A carga balançou e prensou seu corpo contra a estrutura. O cabo de aço arrebentou e a peça despencou. A talha desceu rápido demais e esmagou sua mão. O guindaste girou e o gancho pegou você de raspão. Toneladas suspensas, um cabo gasto, um comando que falhou — e num instante o peso que você guiava todo dia te machucou feio. Você não teve culpa. A empresa tinha obrigação de manter o equipamento seguro. Você tem direito.
Operador de ponte rolante prensado pela carga. Trabalhador atingido por peça que caiu da talha. Ajudante esmagado quando o cabo de aço rompeu. Sinaleiro pego pelo giro do guindaste. Todos têm o mesmo direito — e muitos acharam que “deu azar”, quando na verdade faltou manutenção e segurança.
Carga suspensa é dos riscos mais pesados da indústria e da construção. Acidente assim costuma ser grave e paga indenização alta.
Trabalhar com ponte rolante, talha e guindaste é movimentar toneladas no ar. A empresa era obrigada a proteger você. Ela tinha que ter dado:
Se faltou qualquer um desses, a culpa é da empresa. Não importa se “você já operava há anos”, se “o cabo sempre foi aquele” ou se mandaram acelerar a produção. Quem responde pela sua segurança é a empresa.
O valor depende da gravidade da lesão, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. Cabo, gancho e freio têm que passar por revisão e troca em dia. Se arrebentou, é porque faltou manutenção. A culpa é da empresa.
Conta. A área embaixo da carga tinha que estar isolada. Se você foi atingido trabalhando, é acidente de trabalho e tem direito.
Tem. A empresa onde você trabalhava também responde pela sua segurança. Terceirizado machucado tem direito do mesmo jeito.
Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de movimento, força reduzida e dor que não passa são sequela permanente e pagam pensão.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”O cabo de aço arrebentou sozinho. A empresa não tem culpa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Cabo, gancho e freio têm que passar por revisão e troca em dia. Se arrebentou, é porque faltou manutenção. A culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Eu não era o operador, só estava passando perto. Conta?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta. A área embaixo da carga tinha que estar isolada. Se você foi atingido trabalhando, é acidente de trabalho e tem direito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Eu era terceirizado dentro da fábrica. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. A empresa onde você trabalhava também responde pela sua segurança. Terceirizado machucado tem direito do mesmo jeito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Já tive alta mas o braço ficou sem movimento. Ainda dá?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de movimento, força reduzida e dor que não passa são sequela permanente e pagam pensão.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }O facão escorregou e cortou a perna. A mão bateu no fio da lâmina e abriu fundo. A colhedora puxou o braço perto da esteira. O sol forte, o cansaço, a meta de toneladas pra bater, e num segundo o corte que não para de sangrar no meio do canavial. Você ficou ali, longe de tudo, esperando socorro que demorou. Você não teve culpa. A empresa tinha obrigação de te dar segurança. Você tem direito.
Cortador de cana que abriu a perna com o podão. Trabalhador que perdeu dedo na facada de baixo pra cima. Operador que se feriu na colhedora mecânica. Bituqueiro e carregador machucado no transporte. Todos têm o mesmo direito — e muitos acharam que “foi descuido”, quando faltou treinamento, luva e ferramenta em condição.
Corte de cana é um dos trabalhos mais pesados e perigosos do Brasil. E acidente nesse serviço paga indenização.
Trabalhar com facão, podão e máquina pesada no calor é serviço de alto risco. A empresa (a usina, o fornecedor de cana ou o gato que te contratou) era obrigada a proteger você. Ela tinha que ter dado:
Se faltou qualquer um desses — e na lavoura quase sempre falta — a culpa é da empresa. Não importa se “você é experiente no corte”, se “todo mundo trabalha assim” ou se a meta de toneladas te empurrou. Quem responde pela sua segurança é quem te pôs pra trabalhar.
O valor depende da gravidade do corte, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. Mesmo sem carteira assinada, dá pra provar o vínculo e cobrar a indenização — da usina e de quem te contratou. Trabalhar sem registro não tira o seu direito.
Não. A empresa é obrigada a fornecer a ferramenta em condição e o equipamento de proteção. Se deixou você trabalhar com o que tinha, a culpa é dela.
Conta. Trabalho de safra, temporário ou diária também é trabalho protegido. Se se machucou cortando cana, tem direito do mesmo jeito.
Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de força, dedo travado e dificuldade de pegar peso são sequela permanente e pagam pensão.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Fui contratado pelo gato, sem carteira assinada. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Mesmo sem carteira assinada, dá pra provar o vínculo e cobrar a indenização da usina e de quem te contratou. Trabalhar sem registro não tira o seu direito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O facão era meu, eu que levei. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é obrigada a fornecer ferramenta em condição e equipamento de proteção. Se deixou você trabalhar com o que tinha, a culpa é dela.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Foi durante a safra, trabalho temporário. Conta?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta. Trabalho de safra, temporário ou diária também é trabalho protegido. Se se machucou cortando cana, tem direito do mesmo jeito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Já tive alta mas a mão ficou sem força. Ainda dá?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Dá. Alta do INSS não é cura completa. Perda de força, dedo travado e dificuldade de pegar peso são sequela permanente e pagam pensão.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }A máquina não levou só um dedo. Levou dois, três, ou a mão quase toda. A prensa, a serra, a engrenagem, a fresadora. Em um segundo a sua mão ficou sem os dedos e a sua vida virou de cabeça pra baixo. Como vai segurar uma ferramenta, abotoar a camisa, pegar o filho no colo do mesmo jeito? E ainda ouviu o chefe dizer: “foi descuido”. Não foi descuido seu. A máquina é que tinha que ter proteção. Você tem direito — e direito grande.
Operador que perdeu três dedos na prensa. Marceneiro que perdeu os dedos na serra. Trabalhador de fábrica que teve a mão puxada pela engrenagem. Operário que perdeu metade da mão na máquina. Todos têm o mesmo direito — e perder vários dedos é dos casos que mais pagam.
Quanto mais dedos perdidos, maior a perda da mão — e maior a indenização.
A mão é uma das partes mais importantes pra trabalhar. A indenização olha o quanto a sua capacidade de trabalho e de vida diminuiu. Perder vários dedos pesa mais porque:
Por isso, a perda de vários dedos costuma somar pensão mensal, dano moral e dano estético em valores bem maiores do que a perda de um dedo só.
Toda máquina que prensa, corta ou tem parte que gira é obrigada a ter proteção. A empresa tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e quase sempre falta — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava com pressa”, se a proteção “foi tirada pra produzir mais”, ou se a máquina era velha. A responsabilidade de manter a máquina segura é da empresa.
O valor depende de quantos dedos foram perdidos, de quais dedos (polegar e indicador pesam mais), da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Vale. Quanto mais dedos perdidos, maior a perda de força e movimento da mão e maior o dano estético. Isso aumenta a pensão e as indenizações.
Pesa, e bastante. O polegar é o dedo mais importante da mão. Sem ele, quase tudo fica difícil. A perda do polegar costuma aumentar bem o valor.
Tem. Dedo reimplantado que não tem força nem movimento normal continua sendo sequela permanente. Isso paga pensão e indenização.
Quando a sequela impede de voltar à mesma função, isso pesa muito a seu favor. A indenização e a pensão são calculadas justamente por essa perda de capacidade.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Perder dois ou três dedos vale mais do que perder um?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Vale. Quanto mais dedos perdidos, maior a perda de força e movimento da mão e maior o dano estético. Isso aumenta a pensão e as indenizações.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Perdi o polegar. Isso pesa mais?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pesa, e bastante. O polegar é o dedo mais importante da mão. Sem ele, quase tudo fica difícil. A perda do polegar costuma aumentar bem o valor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Reimplantaram um dedo mas ele não funciona direito. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Dedo reimplantado que não tem força nem movimento normal continua sendo sequela permanente. Isso paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Não vou mais conseguir fazer o meu serviço. E agora?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Quando a sequela impede de voltar à mesma função, isso pesa muito a seu favor. A indenização e a pensão são calculadas justamente por essa perda de capacidade.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }A carga balançou. O contêiner desceu. O fardo escorregou da empilhadeira. Em um segundo você ficou prensado entre a carga e a parede, embaixo do peso, contra o costado do navio. Talvez tenha quebrado a perna, esmagado o pé, machucado a coluna, perdido o movimento. E o capataz falou: “tinha que ter saído da frente”. Não foi culpa sua. A operação é que tinha que ser segura. Você tem direito.
Estivador prensado pelo contêiner que desceu torto. Portuário esmagado pelo fardo que caiu da empilhadeira. Trabalhador do cais atingido pela carga que soltou da lingada. Operário do armazém prensado entre o palete e a estrutura. Todos têm o mesmo direito — e esmagamento por carga é dos acidentes mais graves do porto.
Esmagamento por carga no trabalho portuário é acidente sério. E paga indenização alta.
Toda operação com carga pesada, guindaste, empilhadeira e contêiner é obrigada a ser segura. Isso está nas regras de segurança do trabalho portuário. A empresa e o operador tinham que garantir:
Se faltou qualquer um desses itens — e em operação corrida muitas vezes falta — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava perto demais” ou se a manobra foi “na pressa pra terminar o navio”. A responsabilidade de operar com segurança é da empresa.
O valor depende da gravidade do esmagamento, da parte do corpo atingida, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Tem. O trabalhador avulso do porto também tem direito a indenização por acidente e a benefício do INSS. A falta de carteira fixa não tira seu direito.
Não. Isolar a área embaixo e ao redor da carga é obrigação da empresa. Se você pôde chegar perto, faltou segurança na operação. A culpa é da empresa.
Conta, e muito. Usar cabo, cinta ou lingada gastos é falha grave de segurança. Isso reforça que a culpa é da empresa.
Tem. Lesão de coluna com perda de força pra trabalhar é sequela permanente. Paga pensão e indenização, além do benefício do INSS.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Sou avulso (OGMO), não tenho carteira fixa. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. O trabalhador avulso do porto também tem direito a indenização por acidente e a benefício do INSS. A falta de carteira fixa não tira seu direito.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Eu estava perto da carga. A culpa não foi minha?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. Isolar a área embaixo e ao redor da carga é obrigação da empresa. Se você pôde chegar perto, faltou segurança na operação. A culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O cabo de aço estava gasto e arrebentou. Conta?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e muito. Usar cabo, cinta ou lingada gastos é falha grave de segurança. Isso reforça que a culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Machuquei a coluna e não consigo mais pegar peso. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Lesão de coluna com perda de força pra trabalhar é sequela permanente. Paga pensão e indenização, além do benefício do INSS.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você estava enchendo o pneu ou montando o aro. Do nada, um estouro seco. O aro pulou. O pneu explodiu na sua direção. Em um segundo você levou um golpe que quebrou a mão, o braço, machucou a cara, o olho, ou jogou você longe. E o dono da borracharia falou: “isso acontece, faz parte”. Não faz parte. A borracharia tinha que ter segurança pra isso. Você tem direito.
Borracheiro que levou o aro de caminhão na mão. Trabalhador que pegou a explosão do pneu na cara e perdeu visão. Ajudante atingido pela trava do aro. Funcionário com a mão esmagada na desmontadora. Todos têm o mesmo direito — e muitos não cobraram porque acharam que “estouro de pneu é normal no serviço”.
Explosão de pneu e aro é um dos acidentes mais violentos da borracharia. E paga indenização alta.
Toda borracharia que monta pneu, principalmente de caminhão e ônibus, é obrigada a ter segurança. Isso está nas regras de segurança do trabalho. O patrão tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e quase sempre falta — a culpa é da empresa. Não importa se você “fazia daquele jeito há anos”, se “encheu o pneu na pressa” ou se o aro “era velho”. A responsabilidade de dar segurança é da borracharia.
O valor depende da gravidade da lesão, se atingiu o olho ou o rosto, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da borracharia, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não. A borracharia é obrigada a ter a gaiola e a exigir o uso dela. Se nunca teve, isso é falha grave da empresa e pesa a seu favor.
Tem, e o valor sobe. Perda ou redução de visão é sequela permanente grave, com dano estético e moral. É dos casos que mais pagam.
Conta, e pesa. Manter aro velho, trincado e enferrujado em uso é falha grave de segurança. Reforça que a culpa é da borracharia.
Tem. Mesmo sem registro, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Sempre enchi pneu sem gaiola. Isso tira meu direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A borracharia é obrigada a ter a gaiola e a exigir o uso dela. Se nunca teve, isso é falha grave da empresa e pesa a seu favor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O pneu me atingiu no olho e enxergo pior. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem, e o valor sobe. Perda ou redução de visão é sequela permanente grave, com dano estético e moral. É dos casos que mais pagam.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O aro era velho e enferrujado. Conta contra a empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e pesa. Manter aro velho, trincado e enferrujado em uso é falha grave de segurança. Reforça que a culpa é da borracharia.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Trabalho em borracharia pequena sem registro. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Mesmo sem registro, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Atualizado em 2 de julho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Quebrou a coluna no trabalho? Primeiro o tratamento. Depois — sem esperar “sarar” — os seus direitos: o papel do acidente (a CAT), o benefício certo no INSS, 1 ano de emprego garantido, o FGTS depositado durante o afastamento e, se ficar sequela, indenização e um salário da empresa todo mês. Este guia é o passo a passo, na ordem, sem juridiquês.
Eu sou o Welliton Ventura. Há mais de 15 anos só faço uma coisa: acidente de trabalho. Somos ULTRAESPECIALISTAS nisso — mais de 3.000 casos, mais de R$ 41 milhões recuperados pra trabalhador. Fratura de coluna por queda de altura é um dos acidentes mais sérios que chegam aqui — e um estudo brasileiro publicado em revista científica (SciELO) mostra o porquê: a queda de altura é a maior causa de lesão na medula no país, com 27,2% dos casos. Andaime, telhado, escada, caminhão: é o retrato do trabalhador brasileiro.
Aqui você vai entender: o que fazer agora (passo a passo), quais são todos os seus direitos, por que a empresa paga — e o que muda quando a lesão é gravíssima, inclusive pra família que está lendo isso por ele.
Aqui falamos do trauma — da queda, da batida, do esmagamento. Não é o desgaste devagar do dia a dia. Conta como acidente:
O ponto é um só: teve um acidente e a coluna foi machucada na hora. Isso é acidente de trabalho.
Trabalho em altura tem regra dura no Brasil: a NR-35. Ela obriga treinamento específico, cinto com talabarte, linha de vida, análise de risco antes de subir. Na construção civil tem ainda a NR-18. Agora responde com sinceridade: você recebeu treinamento de verdade pra subir onde subiu? Ganhou o cinto certo, novo, ancorado em ponto firme — ou uma corda improvisada? Tinha técnico de segurança no canteiro?
Quando a resposta é não — e quase sempre é não — a queda não foi “fatalidade”. Foi economia da empresa com a sua espinha. E em atividade de risco, a empresa paga mesmo dizendo que a culpa não foi dela.
Aí o caso muda de tamanho. Perder o movimento das pernas é o que chamamos de perda do ofício no grau máximo — e a Justiça trata assim:
Sobre a pergunta que não sai da sua cabeça — “vou voltar a andar?” — eu escrevi uma resposta honesta, sem vender milagre: quem fica paraplégico volta a andar?
Se quem quebrou a coluna é o seu marido, seu pai, seu filho — você não é só apoio. A Justiça reconhece que a SUA vida também foi atingida: o TST já mandou indenizar a esposa de um trabalhador que ficou paraplégico em R$ 150 mil, além da indenização dele. E na prática dos meus casos graves, é a família que toca a parte jurídica enquanto ele trata: reunir documento, responder pergunta, acompanhar o processo. Pode ser você. Deve ser você.
Muitas vezes, sim. Mesmo que o acidente tenha acontecido há anos, o caso pode estar vivo — cada situação tem uma análise própria. Sequela de coluna costuma piorar com o tempo, e isso importa na análise. Acidente antigo ainda dá caso — verifique antes de desistir.
Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho: 3.000+ casos, R$ 41 milhões+ recuperados. Não fazemos divórcio, não fazemos multa de trânsito — fazemos acidente de trabalho, todos os dias, no Brasil inteiro.
Sem custo inicial. Você só paga se ganhar. A análise do seu caso é grátis — e se você está de cama, um familiar responde por você.
Não. Você, a família, o sindicato ou o médico podem emitir a CAT. E a falta dela pesa contra a empresa no processo, não contra você.
Pode. O benefício do INSS é seguro público; a indenização é dívida da empresa. Se somam, e o processo não ameaça seu benefício.
Se ficou sequela, sim. A pensão repara o pedaço da capacidade que se foi — mesmo que você esteja trabalhando, até em função melhor.
Depende da sequela. Fratura consolidada com limitação, dor crônica, restrição de peso — a perícia mede a redução e a pensão sai proporcional. O que define é a sequela que ficou, não o nome da lesão.
Conta, e pesa. Dormência e fraqueza são sinais de que a lesão atingiu nervos ou medula. Isso aumenta a gravidade do caso — e o valor da indenização.
Se houve queda ou batida e a empresa não deu segurança, a culpa é dela. Não aceite que joguem a responsabilidade em você — é a empresa que tem que provar que fez tudo certo.
Varia por região e por caso — acordo pode sair em meses; sentença, mais tempo. O que não muda: quanto antes o caso começa, antes ele acaba.
Nada na entrada. A gente só recebe se você ganhar, como percentual do resultado. A primeira conversa é de graça.
A coluna quebrada já custou demais. A conta desse acidente não é sua — é da empresa que economizou na sua segurança.
Sem custo inicial. Você só paga se ganhar. A empresa tem advogado desde o dia do seu acidente. Está na hora de você ter o seu.
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{“@type”: “Question”, “name”: “A empresa não emitiu a CAT. Perdi meus direitos?”, “acceptedAnswer”: {“@type”: “Answer”, “text”: “Não. Você, a família, o sindicato ou o médico podem emitir a CAT. E a falta dela pesa contra a empresa no processo, não contra você.”}},
{“@type”: “Question”, “name”: “Estou afastado pelo INSS. Posso processar a empresa mesmo assim?”, “acceptedAnswer”: {“@type”: “Answer”, “text”: “Pode. O benefício do INSS é seguro público; a indenização é dívida da empresa. Se somam, e o processo não ameaça seu benefício.”}},
{“@type”: “Question”, “name”: “Voltei a trabalhar. Ainda tenho direito a indenização?”, “acceptedAnswer”: {“@type”: “Answer”, “text”: “Se ficou sequela, sim. A pensão repara o pedaço da capacidade que se foi — mesmo que você esteja trabalhando, até em função melhor.”}},
{“@type”: “Question”, “name”: “Quebrei a coluna mas não fiquei paraplégico. Tenho caso?”, “acceptedAnswer”: {“@type”: “Answer”, “text”: “Depende da sequela. Fratura consolidada com limitação, dor crônica, restrição de peso — a perícia mede a redução e a pensão sai proporcional. O que define é a sequela que ficou, não o nome da lesão.”}},
{“@type”: “Question”, “name”: “Fiquei com dormência ou fraqueza na perna depois da queda. Conta?”, “acceptedAnswer”: {“@type”: “Answer”, “text”: “Conta, e pesa. Dormência e fraqueza são sinais de que a lesão atingiu nervos ou medula. Isso aumenta a gravidade do caso — e o valor da indenização.”}},
{“@type”: “Question”, “name”: “A empresa diz que a culpa foi do meu jeito de carregar peso. E agora?”, “acceptedAnswer”: {“@type”: “Answer”, “text”: “Se houve queda ou batida e a empresa não deu segurança, a culpa é dela. Não aceite que joguem a responsabilidade em você — é a empresa que tem que provar que fez tudo certo.”}},
{“@type”: “Question”, “name”: “Quanto tempo demora o processo?”, “acceptedAnswer”: {“@type”: “Answer”, “text”: “Varia por região e por caso — acordo pode sair em meses; sentença, mais tempo. O que não muda: quanto antes o caso começa, antes ele acaba.”}},
{“@type”: “Question”, “name”: “Quanto custa o advogado?”, “acceptedAnswer”: {“@type”: “Answer”, “text”: “Nada na entrada. A gente só recebe se você ganhar, como percentual do resultado. A primeira conversa é de graça.”}}
]
}
Atualizado em 2 de julho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
A aposentadoria por invalidez acidentária (B92) NÃO encerra o seu caso — ela abre a porta dele. O que o INSS te paga é um seguro público. O que a empresa te deve é outra conta, separada: indenização pela dor e pela marca que ficou, gastos de tratamento e um salário todo mês, que pode ser pelo resto da vida. Um se soma ao outro.
Eu sou o Welliton Ventura. Há mais de 15 anos só faço uma coisa: acidente de trabalho. Somos ULTRAESPECIALISTAS nisso — mais de 3.000 casos, mais de R$ 41 milhões recuperados pra trabalhador. E eu vejo o mesmo erro se repetir toda semana: o trabalhador se aposenta pelo B92, acha que “acabou”, e deixa a parte mais valiosa do caso na mesa — a que a empresa deve.
Aqui você vai entender: o que é o B92, por que ele é a prova mais forte que você pode ter contra a empresa, o que dá pra cobrar além do INSS e o que a Justiça vem mandando pagar em casos assim.
Todo benefício do INSS tem um código. O 91 é o auxílio do acidente de trabalho (o afastamento). O 92 é a aposentadoria por invalidez causada por acidente de trabalho: quando a perícia entende que a sequela é permanente e você não tem mais condição de voltar a trabalhar.
Agora presta atenção no que quase ninguém te fala. Quando o INSS te aposenta pelo código 92, o próprio governo está reconhecendo, por escrito, duas coisas:
Isso é metade do caminho da prova do processo contra a empresa — já pronta, carimbada pelo Estado. É por isso que quem tem B92 e nunca processou a empresa está, na prática, sentado em cima de um caso forte sem saber.
Pode — e na maioria dos casos, deve. O INSS e a empresa são dois bolsos diferentes:
E tem um detalhe que pesa muito nos meus processos: o padrão do abandono. A empresa te leva pro hospital, emite o papel do acidente, te afasta pelo INSS — e depois some. Não acompanha o tratamento, não paga fisioterapia, não paga psicólogo, não readapta. Te joga na mão do INSS e desaparece. A Justiça enxerga esse abandono, e ele aumenta a indenização.
Números públicos, de decisões reais:
Pra ficar claro: cada caso tem seu valor. O exemplo do Antônio ajuda a entender a lógica: pedreiro, 48 anos, caiu de um telhado, fraturou a coluna, se aposentou pelo B92 com um benefício de R$ 2.100. Se a Justiça reconhecer a perda total do ofício dele, a empresa pode ser condenada a pagar uma pensão mensal em cima do salário que ele ganhava — todo mês, além do INSS — mais a indenização pela dor. É um exemplo pra você ver a estrutura da conta, não uma promessa de valor.
Não decida isso sozinho. Mesmo que o acidente (ou a aposentadoria) tenha acontecido há anos, o caso pode estar vivo — cada situação tem uma análise própria. A empresa adora que você ACHE que perdeu o prazo. Acidente antigo ainda dá caso em muitas situações. Verifique antes de desistir.
Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho: 3.000+ casos, R$ 41 milhões+ recuperados. Caso de aposentadoria por invalidez acidentária é o que chamamos de perda do ofício no grau máximo — e é exatamente o tipo de caso que a gente mais gosta de pegar, porque a prova principal (o B92) você já tem.
Sem custo inicial. Você só paga se ganhar. A análise do seu caso é grátis.
Não. O B92 é o seguro público do INSS, pago porque você contribuiu. A indenização é dívida da empresa pela culpa no acidente. São fontes diferentes e se acumulam.
Não. O processo contra a empresa não mexe no seu benefício do INSS. São esferas separadas — uma coisa não ameaça a outra.
Sim: o INSS deve pagar 25% a mais na sua aposentadoria — é a chamada grande invalidez. Veja quem tem direito ao adicional de 25% e como pedir.
Em regra, a aposentadoria por invalidez de acidente de trabalho é isenta de Imposto de Renda — e dá pra recuperar o que já foi pago. Veja como funciona a isenção.
Muitas vezes, sim. Empresas que fecham deixam sócios, grupos econômicos e patrimônio pra trás — e a Justiça do Trabalho sabe alcançar isso. É análise caso a caso.
Nada na entrada. A gente só recebe se você ganhar, como percentual do resultado. A primeira conversa é de graça.
Você já tem a prova mais difícil: o próprio Estado reconheceu que o trabalho te tirou a capacidade de trabalhar. Falta cobrar de quem deixou acontecer.
Sem custo inicial. Você só paga se ganhar. A empresa tem advogado desde o dia do seu acidente. Está na hora de você ter o seu.
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Atualizado em 10 de agosto de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Resposta honesta: depende do tipo de lesão na medula. Na lesão incompleta, parte das pessoas recupera movimentos com reabilitação. Na lesão completa, a medicina de hoje não tem cura — quem te prometer o contrário está mentindo. E é justamente aí que quase ninguém te conta o mais importante: quando a sequela é definitiva, o seu caso passa a ser o mais forte que existe em acidente de trabalho. O STJ já firmou que a indenização de quem fica paraplégico deve ser maior que a de um caso de morte — porque você segue vivo, com as despesas e as limitações, pelo resto da vida. Na prática isso é pensão mensal vitalícia paga pela empresa, aposentadoria por invalidez acidentária, adicional de 25% do INSS e indenização pela dor e pela marca.
Eu não sou médico. Sou advogado. Eu sou o Welliton Ventura, e há mais de 15 anos só faço uma coisa: acidente de trabalho. Somos ULTRAESPECIALISTAS nisso — mais de 3.000 casos, mais de R$ 41 milhões recuperados pra trabalhador. E essa pergunta do título chega no meu escritório toda semana, feita pelo próprio acidentado ou pela esposa, pela mãe, pelo filho. Por isso resolvi responder por escrito, sem enrolação.
Aqui você vai entender: o que a medicina responde hoje sobre voltar a andar, onde buscar reabilitação séria sem pagar nada — e quais direitos seus estão correndo agora, enquanto você se recupera.
Ninguém sério responde essa pergunta com “sim” ou “não” sem olhar o seu exame. O que define tudo é o tipo de lesão:
Se alguém — clínica, “tratamento milagroso”, vendedor de esperança — te prometer que você volta a andar mediante pagamento, desconfie. A reabilitação séria não promete cura: ela promete o máximo de independência possível. E isso já muda uma vida.
O Brasil tem centros públicos de reabilitação que estão entre os mais respeitados do mundo:
Uma coisa que pouca gente te conta: quando a volta ao trabalho acontece, ela demora anos — tratamento, consulta, adaptação — e a conta chega todo mês. E quando ela não acontece, o que sustenta a sua casa pelo resto da vida não é a reabilitação: é o direito. Por isso a parte jurídica não pode esperar você “sarar primeiro”.
Se a lesão aconteceu no trabalho — queda de andaime, queda de telhado, acidente com máquina, tombo de altura — você não tem só um problema médico. Você tem um caso. E o erro que mais destrói caso de paraplegia é o mais simples de todos: o acidente nunca foi registrado direito. Sem a CAT emitida e sem o benefício no código certo, a empresa dorme em paz e a família fica só com o SUS e com a conta chegando. Regularizar esse registro é a primeira coisa que a gente faz — e dá pra fazer mesmo anos depois.
Olha o que corre a seu favor enquanto você se reabilita:
Essa é a pergunta que dói — e é a que mais muda o seu caso. Quanto mais definitiva é a sequela, maior é a conta que a empresa tem que pagar. Não é crueldade da lei: é o reconhecimento de que a sua vida inteira foi redirecionada num segundo.
Quando a perícia reconhece que você não volta a exercer a sua profissão, entra o que a Justiça chama de perda do ofício — e na paraplegia ela costuma vir no grau máximo. O efeito prático é a pensão mensal vitalícia paga pela empresa, calculada sobre o que você ganhava, que se soma ao que o INSS te paga (não desconta). É dinheiro entrando todo mês, pelo resto da vida.
Some a isso o que quase ninguém pede: o adicional de 25% na aposentadoria por invalidez quando você depende de outra pessoa pra se cuidar; o dano estético, que é separado do dano moral e se soma a ele; o custo de cadeira, adaptação da casa e do carro; e o direito da sua família, que a Justiça também reconhece.
Por isso eu repito a mesma frase pra toda família que chega aqui: não espere “melhorar” pra procurar advogado. O caso mais valioso é justamente o que não tem cura — e é o que a empresa mais tenta abafar enquanto você está ocupado tentando andar.
Acontece — e os números são públicos:
São decisões reais, de tribunais, com fonte pública. Não é promessa minha: é o que a Justiça brasileira vem decidindo.
Calma. Mesmo que o acidente tenha acontecido há anos, o caso pode estar vivo — cada situação tem uma análise própria. A primeira coisa que a empresa torce é pra você ACHAR que perdeu o prazo. Se te falaram que “já passou”, desconfie: acidente antigo ainda dá caso em muitas situações. Verifique antes de desistir.
Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho: 3.000+ casos, R$ 41 milhões+ recuperados. Não fazemos divórcio, não fazemos multa de trânsito — fazemos acidente de trabalho, todos os dias, no Brasil inteiro. Caso de paraplegia é o que chamamos de perda do ofício no grau máximo: a Justiça olha pra vida profissional inteira que foi destruída, não só pra lesão.
Sem custo inicial. Você só paga se ganhar. A análise do seu caso é grátis. E se você está de cama ou de cadeira, quem responde as perguntas pode ser um familiar — é assim na maioria dos nossos casos graves.
Depende do tipo de lesão. Na lesão incompleta, parte das pessoas recupera movimentos com reabilitação. Na lesão completa, a medicina de hoje ainda não tem cura — e é preciso desconfiar de qualquer promessa paga de “voltar a andar”. Só o médico que acompanha o caso pode responder com o exame na mão.
Pode. A aposentadoria vem do INSS, que é um seguro público. A indenização e a pensão vêm da empresa, que é quem causou (ou deixou acontecer) o acidente. São coisas diferentes e se somam.
Tem. A Justiça reconhece que a vida da esposa, dos filhos, de quem cuida, também foi atingida. O TST já mandou pagar R$ 150 mil só pra esposa de um trabalhador que ficou paraplégico.
Muitas vezes, sim. Mesmo acidente antigo pode estar com o caso vivo — cada situação tem uma análise própria. Não desista por conta própria: verifique primeiro.
Nada na entrada. A gente só recebe se você ganhar — o honorário sai como percentual do resultado, no final. A primeira análise é de graça.
Em regra, sim: paralisia irreversível está na lista de situações que isentam a aposentadoria do Imposto de Renda. Veja como pedir a isenção e recuperar o que já pagou.
A reabilitação é a sua primeira batalha — e ela é sua e dos médicos. A segunda batalha é nossa: fazer a empresa pagar por tudo que essa lesão levou. As duas podem (e devem) andar juntas.
Sem custo inicial. Você só paga se ganhar. A empresa tem advogado desde o dia do seu acidente. Está na hora de você ter o seu.
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{“@type”: “Question”, “name”: “Quem fica paraplégico volta a andar?”, “acceptedAnswer”: {“@type”: “Answer”, “text”: “Depende do tipo de lesão. Na lesão incompleta, parte das pessoas recupera movimentos com reabilitação. Na lesão completa, a medicina de hoje ainda não tem cura — e é preciso desconfiar de qualquer promessa paga de ‘voltar a andar’. Só o médico que acompanha o caso pode responder com o exame na mão.”}},
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A serra estava girando. A pedra escorregou. A sua mão foi junto. Em um segundo o disco abriu um corte fundo na sua mão, decepou um dedo ou cortou os tendões. Sangue, dor, desespero. E o dono da marmoraria falou: “tinha que estar prestando atenção”. Não foi falta de atenção sua. A máquina é que tinha que ter proteção. Você tem direito.
Marmorista que cortou a mão na serra de bancada. Ajudante de marmoraria que pegou o dedo no disco. Serralheiro ferido na policorte. Trabalhador da serra de fita que perdeu os dedos. Todos têm o mesmo direito — e muitos não cobraram porque acreditaram que a culpa era deles.
Corte de serra na mão é um dos acidentes mais graves da marmoraria e da serralheria. E paga indenização alta.
Toda serra, disco e máquina de corte é obrigada a ter proteção. Isso está na lei de segurança de máquinas. A empresa tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e quase sempre falta — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava com pressa”, se “tiraram a coifa porque atrapalhava”, ou se a serra era velha. A responsabilidade de manter a máquina segura é da empresa.
O valor depende da gravidade do corte, de quantos dedos foram afetados, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não. A empresa é obrigada a manter a proteção e a não deixar trabalhar sem ela. Se a coifa estava tirada, isso pesa contra a empresa, não contra você.
Vale, e muito. Um dedo a menos ou um tendão cortado é perda permanente, dano estético e dano moral. Casos do escritório com perda de um dedo passaram de R$ 40 mil.
Conta, e pesa. Manter serra velha, improvisada e sem proteção funcionando é falha grave. Isso reforça que a culpa é da empresa.
Tem. Dedo que não dobra, perda de força e dormência são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, a sequela paga pensão e indenização.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”A coifa da serra estava tirada. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é obrigada a manter a proteção e a não deixar trabalhar sem ela. Se a coifa estava tirada, isso pesa contra a empresa, não contra você.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Cortei um dedo só. Vale a pena processar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Vale, e muito. Um dedo a menos ou um tendão cortado é perda permanente, dano estético e dano moral. Casos do escritório com perda de um dedo passaram de R$ 40 mil.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A serra era velha e improvisada. Conta contra a empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e pesa. Manter serra velha, improvisada e sem proteção funcionando é falha grave. Isso reforça que a culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Minha mão sarou mas o dedo não dobra mais. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Dedo que não dobra, perda de força e dormência são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, a sequela paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }Você estava embaixo do carro, na bancada ou na prensa hidráulica. O macaco cedeu. O elevador desceu. A prensa fechou com a sua mão dentro. Em um segundo a sua mão ficou presa no equipamento. Talvez tenha esmagado os dedos, quebrado os ossos, arrancado a pele. E o dono da oficina falou: “você não tomou cuidado”. Não foi falta de cuidado seu. O equipamento é que tinha que ser seguro. Você tem direito.
Mecânico de carro que prendeu a mão na prensa de mola. Mecânico de caminhão esmagado pelo macaco que cedeu. Funileiro que pegou a mão na desempenadeira. Mecânico industrial que prendeu o dedo na máquina que ligou sozinha. Todos têm o mesmo direito — e muitos não cobraram porque acharam que a culpa era deles.
Esmagamento de mão de mecânico é acidente grave. E paga indenização alta.
Toda oficina e empresa é obrigada a manter os equipamentos seguros. Isso está na lei de segurança do trabalho. O patrão tinha que ter:
Se faltou qualquer um desses itens — e quase sempre falta em oficina — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava com pressa”, se o equipamento “era velho mas sempre funcionou”, ou se você fazia daquele jeito há anos. A responsabilidade de manter tudo seguro é do patrão.
O valor depende da gravidade do esmagamento, de quantos dedos foram afetados, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta do patrão, calcule.
O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.
Não. A empresa é obrigada a treinar e a fiscalizar. Se você fez do jeito que dava pra dar conta do serviço cobrado, a culpa continua sendo dela por não garantir segurança.
Tem. Mesmo sem registro ou com registro errado, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.
Conta, e muito. Manter macaco, elevador ou prensa velhos e sem revisão é falha grave. Isso reforça que a culpa é da oficina.
Tem. Perda de força, dormência e dificuldade de pegar peso são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Eu usei o equipamento do jeito errado. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A empresa é obrigada a treinar e fiscalizar. Se você fez do jeito que dava pra dar conta do serviço cobrado, a culpa continua sendo dela por não garantir segurança.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Trabalho em oficina pequena, sem registro certinho. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Mesmo sem registro ou com registro errado, se você trabalhava ali, tem direito. A falta de registro é mais um erro da empresa que pesa a seu favor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”O macaco era velho e cedeu. Conta contra a empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e muito. Manter macaco, elevador ou prensa velhos e sem revisão é falha grave. Isso reforça que a culpa é da oficina.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Minha mão sarou mas ficou sem força pra segurar ferramenta. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Perda de força, dormência e dificuldade de pegar peso são sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }