O Lucas perdeu 3 dedos e recebeu R$ 400 mil. Vou te contar a história dele.

Dia 23 de janeiro de 2024, o Lucas tava trabalhando numa serra na madeireira. Era servente de obras. Ganhava R$ 1.922 por mês. Tinha 2 meses de carteira assinada.

A serra pegou a mão direita dele. Levou 3 dedos: indicador, médio e anelar. Sobrou só 1/3 de cada um.

O Lucas é destro. Nunca mais conseguiu pegar em pá, em tijolo, em ferramenta. A vida dele era isso.

E sabe o que a empresa fez? Nada. Não emitiu o papel do acidente. Fingiu que nada aconteceu. Deixou ele pra lá.

Ele veio até a gente. Entrei com a ação. 6 meses depois, R$ 400.000 no banco.

Processo número 0000153-47.2024.5.09.0024. Pode conferir você mesmo. É tudo público.

Lucas achava que não tinha direito a nada. Achava que ia ser mandado embora e pronto. Hoje tem R$ 400 mil e a vida dele mudou.

Se você perdeu dedo no trabalho, presta atenção no que vou te falar agora. Porque a história do Lucas pode ser a sua.

Você não é o único. Só no Brasil são 135 mil pessoas por ano

Isso mesmo. 135 mil pessoas perdem dedo da mão por ano no Brasil. É a Previdência Social que diz.

Todo dia, 370 pessoas perdem um dedo no trabalho. 15 por hora.

E sabe quantas processam a empresa? Menos de 10%. O resto acredita na conversa da chefia de que “foi culpa sua” ou “vamos ajudar com o plano de saúde”. E sai de mãos vazias.

Você não precisa ser um deles. Continua lendo.

Quanto dá? Ó os valores que a Justiça já pagou

Cada caso é um caso. Mas eu vou te mostrar valores reais, de pessoas de verdade, com processo que você pode pesquisar:

  • Lucas (Paraná, 2024) — 3 dedos na serra da madeireira — R$ 400.000
  • Carpinteiro (Pará, 2022) — serra elétrica — R$ 152.000
  • Soldador (Campinas-SP, 2023) — 4 dedos — R$ 100.000 + um salário todo mês pro resto da vida
  • Trabalhador de madeireira (Minas, 2023) — dedo decepado — R$ 60.000 + 15% do salário todo mês

A conta é simples: de R$ 60 mil até R$ 400 mil ou mais. Depende da gravidade, da empresa, do que dá pra provar.

Quer saber QUANTO o seu caso vale? Faz a calculadora. Leva 2 minutos. É de graça.

“Mas o patrão disse que a culpa foi minha”

Escuta o que vou te dizer. Presta atenção.

Não interessa se a culpa foi sua. A empresa paga do mesmo jeito.

Se você tava mexendo com máquina, com serra, com prensa, com qualquer equipamento perigoso — a LEI diz que a empresa responde SIM. Mesmo se você não seguiu o procedimento. Mesmo se você estava com pressa. Mesmo se você esqueceu de alguma coisa.

Porque é a empresa que coloca você ali. É a empresa que tem que te treinar. É a empresa que tem que dar a máquina segura.

Quando o patrão fala “foi culpa sua” — ele tá MENTINDO pra você não processar. Simples assim.

A arma que destrói a empresa em qualquer acidente com máquina

Se o seu dedo foi pego numa máquina, guarda esse nome: NR-12.

É uma regra do Ministério do Trabalho que diz que TODA máquina tem que ter:

  1. Proteção nas partes que mexem — aquela grade ou tampa
  2. Sensor que para a máquina quando a mão chega perto
  3. Botão de emergência que dá pra alcançar no susto
  4. Manual em português pra você ler
  5. Treinamento de 32 horas — não 2 horas que te deram no primeiro dia
  6. Inspeção periódica com papel assinado

Se faltava UM desses itens na máquina que te machucou — a empresa tá perdida. É isso que usamos no caso do Lucas. É isso que usamos em todo caso de dedo amputado em máquina.

E sabe o quê? Quase nenhuma empresa do Brasil cumpre todos esses itens. Por isso ganha quem processa.

Você pode receber 5 grana diferente — não só uma

A maioria pensa que é “um cheque só”. Não é. Você pode acumular CINCO tipos de indenização:

1. Pela dor e sofrimento — pelo trauma que você passou. No caso do Lucas, pedimos R$ 250 mil.

2. Um salário todo mês pro resto da vida — se você não consegue mais trabalhar igual antes. No caso do Lucas, pedimos R$ 1,4 milhão pagos de uma vez.

3. Pela marca que ficou — a mão nunca mais vai ser igual. Aquilo é uma dor pra sempre. A lei paga por isso. Até R$ 100 mil.

4. Pela vida que você perdeu — não consegue mais jogar bola, tocar violão, dirigir direito. Isso tem preço.

5. Estabilidade de 1 ano — não podem te mandar embora por 12 meses depois que você voltar do INSS. Se mandarem, pagam TUDO desse ano + multa.

Você pode receber TUDO isso junto. E muita gente nem sabe.

Se você não consegue mais trabalhar igual antes, muda tudo

Essa parte aqui é a MAIS IMPORTANTE. Lê devagar.

Se o dedo que você perdeu era ESSENCIAL pro seu trabalho, a indenização sobe MUITO.

  • Pedreiro/servente perde polegar → não consegue mais segurar ferramenta → perdeu o ofício (caso do Lucas)
  • Costureira perde indicador → não consegue mais passar linha → perdeu o ofício
  • Motorista perde dedo que aperta câmbio → perdeu a função
  • Soldador, cozinheiro, padeiro que usa a mão no dia a dia → perdeu tudo

Nesses casos, só o salário mensal que a empresa tem que pagar pro resto da vida pode passar de R$ 1 milhão se juntar tudo.

Por quê? Porque a empresa tirou seu ganha-pão. E ela tem que pagar o que você ia ganhar até se aposentar. Todo mês. Sem falhar.

E se te mandaram embora depois?

Aqui que a empresa ferra com o trabalhador, e 90% não sabe defender.

Depois que você volta do INSS por acidente, a empresa NÃO PODE te mandar embora por 12 meses. É LEI.

Se mandou, ela tem que:

  • Te pegar de volta no emprego, OU
  • Pagar TODOS os salários desses 12 meses
  • + FGTS desse tempo todo
  • + Multa de 40% em cima do FGTS

E sabe porque muitas empresas fazem isso? Porque dá certo com quem não busca advogado. O trabalhador aceita, vai embora, fica sem nada.

Te mandaram embora depois do acidente? Lê aqui o que fazer AGORA.

No seu estado a conta é diferente

Um caso em São Paulo paga diferente do que um caso em Minas ou no Rio Grande do Sul. A Justiça muda.

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Faz isso AGORA, na ordem

  1. Não assina nada que a empresa te oferece. Eles oferecem 10% do que você tem direito. Dizem “aceita logo, se não você não vê nada”. É mentira.
  2. Guarda tudo: o papel do acidente (se emitiu), atestados, receitas, fotos da mão, nome de testemunhas que viram.
  3. Tira foto da máquina se puder voltar lá. Se não puder, pede pra um colega. Foto de máquina sem proteção é ouro no processo.
  4. Calcula o seu caso em 2 minutos na nossa calculadora. É de graça. Calcula aqui →
  5. Fala comigo pelo WhatsApp. Eu mesmo analiso. Se tiver caso, a gente conversa. Se não tiver, eu te falo na hora pra não perder tempo.

Sem custo inicial. Sem cadastro. Só paga se ganhar.

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As perguntas que todo trabalhador me faz

“Perdi meu dedo faz 3 anos. Ainda dá tempo?”

Dá sim. Você tem 2 anos depois que sai da empresa pra processar. Não é 2 anos depois do acidente. Se você ainda tá trabalhando lá, o tempo nem começou a contar. Muito trabalhador perde essa grana achando que já era.

“A empresa é pequena. Ela vai ter dinheiro pra pagar?”

Vai. A madeireira do Lucas é uma empresa pequena do interior do Paraná. Pagou R$ 400 mil. Toda empresa tem seguro. Tem imóveis. Tem frota. Tem conta. A Justiça pega onde tiver. Pode até pegar os bens pessoais do dono em alguns casos.

“Meu salário era baixo. Vou receber pouco também?”

Lucas ganhava R$ 1.922 e recebeu R$ 400 mil. Salário baixo NÃO DIMINUI seu direito. O valor da indenização depende da lesão, não do que você ganhava.

“Tenho que ir no seu escritório?”

Não. Tudo pelo WhatsApp. Atendo trabalhador de todos os 27 estados do Brasil do mesmo jeito. Audiência é por vídeo. Documento você manda por foto. Nunca precisa sair de casa.

“Em quanto tempo recebo?”

Entro com a ação em 10 dias. Quando a empresa entende que vai perder, ela faz acordo — aí sai em 3 a 6 meses (foi o caso do Lucas). Se for briga longa, 1 ano e meio a 3 anos.

“Advogado cobra muito?”

Aqui você não paga nada agora. Não adianta um centavo. Se eu ganhar, eu tiro minha parte do que a Justiça mandar a empresa pagar. Se eu perder, você não deve nada. É risco meu. Eu só pego o caso se eu confiar que vai dar certo.

Não deixa a empresa ficar com o que é seu

Lucas achava que não tinha direito. Achava que ia perder o emprego e pronto. Hoje tem R$ 400 mil no banco e recomeçou a vida.

A diferença entre ele e quem fica sem nada é uma decisão: pedir ajuda.

Sem custo. Sem compromisso. Só paga se ganhar.

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📌 Perdeu a capacidade de exercer sua profissão? Quando o acidente reduz de forma permanente sua capacidade de trabalhar no que sempre fez, existe uma indenização específica por Perda do Ofício — cumulativa com INSS, verbas trabalhistas e dano moral. Casos costumam ficar entre R$ 500 mil e R$ 2 milhões. Ver detalhes e calcular →

Dr. Welliton Ventura, advogado especialista em acidente de trabalho
Dr. Welliton VenturaAdvogado · OAB/PA 18.667-B

Especialista em acidente de trabalho ha 15 anos. Atuo em todos os 24 TRTs do Brasil. Mais de 3.000 trabalhadores atendidos em casos de amputacao, fratura, perda do oficio, doenca ocupacional e morte no trabalho. Atendimento 100% digital.

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Perguntas Frequentes

Qual o valor da indenização por perda de um dedo no trabalho?

O valor varia entre R$ 20.000 e R$ 100.000, dependendo do dedo amputado, do grau de culpa, do salário e das sequelas. Polegar e indicador geram indenizações maiores. Soma-se danos morais, estéticos, materiais e pensão mensal proporcional à perda da capacidade laborativa.

Como é calculada a indenização por amputação de dedo?

O cálculo considera o salário do trabalhador, o percentual de incapacidade pela tabela SUSEP, o grau de culpa do empregador, a idade e a expectativa de vida. Inclui dano moral, estético, material e pensão mensal vitalícia equivalente ao percentual de redução da capacidade.

Perda de dedo dá direito à aposentadoria?

Geralmente não gera aposentadoria por invalidez, pois não incapacita totalmente. O trabalhador tem direito ao auxílio-acidente (50% do salário de benefício) pago pelo INSS de forma vitalícia, até a aposentadoria, além de indenizações da empresa em caso de culpa.

Qual o dedo que gera maior indenização?

O polegar gera a maior indenização por representar 25% da funcionalidade da mão, seguido pelo indicador (15%). Pela tabela SUSEP, a perda do polegar pode chegar a 18% do capital segurado. Os valores variam de R$ 30.000 a R$ 150.000, dependendo do caso.

Quanto tempo demora um processo por perda de dedo?

Em média, processos trabalhistas por acidente de trabalho com amputação duram entre 2 e 4 anos, considerando primeira instância e recursos. Pode ser mais rápido com acordo nas audiências. A perícia médica e técnica é a fase mais demorada do processo.

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Dr. Welliton Ventura

Dr. Welliton Ventura

ULTRA Especialista em Acidente de Trabalho

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