Perdeu a ponta do dedo — a falange — numa máquina do trabalho? Tem direito sim, mesmo sem ter perdido o dedo inteiro. Numa indústria moveleira do Paraná, uma operadora de máquina coladeira perdeu a falange do dedo médio e recebeu R$ 140 mil, já pago.
Muita gente que perde só a ponta do dedo acha que “não é tão grave” e nem procura advogado. É engano: falange perdida é sequela permanente, e a Justiça reconhece esse direito todos os dias em todo o Brasil.
Sou o Welliton Ventura, ultraespecialista em acidente de trabalho há 15 anos. Mais de 3.000 casos, mais de R$ 41 milhões recuperados. Vou te mostrar o caso real e como funciona o cálculo pra ponta de dedo.
Uma operadora de máquina numa indústria moveleira do Paraná trabalhava havia 9 anos na empresa quando o disco giratório da coladeira cortou e amputou a falange do dedo médio da mão esquerda. A empresa pediu menos de R$ 400 mil na conta inicial e o caso terminou em R$ 140 mil já recebidos pela trabalhadora — prova de que perda de falange única, mesmo sendo o menor tipo de amputação de dedo, tem valor real e reconhecido.
A perícia trabalhista mede a falange como uma fração do percentual do dedo inteiro — é proporcionalmente menor, mas existe e é devida. Quanto mais perto da base do dedo a amputação, maior o percentual reconhecido.
Desvio de função — quando você é registrado numa função mas trabalha em outra mais arriscada, como no caso da operadora da coladeira, que era registrada como auxiliar — é um agravante que aumenta o valor da indenização.
📊 Quer ver valor real, não a nossa palavra? Nossa página de valores por estado mostra os valores que a Justiça vem fixando em cada canto do Brasil — dado público, atualizado.
Muita gente sente que foi abandonada pela empresa depois do acidente. É um padrão que vemos direto: a empresa leva você pro hospital, paga a primeira consulta, às vezes emite a CAT — e depois some. Não liga pra saber como você está. Não paga fisioterapia. Não acompanha a reabilitação. Te devolve pro INSS e desaparece. Por lei, a empresa tem obrigação de prestar socorro continuado: pagar tratamento médico completo, fisioterapia, acompanhamento psicológico quando necessário e cuidar da sua readaptação até você voltar — ou indenizar direito pelo que não voltou. Quando a empresa abandona o trabalhador depois do acidente, isso vira mais um argumento no processo, e juiz valoriza muito esse ponto.
Muito trabalhador não processa porque tem medo de “ficar marcado” no mercado, ou acha que processo é coisa de gente rica. Nenhum dos dois é verdade. A empresa não pode te marcar nem espalhar seu nome pra outras empresas — isso é proibido por lei e ainda gera mais indenização se acontecer. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar o processo. Dá até pra processar ainda trabalhando na mesma empresa, sem precisar pedir demissão — explicamos isso com detalhe no post sobre processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
Perdi só um pedacinho da ponta, quase não dá pra ver. Vale a pena processar? Vale. Mesmo uma perda pequena de falange é sequela permanente e gera indenização proporcional.
A empresa disse que já pagou tudo com o plano de saúde. Isso encerra meu direito? Não. Tratamento médico é obrigação separada da indenização por dano moral, estético e pensão.
Trabalhava registrada numa função e fui colocada pra operar outra máquina. Isso muda alguma coisa? Muda, e a favor do seu caso. Desvio de função é um agravante que costuma aumentar o valor da indenização.
Quanto tempo tenho pra processar? Até 2 anos depois de sair da empresa, cobrindo os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
Esmagou o dedo mínimo ou o anelar numa máquina? Mesmo sendo os dedos de menor peso na tabela da perícia — 9% de incapacidade da mão cada — eles geram indenização. Num caso nosso em Pernambuco, a hélice de um exaustor amputou três dedos de um eletricista: R$ 146 mil ganhos já na primeira decisão — e seguimos recorrendo pra aumentar. Pelo Índice Ventura, a média por dedo perdido varia de R$ 38 mil a R$ 82 mil conforme o estado, fora pensão e benefício do INSS.
Muita gente acha que, por serem “os dedos menores”, não vale a pena processar. É engano: dedo mínimo e anelar seguram peso, dão apoio, fecham a mão em concha. Perder qualquer um deles muda a força total da sua mão pro resto da vida.
Sou o Welliton Ventura. Há 15 anos só trabalho com acidente de trabalho — mais de 3.000 casos, mais de R$ 41 milhões recuperados. Vou te mostrar por que vale processar e quanto costuma pagar.
A tabela oficial de incapacidade não olha só o tamanho do dedo — olha a função na mão. Dedo mínimo e anelar ajudam a fechar a mão com força, a segurar objeto grande, a dar firmeza no aperto. Perder um deles é sequela permanente com valor garantido, mesmo sendo menor que o de um polegar ou indicador.
Veja a tabela completa de valores por dedo pra comparar o percentual de cada dedo e a pensão correspondente.
Prensa que esmaga dedo quase sempre está sem duplo comando (as duas mãos precisam apertar botão ao mesmo tempo pra máquina descer) e sem sensor que trava se detectar a mão na área de risco. Isso é exigência da NR-12. Se faltou, a culpa não é sua.
📊 Quer ver valor real, não a nossa palavra? Nossa página de valores por estado mostra os valores que a Justiça vem fixando em cada canto do Brasil — dado público, atualizado.
Se você trabalha com força manual — operador de máquina, embalador, ajudante de produção — e a mão ficou mais fraca depois do acidente, existe também a tese da perda do ofício, que aumenta o valor da pensão.
Muita gente sente que foi abandonada pela empresa depois do acidente. É um padrão que vemos direto: a empresa leva você pro hospital, paga a primeira consulta, às vezes emite a CAT — e depois some. Não liga pra saber como você está. Não paga fisioterapia. Não acompanha a reabilitação. Te devolve pro INSS e desaparece. Por lei, a empresa tem obrigação de prestar socorro continuado: pagar tratamento médico completo, fisioterapia, acompanhamento psicológico quando necessário e cuidar da sua readaptação até você voltar — ou indenizar direito pelo que não voltou. Quando a empresa abandona o trabalhador depois do acidente, isso vira mais um argumento no processo, e juiz valoriza muito esse ponto.
Muito trabalhador não processa porque tem medo de “ficar marcado” no mercado, ou acha que processo é coisa de gente rica. Nenhum dos dois é verdade. A empresa não pode te marcar nem espalhar seu nome pra outras empresas — isso é proibido por lei e ainda gera mais indenização se acontecer. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar o processo. Dá até pra processar ainda trabalhando na mesma empresa, sem precisar pedir demissão — explicamos isso com detalhe no post sobre processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
Só perdi a ponta do dedo mínimo. Ainda vale processo? Vale. Perda parcial é sequela permanente proporcional — menor que a perda do dedo inteiro, mas devida.
A empresa é pequena, do dono mesmo. Vale processar? Vale. Empresa pequena responde igual empresa grande, e a Justiça costuma parcelar o pagamento pra ela conseguir arcar.
Fiquei com o dedo torto, sem amputar. Conta como sequela? Conta. Deformidade e perda de movimento contam mesmo sem amputação — é isso que a perícia mede.
Quanto tempo tenho pra processar? Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desse prazo, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
Amputou o dedo indicador numa máquina do trabalho? A perícia trabalhista reconhece 15% de incapacidade da mão só pra esse dedo. Em processo público que acompanhamos, um técnico eletricista que perdeu 3 dedos — incluindo o indicador — numa hélice de exaustor recebeu R$ 146 mil em 1ª instância, e o recurso pra aumentar o valor ainda está em andamento.
Indicador é o dedo que aponta, que aperta gatilho, que segura ferramenta fina — perdê-lo muda o jeito de trabalhar de quase qualquer profissão manual. Serra, prensa, esteira, hélice de ventilador ou exaustor: são as causas mais comuns desse tipo de acidente.
Sou o Welliton Ventura, ultraespecialista em acidente de trabalho há 15 anos. Mais de 3.000 casos, mais de R$ 41 milhões recuperados. Vou te mostrar o caso real e o que fazer no seu.
Um técnico eletricista de Pernambuco estava instalando um exaustor quando a hélice da máquina amputou os dedos indicador, médio e anular da mão esquerda, além de fraturar a fíbula. A empresa não conseguiu provar que ofereceu proteção adequada na hélice. Resultado: sentença de R$ 146 mil reconhecendo que ele perdeu 100% da capacidade pra função que exercia — e o próprio escritório está recorrendo pra aumentar ainda mais o valor no tribunal.
Esse caso mostra uma coisa importante: eletricista também se acidenta por via mecânica, não só por choque elétrico. Qualquer máquina com peça giratória sem proteção — hélice, disco, rolo, engrenagem — é risco de amputação de dedo.
A norma de máquinas (NR-12) exige que qualquer peça giratória tenha proteção física, e que a máquina tenha botão de emergência ao alcance da mão. Se você foi mexer numa máquina ligada porque “sempre foi assim”, ou nunca recebeu treinamento específico pra aquele equipamento, a responsabilidade é da empresa.
Veja a tabela completa de valores por dedo pra comparar o percentual do indicador com os demais e entender a conta da pensão.
📊 Quer ver valor real, não a nossa palavra? Nossa página de valores por estado mostra os valores que a Justiça vem fixando em cada canto do Brasil — dado público, atualizado.
E fica atento: a empresa acompanhou sua recuperação até o fim, pagou fisioterapia e prótese, ou levou você pro hospital e sumiu? Esse abandono depois do acidente também vira argumento no processo.
Muita gente sente que foi abandonada pela empresa depois do acidente. É um padrão que vemos direto: a empresa leva você pro hospital, paga a primeira consulta, às vezes emite a CAT — e depois some. Não liga pra saber como você está. Não paga fisioterapia. Não acompanha a reabilitação. Te devolve pro INSS e desaparece. Por lei, a empresa tem obrigação de prestar socorro continuado: pagar tratamento médico completo, fisioterapia, acompanhamento psicológico quando necessário e cuidar da sua readaptação até você voltar — ou indenizar direito pelo que não voltou. Quando a empresa abandona o trabalhador depois do acidente, isso vira mais um argumento no processo, e juiz valoriza muito esse ponto.
Muito trabalhador não processa porque tem medo de “ficar marcado” no mercado, ou acha que processo é coisa de gente rica. Nenhum dos dois é verdade. A empresa não pode te marcar nem espalhar seu nome pra outras empresas — isso é proibido por lei e ainda gera mais indenização se acontecer. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar o processo. Dá até pra processar ainda trabalhando na mesma empresa, sem precisar pedir demissão — explicamos isso com detalhe no post sobre processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
Fraturei o indicador mas não amputei. Tenho direito mesmo assim? Tem. Fratura com sequela — dedo que não fecha mais totalmente, perda de força ou de sensibilidade — também gera indenização, mesmo sem amputação.
A empresa disse que vai pagar minha cirurgia e ficar por isso. É suficiente? Não. Tratamento médico é obrigação da empresa, não é a indenização. Dano moral, dano estético, pensão e estabilidade são direitos separados.
Meu caso é parecido com o do eletricista. Vale o mesmo valor? Não necessariamente — cada caso depende do seu salário, da gravidade da sequela e da prova reunida. O caso real mostra o tipo de reconhecimento que a Justiça já deu, não uma promessa de valor igual.
Ainda estou afastado pelo INSS. Posso processar a empresa agora? Pode. Receber benefício do INSS não impede processar a empresa — são direitos diferentes, e um não anula o outro.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
Perdeu o polegar numa máquina no trabalho? Ele é o dedo mais valorizado da mão pela perícia trabalhista: sozinho, representa 20% a 25% da força da mão inteira. Pelo Índice Ventura — nossa pesquisa com os valores reais pagos pela Justiça nos 27 estados — a indenização média por dedo perdido varia de R$ 38 mil a R$ 82 mil conforme o estado. E o polegar, por valer até 25% da força da mão, fica no topo dessa conta — fora a pensão mensal e o benefício do INSS.
Sem polegar, você não segura ferramenta, não fecha a mão em pinça, não seguindo trabalhando igual antes. Prensa, esmerilhadeira, serra circular, injetora de plástico: são as máquinas que mais arrancam o polegar de quem trabalha no chão de fábrica, na obra ou no açougue.
Sou o Welliton Ventura. Há 15 anos só faço acidente de trabalho — mais de 3.000 casos, mais de R$ 41 milhões recuperados. Vou te explicar por que o polegar vale mais que os outros dedos na conta da Justiça e o que fazer agora.
A perícia trabalhista usa uma tabela de incapacidade oficial. Cada dedo tem um peso diferente na força total da mão. O polegar é o dedo que faz a pinça, que segura, que gira ferramenta — por isso pesa mais que indicador, médio, anular ou mínimo. Perder o polegar é perder quase um quarto da capacidade da mão inteira.
Isso significa uma coisa prática: a pensão mensal e a indenização por perda de polegar tendem a ser maiores que a de qualquer outro dedo sozinho. Veja a tabela completa de valores por dedo para comparar percentual e pensão de cada um.
A norma de segurança de máquinas (a NR-12) exige grade, botão de emergência e sistema que reverte o movimento se travar a mão. Se a máquina que arrancou seu polegar não tinha isso, ou se você nunca recebeu treinamento específico pra operar aquele equipamento, a responsabilidade é da empresa — mesmo que disseram que “foi um instante de distração”.
Se a resposta pra qualquer uma for não, a empresa já começou errada.
📊 Quer ver valor real, não a nossa palavra? Nossa página de valores por estado mostra os valores que a Justiça vem fixando em cada canto do Brasil — dado público, atualizado.
Se você trabalhava com as mãos — pedreiro, mecânico, operador de máquina, cozinheiro — e o polegar era essencial pra sua função, existe ainda a tese da perda do ofício: a pensão passa a ser calculada sobre o salário cheio, não só sobre o percentual do dedo. Explicamos essa tese completa no post sobre perda do ofício.
E preste atenção numa coisa: depois do acidente, a empresa acompanhou seu tratamento até o fim, pagou fisioterapia, ligou pra saber como você estava? Quando ela leva você pro hospital no dia e depois some, esse abandono conta a favor do seu processo — juiz valoriza muito esse ponto.
Muita gente sente que foi abandonada pela empresa depois do acidente. É um padrão que vemos direto: a empresa leva você pro hospital, paga a primeira consulta, às vezes emite a CAT — e depois some. Não liga pra saber como você está. Não paga fisioterapia. Não acompanha a reabilitação. Te devolve pro INSS e desaparece. Por lei, a empresa tem obrigação de prestar socorro continuado: pagar tratamento médico completo, fisioterapia, acompanhamento psicológico quando necessário e cuidar da sua readaptação até você voltar — ou indenizar direito pelo que não voltou. Quando a empresa abandona o trabalhador depois do acidente, isso vira mais um argumento no processo, e juiz valoriza muito esse ponto.
Muito trabalhador não processa porque tem medo de “ficar marcado” no mercado, ou acha que processo é coisa de gente rica. Nenhum dos dois é verdade. A empresa não pode te marcar nem espalhar seu nome pra outras empresas — isso é proibido por lei e ainda gera mais indenização se acontecer. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar o processo. Dá até pra processar ainda trabalhando na mesma empresa, sem precisar pedir demissão — explicamos isso com detalhe no post sobre processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
Perdi só a ponta do polegar, não o dedo inteiro. Ainda tenho direito? Tem. A perda parcial também é sequela permanente, e a indenização é proporcional — menor que a perda total, mas existe e é devida.
O polegar ficou torto, mas eu não perdi o dedo. Conta como sequela? Conta. Deformidade e perda de movimento contam como sequela permanente, mesmo sem amputação. Num caso nosso, um carpinteiro ficou com o dedo torto depois de um acidente com serra: a perícia reconheceu que ele perdeu o ofício e a empresa foi condenada em R$ 587 mil — 52% a mais do que ele tinha pedido.
Fui operado e recuperei parte do movimento. Ainda vale a pena processar? Vale. Mesmo com cirurgia, quase sempre fica alguma sequela — perda de força, de sensibilidade, de mobilidade. É isso que a perícia mede.
Quanto tempo tenho pra entrar com o processo? Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desse prazo, dá pra cobrar direitos dos últimos 5 anos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
Sua mão ficou sem movimento depois do acidente de trabalho — não fecha mais totalmente, não segura peso, não faz mais o gesto fino que fazia antes? Isso é sequela permanente com direito a indenização, mesmo sem amputação nenhuma. Nos processos que já conduzimos, casos graves de perda de função da mão ficaram entre R$ 140 mil e R$ 688 mil — somando dano moral, estético e pensão.
Muita gente pensa que só perda de dedo ou de mão inteira gera direito. Não é verdade: mão que perdeu força, que trava, que não fecha o punho, que ficou com dor crônica — tudo isso é sequela que a perícia reconhece e a Justiça indeniza.
Sou o Welliton Ventura. Há 15 anos só faço acidente de trabalho — mais de 3.000 casos, mais de R$ 41 milhões recuperados. Vou te explicar seus direitos.
Um caso real que acompanhamos mostra bem esse tipo de sequela: um eletricista sofreu descarga elétrica operando uma rede energizada sem que a empresa desligasse a chave como ele pediu. A mão esquerda, que era a dominante, ficou com lesão grave de nervo, perda de mobilidade permanente e tremor constante. A Justiça reconheceu R$ 688.910,56 de indenização, já paga.
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Se a mão sem movimento te impede de continuar exercendo a mesma função — soldador que não segura mais o maçarico firme, costureira que não controla mais a agulha — existe a tese da perda do ofício, com pensão sobre o salário cheio.
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Muito trabalhador não processa porque tem medo de “ficar marcado” no mercado, ou acha que processo é coisa de gente rica. Nenhum dos dois é verdade. A empresa não pode te marcar nem espalhar seu nome pra outras empresas — isso é proibido por lei e ainda gera mais indenização se acontecer. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar o processo. Dá até pra processar ainda trabalhando na mesma empresa, sem precisar pedir demissão — explicamos isso com detalhe no post sobre processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.
O médico disse que a lesão “não tem cura, mas também não é grave”. Ainda tenho direito? Tem. Qualquer perda permanente de movimento, força ou sensibilidade é sequela indenizável, independentemente do grau.
Faço fisioterapia e melhorei um pouco. Isso tira meu direito? Não. Melhora parcial não apaga a sequela permanente que ficou — a perícia avalia o que restou, não o que era antes.
A perda de movimento é mais na mão que eu menos uso. Tenho direito do mesmo jeito? Tem, mas o valor tende a ser maior quando a mão afetada é a dominante — a que você mais usa pra trabalhar.
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A prensa desceu antes da hora e esmagou sua mão? Nos casos de mão que já conduzimos, as condenações foram de R$ 140 mil (perda de falange, valor já recebido pela trabalhadora) a R$ 587 mil (mão na serra com perda do ofício reconhecida) — dano moral, estético e pensão mensal pelo resto da vida — e mais ainda se a Justiça reconhecer que você perdeu o ofício.
Prensa é uma das máquinas que mais mutila mão no Brasil — junto com serra, guilhotina e injetora. E na maioria dos casos que vemos, faltou exatamente o que a lei exige: duplo comando, sensor de presença ou barreira física.
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Prensa esmaga com força e velocidade — o acidente acontece antes de você conseguir tirar a mão. Por isso a NR-12 exige que toda prensa tenha duplo comando (as duas mãos apertando botão ao mesmo tempo, longe da área de risco) e sensor que trava o movimento se detectar algo na zona de perigo.
Se faltou qualquer um desses pontos — e falta na maioria dos casos que atendemos — a culpa é da empresa, não sua.
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Se você é operador de prensa e a mão esmagada te impede de continuar na função — não segura mais peça, não faz mais o movimento repetitivo do posto — a lei garante a pensão por perda do ofício, calculada sobre o salário cheio.
E veja se a empresa acompanhou seu tratamento até o fim — fisioterapia, prótese, consulta com especialista — ou se levou você pro hospital e sumiu. Esse abandono depois do acidente conta a favor do seu processo.
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A mão inchou muito mas os ossos não quebraram. Tenho direito? Tem, se ficou alguma sequela — perda de força, de movimento ou dor crônica. É a perícia que confirma o grau da lesão.
Fui operado e recuperei quase todo o movimento. Vale a pena processar? Vale. Mesmo com boa recuperação cirúrgica, quase sempre fica sequela residual, e o susto e o afastamento já geram direito a indenização.
A prensa era velha, o dono disse que “sempre funcionou assim”. Isso muda algo? Muda a favor do seu caso. Máquina antiga sem manutenção e sem os itens de segurança exigidos por norma reforça a responsabilidade da empresa.
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Se você digitou no Google “ventura advogados associados é confiável”, fez exatamente o que deveria fazer. Antes de entregar seu caso a alguém, desconfie, pesquise, confira. É o seu direito — e é assim que a gente gosta.
A resposta curta: a Ventura Advogados Associados existe, tem registro na OAB, CNPJ ativo, sede própria em Altamira-PA e 338 avaliações com nota 5,0 no Google. São 15 anos de atuação e mais de 3.000 famílias de trabalhadores atendidas em todo o Brasil.
Mas não acredite na nossa palavra. Esta página é um portal de verificação: cada informação abaixo tem fonte pública, com link, pra você conferir por conta própria.
Nesta página:
Todo escritório sério pode ser verificado em fontes públicas e oficiais. Use esta tabela com a Ventura — e com qualquer advogado que você pensar em contratar:
| O que checar | Onde (fonte oficial) | O que você vai encontrar |
|---|---|---|
| Registro OAB do advogado | Cadastro Nacional dos Advogados (OAB) | Welliton Ventura — OAB/PA 18.667-B, situação ativa |
| CNPJ da sociedade | Receita Federal — consulta CNPJ | 28.098.308/0001-30 — Welliton Ventura Sociedade Individual de Advocacia, ativa |
| Endereço físico | Perfil no Google Maps | Rua Acesso 2, nº 650 – Premem, Altamira – PA, CEP 68372-577 (sede própria há mais de 10 anos) |
| Avaliações de clientes | Mesmo perfil do Google | 338 avaliações, nota 5,0 — escritas por clientes, no nome deles |
| Processos e decisões | Site do tribunal (ex.: consulta pública do TRT-12) | Nossos casos com número CNJ — tabela completa abaixo |
| Publicações jurídicas | Perfil no Jusbrasil | Perfil verificado do Dr. Welliton com artigos e OAB autenticada |
| Reclamações de consumidor | Nosso perfil no Reclame Aqui | Perfil verificado — selo RA Verificada concedido em 10/08/2026, com biometria e CNPJ conferidos pela plataforma. Nenhuma reclamação registrada |
| Indicador | Número | Como conferir |
|---|---|---|
| Tempo de atuação | 15 anos | Inscrição OAB no CNA |
| Famílias atendidas | +3.000 | Nossa página de história |
| Avaliações no Google | 338 · nota 5,0 | Perfil público |
| Alcance | Todo o Brasil (24 TRTs) | Processos públicos por estado na jurimetria |
| Valores reais da Justiça | página pública | Valores por estado — dados dos tribunais |
Decisão judicial é pública: tem número CNJ e pode ser consultada por qualquer pessoa no site do tribunal. Não é print de WhatsApp, não é história de vendedor. Estes são casos nossos, com o número completo:
| Trabalhador | O que aconteceu | Tribunal | Resultado | Nº do processo (CNJ) |
|---|---|---|---|---|
| Deivid, carpinteiro | Serra circular com trava de proteção falha — dedo com sequela | TRT-12 (SC) | R$ 587 mil (sentença, perda do ofício) | 0000634-56.2024.5.12.0014 |
| Everaldo, operador de trator | Amputação do pé — empresa dizia que “já tinha prescrito” | TRT-23 (MT) | R$ 700 mil+ (sentença, prescrição derrotada) | 0001421-09.2024.5.23.0005 |
| Lucas, trabalhador rural | Amputação do braço em colhedora | TRT-5 (BA) | R$ 400 mil (acordo) | 0000573-67.2025.5.05.0561 |
| Edvaldo, eletricista | Amputação de 3 dedos em exaustor | TRT-6 (PE) | R$ 146 mil (1ª instância, em recurso pra aumentar) | 0001856-18.2024.5.06.0211 |
| Patrícia, operadora de máquina | Amputação de falange em coladeira na indústria moveleira | TRT-9 (PR) | R$ 140 mil (recebido) | 0000605-42.2024.5.09.0126 |
Cada um desses casos tem a história completa contada aqui no site:

📊 E quando alguém te falar de valor de indenização, confira na nossa página de valores por estado: ela mostra o que a Justiça vem fixando de verdade — número de casos, duração média, valor por tipo de lesão. Dado público, atualizado.
Avaliação no Google é pública, fica no nome de quem escreveu, e a empresa não consegue apagar. Estas são reais — você encontra todas no nosso perfil:
“Me senti segura para procurar meus direitos, são muito profissionais e muito atenciosos. Obrigada”
— Priscylla de Carvalho Oliveira · ⭐⭐⭐⭐⭐ · agosto/2026
“Sempre fui muito bem atendido desde o início do meu caso. Sem dúvida, é o melhor escritório para quem precisa de ajuda com acidente de trabalho. A equipe é muito atenciosa, sempre tirou todas as minhas dúvidas e acompanhou meu caso com profissionalismo.”
— Nalbert Marques · ⭐⭐⭐⭐⭐ · julho/2026
“Só tem a agradecer ao escritório pois deram e estão dando uma atenção pois dia 23 agora já é minha audiência e estou muito confiante advogados comprometidos e atenciosos super recomendo.”
— Wellington Nunes · ⭐⭐⭐⭐⭐ · julho/2026
São 338 avaliações com nota 5,0. Leia quantas quiser antes de decidir — estão todas aqui.
Advogado de verdade dá as caras. O Dr. Welliton explica direitos do trabalhador acidentado em vídeo, de graça, há anos — o canal tem centenas de milhares de visualizações:
Sofreu acidente? Saiba calcular sua indenização (445 mil visualizações):
Quem somos e em que áreas atuamos:
▶️ Mais vídeos no canal oficial @venturaadvogados.
A Ventura nasceu em Altamira-PA, no maior canteiro de obras do Brasil, e hoje atua em todo o país — a maior parte dos nossos processos corre em São Paulo, Minas, Rio Grande do Sul e Paraná. Isso é possível porque a Justiça do Trabalho é eletrônica: o processo corre no PJe, o sistema oficial dos tribunais.
| Etapa | O que acontece | Custa algo? |
|---|---|---|
| 1. Análise do caso | Você conta sua história no WhatsApp e a equipe analisa se tem direito | Grátis |
| 2. Documentos | Você manda foto dos documentos pelo próprio celular | Grátis |
| 3. Contrato e procuração | Assinatura digital com validade jurídica — você recebe sua cópia | Honorários por escrito, combinados antes de assinar |
| 4. Processo | Entra no PJe do tribunal do seu estado; você recebe o número pra acompanhar | — |
| 5. Audiência | Por vídeo na grande maioria dos casos, marcada pelo próprio tribunal | — |
| 6. Acompanhamento | Equipe te atualiza pelo WhatsApp durante todo o processo | — |
Esse medo é legítimo, e a gente prefere falar dele de frente. Golpistas usam nome de escritórios conhecidos pra enganar trabalhador. Os 3 sinais de golpe:
Recebeu qualquer cobrança em nosso nome? Não pague. Fale primeiro no canal oficial acima — a gente confirma na hora se é verdade.
“Ventura” é sobrenome comum na advocacia. Existem outros escritórios com nome parecido, em outras áreas do Direito, que não têm nenhuma relação com a gente. O escritório do Dr. Welliton Ventura, especializado em acidente de trabalho, é este:
| Item | Ventura Advogados Associados (nós) |
|---|---|
| Site oficial | venturaadvogados.com (sem “.br” no final) |
| CNPJ | 28.098.308/0001-30 |
| Especialidade | Acidente de trabalho e morte no trabalho |
| Sede | Altamira – PA (Rua Acesso 2, nº 650 – Premem) |
| WhatsApp oficial | (93) 99113-3466 |
Na dúvida, confira o CNPJ — ele é único no Brasil.
Sim. Registro OAB/PA 18.667-B do Dr. Welliton Ventura (confira no site da OAB), CNPJ 28.098.308/0001-30 ativo na Receita Federal e sede própria em Altamira-PA há mais de 10 anos, no endereço que aparece no Google.
Não. A análise do seu caso no WhatsApp é gratuita. Se houver contratação, os honorários ficam por escrito no contrato, combinados antes de você assinar.
Sim. Atuamos em todo o Brasil, nos 24 Tribunais Regionais do Trabalho. O processo trabalhista é eletrônico (PJe), então seu caso corre no tribunal do seu estado normalmente — hoje a maior parte dos nossos processos está em São Paulo.
Porque publicamos o número do processo. Pegue qualquer número da nossa tabela de casos e consulte no site do tribunal correspondente. Além disso, nossa página de valores por estado usa dados públicos da Justiça.
Vale. A assinatura eletrônica tem validade jurídica no Brasil e é aceita pelos tribunais — é a mesma tecnologia usada por bancos. Você recebe sua cópia do contrato e da procuração.
Não pague. É golpe. A Ventura nunca cobra taxa pra liberar pagamento. Confirme qualquer informação direto no nosso WhatsApp oficial (93) 99113-3466 antes de fazer qualquer coisa.
Não. Nosso perfil no Reclame Aqui está sem reclamações registradas e, desde 10 de agosto de 2026, carrega o selo RA Verificada — a própria plataforma conferiu nosso CNPJ na Receita Federal e fez a validação biométrica do responsável. Você pode conferir a qualquer momento, inclusive o histórico, que a plataforma não deixa ninguém apagar.
Pode. Nossa sede fica na Rua Acesso 2, nº 650 – Premem, Altamira – PA. Mas você não precisa ir até lá: todo o atendimento funciona pelo celular, de qualquer lugar do Brasil.
O Dr. Welliton Ventura (OAB/PA 18.667-B) lidera a equipe e assina os processos. O acompanhamento do dia a dia é feito pela equipe pelo WhatsApp — você nunca fica sem resposta.
Você não precisa confiar no que a gente escreveu aqui — precisa só conferir. OAB, CNPJ, endereço, avaliações, vídeos e processos: está tudo em fonte pública, com link nesta página.
E quando quiser saber o que o seu caso pode valer: