Atualizado em 3 de julho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura

Sofreu acidente de trabalho em Santa Catarina? Nos nossos casos no estado, o valor médio de indenização chega a R$ 132 mil — uma das maiores médias do país. Frigorífico do oeste, metal-mecânico de Joinville, madeireira de São Bento do Sul, têxtil de Blumenau ou obra do litoral: quem trabalha em SC sabe que máquina, serra e altura não perdoam. E a Justiça do Trabalho catarinense (TRT-12) sabe disso também.

Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho: mais de 3.000 casos e R$ 41 milhões+ recuperados pra trabalhador. Não fazemos divórcio, não fazemos multa de trânsito — fazemos acidente de trabalho, todos os dias, em Santa Catarina e no Brasil inteiro. Atendimento 100% online: você só se desloca em dia de audiência ou perícia.

Quanto a Justiça de Santa Catarina paga por acidente de trabalho?

Faixas reais dos nossos casos no estado:

  • Valor médio geral em SC: R$ 132 mil — com taxa de sucesso de 83% nos nossos casos;
  • Um dedo amputado: em torno de R$ 70 mil;
  • Lesão de braço: em torno de R$ 148 mil;
  • Lesão de perna: em torno de R$ 135 mil;
  • Lesão de coluna: em torno de R$ 190 mil — a faixa mais alta, porque afeta a vida inteira.

São faixas, não promessa: o seu valor depende da sequela, da culpa da empresa e da sua função. Compare com os números públicos na nossa página de valores por estado — e calcule o seu caso na calculadora em 2 minutos.

Casos reais e decisões da Justiça catarinense (TRT-12)

  • Carpinteiro em Florianópolis — R$ 587 mil em sentença. Serra circular com trava de proteção falhando, dedo com sequela e perda do ofício reconhecida em perícia. A sentença saiu 52% ACIMA do que foi pedido. Veja o caso completo do Deivid.
  • Trabalhador paraplégico após queda em pedreira — R$ 500 mil de dano moral + R$ 790,9 mil de dano material (TRT-12, agosto de 2025). Decisão pública.
  • Três dedos esmagados em prensa — R$ 48 mil em condenação da Justiça do Trabalho de SC.

O que mais causa acidente de trabalho em Santa Catarina

No polo metal-mecânico (Joinville e região norte)

Prensa, estampadora, torno e calandra — mão e dedo esmagados ou amputados por máquina sem proteção (a NR-12 obriga a barreira física).

Nos frigoríficos do oeste (Seara, JBS, Aurora e região de Chapecó)

Serra-fita, faca de desossa, esteira e ritmo de produção — corte, amputação e lesão por esforço. A NR-36 existe justamente pra esse setor.

Nas fábricas de móveis e madeireiras (São Bento do Sul, oeste e planalto)

Serra esquadrejadeira, tupia e destopadeira — os acidentes de mão mais graves que atendemos.

No têxtil (Blumenau e vale do Itajaí)

Tear e máquina de costura industrial — esmagamento e perfuração de mão.

Na construção civil do litoral (Itajaí, Balneário Camboriú, Florianópolis)

Queda de altura — andaime, laje, telhado. A NR-35 exige treinamento, cinto e linha de vida; quando falta, a culpa é da empresa.

A empresa te entregou EPI e treinamento de verdade?

Três perguntas que definem muitos processos: você chegou a ver o técnico de segurança no chão de fábrica? Recebeu treinamento de verdade pra operar aquela máquina específica? Ganhou o EPI certo, novo — ou uma luva velha furada? Quando a resposta é não, a empresa paga mesmo dizendo que a culpa não foi dela.

A empresa te abandonou depois do acidente?

O padrão que mais vemos: a empresa leva pro hospital, emite o papel do acidente (a CAT), te afasta pelo INSS — e some. Não acompanha o tratamento, não paga fisioterapia, não readapta. A Justiça enxerga esse abandono, e ele aumenta a indenização.

Perda do ofício: a tese que mais paga

Operador de prensa que não opera mais prensa. Costureira que não costura mais. Carpinteiro que não segura mais ferramenta. Quando a sequela acaba com a profissão, a Justiça olha pra vida profissional inteira que foi destruída — e a pensão sai sobre o salário cheio, podendo ser vitalícia. Foi assim no caso do Deivid. Perdeu o movimento? Conte o que aconteceu aqui.

Cidades de Santa Catarina onde atuamos

Joinville, Florianópolis, Blumenau, Chapecó, Criciúma, Itajaí, Balneário Camboriú, Lages, São Bento do Sul — e qualquer cidade do interior. O atendimento é 100% online: reunião por vídeo, documentos pelo celular, e você só se desloca em dia de audiência ou perícia no TRT-12.

Quanto tempo dura o processo no TRT-12?

Varia com o caso: acordo pode sair em meses, sentença leva mais tempo, e recurso estica. O que ajuda a acelerar: CAT emitida, laudo médico com CID, fotos da máquina e testemunhas. Quanto mais forte a prova entra, mais rápido a empresa senta pra negociar.

Perguntas que a gente mais ouve em SC

Trabalho em frigorífico e me cortei na desossa. Tenho caso?

Tem. Corte com sequela em frigorífico é um dos casos mais comuns do TRT-12 — e a NR-36 pesa contra a empresa que não protege o ritmo e o equipamento.

A empresa diz que a culpa foi minha. Perdi o direito?

Não. A empresa é obrigada a proteger a máquina, treinar e fiscalizar. Se faltou proteção, a culpa é dela — mesmo que digam o contrário no RH.

Estou recebendo INSS. Posso processar mesmo assim?

Pode. O INSS é seguro público; a indenização é dívida da empresa. Se somam, e o processo não ameaça seu benefício.

Meu acidente foi há anos. Ainda dá?

Muitas vezes, sim. Mesmo que o acidente tenha acontecido há anos, o caso pode estar vivo — cada situação tem uma análise própria. Veja acidente antigo antes de desistir.

Quanto custa o advogado?

Nada na entrada. Você só paga se ganhar — percentual do resultado, no final. A análise é grátis.

Próximo passo

  1. Calcule grátis quanto vale o seu caso em 2 minutos 👇
  2. Compare com os valores reais que a Justiça paga em SC;
  3. Se o caso for grave (perda de movimento, amputação), veja também a página de perda do ofício.

Sem custo inicial. Você só paga se ganhar. A empresa tem advogado desde o dia do seu acidente. Está na hora de você ter o seu.

Leia também

Sofreu um acidente de trabalho?

Calcule agora quanto você pode receber. Grátis, sem compromisso.

Calcular indenização
Dr. Welliton Ventura

Dr. Welliton Ventura

ULTRA Especialista em Acidente de Trabalho

Advogado com atuação exclusiva em acidente de trabalho e doenças ocupacionais. Mais de 3.000 casos atendidos, 85% de vitórias e nota 5.0 no Google. Atendimento humanizado, 100% digital e sem custo inicial.