto caiu de outro setor, não era meu serviço. Conta?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta. Se você foi atingido trabalhando dentro da empresa, é acidente de trabalho e tem direito, não importa de onde o objeto caiu.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Já tive alta mas continuo esquecendo as coisas. Ainda dá?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de memória, dor crônica e tontura são sequela permanente e pagam pensão.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }A carga balançou e prensou seu corpo contra a estrutura. O cabo de aço arrebentou e a peça despencou. A talha desceu rápido demais e esmagou sua mão. O guindaste girou e o gancho pegou você de raspão. Toneladas suspensas, um cabo gasto, um comando que falhou — e num instante o peso que você guiava todo dia te machucou feio. Você não teve culpa. A empresa tinha obrigação de manter o equipamento seguro. Você tem direito.
Operador de ponte rolante prensado pela carga. Trabalhador atingido por peça que caiu da talha. Ajudante esmagado quando o cabo de aço rompeu. Sinaleiro pego pelo giro do guindaste. Todos têm o mesmo direito — e muitos acharam que “deu azar”, quando na verdade faltou manutenção e segurança.
Carga suspensa é dos riscos mais pesados da indústria e da construção. Acidente assim costuma ser grave e paga indenização alta.
Trabalhar com ponte rolante, talha e guindaste é movimentar toneladas no ar. A empresa era obrigada a proteger você. Ela tinha que ter dado:
Se faltou qualquer um desses, a culpa é da empresa. Não importa se “você já operava há anos”, se “o cabo sempre foi aquele” ou se mandaram acelerar a produção. Quem responde pela sua segurança é a empresa.
O valor depende da gravidade da lesão, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. Cabo, gancho e freio têm que passar por revisão e troca em dia. Se arrebentou, é porque faltou manutenção. A culpa é da empresa.
Conta. A área embaixo da carga tinha que estar isolada. Se você foi atingido trabalhando, é acidente de trabalho e tem direito.
Tem. A empresa onde você trabalhava também responde pela sua segurança. Terceirizado machucado tem direito do mesmo jeito.
Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de movimento, força reduzida e dor que não passa são sequela permanente e pagam pensão.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”O cabo de aço arrebentou sozinho. A empresa não tem culpa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Cabo, gancho e freio têm que passar por revisão e troca em dia. Se arrebentou, é porque faltou manutenção. A culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Eu não era o operador, só estava passando perto. Conta?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta. A área embaixo da carga tinha que estar isolada. Se você foi atingido trabalhando, é acidente de trabalho e tem direito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Eu era terceirizado dentro da fábrica. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. A empresa onde você trabalhava também responde pela sua segurança. Terceirizado machucado tem direito do mesmo jeito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Já tive alta mas o braço ficou sem movimento. Ainda dá?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de movimento, força reduzida e dor que não passa são sequela permanente e pagam pensão.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }O facão escorregou e cortou a perna. A mão bateu no fio da lâmina e abriu fundo. A colhedora puxou o braço perto da esteira. O sol forte, o cansaço, a meta de toneladas pra bater, e num segundo o corte que não para de sangrar no meio do canavial. Você ficou ali, longe de tudo, esperando socorro que demorou. Você não teve culpa. A empresa tinha obrigação de te dar segurança. Você tem direito.
Cortador de cana que abriu a perna com o podão. Trabalhador que perdeu dedo na facada de baixo pra cima. Operador que se feriu na colhedora mecânica. Bituqueiro e carregador machucado no transporte. Todos têm o mesmo direito — e muitos acharam que “foi descuido”, quando faltou treinamento, luva e ferramenta em condição.
Corte de cana é um dos trabalhos mais pesados e perigosos do Brasil. E acidente nesse serviço paga indenização.
Trabalhar com facão, podão e máquina pesada no calor é serviço de alto risco. A empresa (a usina, o fornecedor de cana ou o gato que te contratou) era obrigada a proteger você. Ela tinha que ter dado:
Se faltou qualquer um desses — e na lavoura quase sempre falta — a culpa é da empresa. Não importa se “você é experiente no corte”, se “todo mundo trabalha assim” ou se a meta de toneladas te empurrou. Quem responde pela sua segurança é quem te pôs pra trabalhar.
O valor depende da gravidade do corte, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. Mesmo sem carteira assinada, dá pra provar o vínculo e cobrar a indenização — da usina e de quem te contratou. Trabalhar sem registro não tira o seu direito.
Não. A empresa é obrigada a fornecer a ferramenta em condição e o equipamento de proteção. Se deixou você trabalhar com o que tinha, a culpa é dela.
Conta. Trabalho de safra, temporário ou diária também é trabalho protegido. Se se machucou cortando cana, tem direito do mesmo jeito.
Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de força, dedo travado e dificuldade de pegar peso são sequela permanente e pagam pensão.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Fui contratado pelo gato, sem carteira assinada. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Mesmo sem carteira assinada, dá pra provar o vínculo e cobrar a indenização da usina e de quem te contratou. Trabalhar sem registro não tira o seu direito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O facão era meu, eu que levei. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é obrigada a fornecer ferramenta em condição e equipamento de proteção. Se deixou você trabalhar com o que tinha, a culpa é dela.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Foi durante a safra, trabalho temporário. Conta?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta. Trabalho de safra, temporário ou diária também é trabalho protegido. Se se machucou cortando cana, tem direito do mesmo jeito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Já tive alta mas a mão ficou sem força. Ainda dá?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de força, dedo travado e dificuldade de pegar peso são sequela permanente e pagam pensão.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }A máquina não levou só um dedo. Levou dois, três, ou a mão quase toda. A prensa, a serra, a engrenagem, a fresadora. Em um segundo a sua mão ficou sem os dedos e a sua vida virou de cabeça pra baixo. Como vai segurar uma ferramenta, abotoar a camisa, pegar o filho no colo do mesmo jeito? E ainda ouviu o chefe dizer: “foi descuido”. Não foi descuido seu. A máquina é que tinha que ter proteção. Você tem direito — e direito grande.
Operador que perdeu três dedos na prensa. Marceneiro que perdeu os dedos na serra. Trabalhador de fábrica que teve a mão puxada pela engrenagem. Operário que perdeu metade da mão na máquina. Todos têm o mesmo direito — e perder vários dedos é dos casos que mais pagam.
Quanto mais dedos perdidos, maior a perda da mão — e maior a indenização.
A mão é uma das partes mais importantes pra trabalhar. A indenização olha o quanto a sua capacidade de trabalho e de vida diminuiu. Perder vários dedos pesa mais porque:
Por isso, a perda de vários dedos costuma somar pensão mensal, dano moral e dano estético em valores bem maiores do que a perda de um dedo só.
Toda máquina que prensa, corta ou tem parte que gira é obrigada a ter proteção. A empresa tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e quase sempre falta — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava com pressa”, se a proteção “foi tirada pra produzir mais”, ou se a máquina era velha. A responsabilidade de manter a máquina segura é da empresa.
O valor depende de quantos dedos foram perdidos, de quais dedos (polegar e indicador pesam mais), da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Vale. Quanto mais dedos perdidos, maior a perda de força e movimento da mão e maior o dano estético. Isso aumenta a pensão e as indenizações.
Pesa, e bastante. O polegar é o dedo mais importante da mão. Sem ele, quase tudo fica difícil. A perda do polegar costuma aumentar bem o valor.
Tem. Dedo reimplantado que não tem força nem movimento normal continua sendo sequela permanente. Isso paga pensão e indenização.
Quando a sequela impede de voltar à mesma função, isso pesa muito a seu favor. A indenização e a pensão são calculadas justamente por essa perda de capacidade.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Perder dois ou três dedos vale mais do que perder um?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Vale. Quanto mais dedos perdidos, maior a perda de força e movimento da mão e maior o dano estético. Isso aumenta a pensão e as indenizações.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Perdi o polegar. Isso pesa mais?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pesa, e bastante. O polegar é o dedo mais importante da mão. Sem ele, quase tudo fica difícil. A perda do polegar costuma aumentar bem o valor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Reimplantaram um dedo mas ele não funciona direito. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Dedo reimplantado que não tem força nem movimento normal continua sendo sequela permanente. Isso paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Não vou mais conseguir fazer o meu serviço. E agora?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Quando a sequela impede de voltar à mesma função, isso pesa muito a seu favor. A indenização e a pensão são calculadas justamente por essa perda de capacidade.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }