Quem trabalha em frigorífico do oeste catarinense, fábrica de móveis de São Bento do Sul, polo metal-mecânico de Joinville, têxtil de Blumenau ou obra do litoral sabe: mão e dedo são o maior volume de acidente de trabalho do Brasil. Em Santa Catarina, serra-fita de frigorífico, prensa de marcenaria e estampadora de metalúrgica são as máquinas que mais mordem mão.
A Justiça do Trabalho de Santa Catarina é uma das que mais paga indenização por acidente no Brasil: nos nossos casos, o valor médio em SC chega a R$ 132 mil e a taxa de sucesso bate 83% — os números mais altos do país. Empresa que viola norma de segurança e atinge a mão do trabalhador catarinense costuma ser condenada.
Meu nome é Welliton Ventura. Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho, com 3.000+ casos e R$ 41 milhões+ recuperados pros nossos clientes. Atuamos em todos os TRTs do Brasil, e Santa Catarina está entre os estados de maior volume — principalmente frigorífico, móveis e metal-mecânica.
Valor médio dos nossos casos em Santa Catarina: R$ 132 mil. SC tem uma das maiores médias do país.
Um dedo amputado: em torno de R$ 70 mil. Polegar paga mais, indicador vem logo atrás. Mais de um dedo soma dano moral + estético + material.
Lesão de braço: em torno de R$ 148 mil, conforme a perda de movimento e força.
Lesão de perna: em torno de R$ 135 mil, com pensão mensal quando há sequela permanente.
Lesão de coluna: em torno de R$ 190 mil — é a faixa mais alta, por afetar a vida inteira e a capacidade de trabalho.
Perda da capacidade para o ofício: operador de serra, marceneiro, faqueiro de frigorífico, soldador que não volta à função — pensão mensal cheia, vitalícia.
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Sim. Atendemos todo o estado de Santa Catarina, de forma 100% online. Você manda os documentos pelo celular, conversa com a gente sem sair de casa, e a presença física só acontece nos dias de audiência e perícia. Não importa se você é de Joinville, Chapecó, Blumenau, Criciúma, Lages ou de uma cidade pequena do interior.
Já, e várias vezes. Um exemplo real: a 5ª Câmara do Tribunal do Trabalho de Santa Catarina condenou uma empresa a pagar R$ 48 mil a um trabalhador que teve três dedos da mão esquerda esmagados numa prensa de chapas de compensado.
O ponto central foi a falta de treinamento específico: o trabalhador só tinha recebido treinamento geral, e não capacitação pra operar aquela máquina. A relatora deixou claro que a culpa recai inteira sobre a empresa quando ela não prova que treinou o trabalhador direito. (Processo nº 0000215-09.2019.5.12.0015, 5ª Câmara do TRT-SC.)
É exatamente esse tipo de falha — máquina sem proteção e trabalhador sem treinamento real — que faz a gente ganhar caso em Santa Catarina.
Cobre prensa, serra-fita, serra esquadrejadeira, estampadora, tupia, torno. O que as empresas mais violam:
Obriga pausa pra descanso, ritmo de linha controlado, luva metálica, rodízio de função e treinamento. Quase todo processo contra frigorífico do oeste catarinense parte da violação dessa norma.
Nas obras do litoral. Obriga cinto de segurança, linha de vida, análise de risco e treinamento. Faltou? A culpa da queda é da empresa.
Também entram a norma do EPI (NR-6), a da construção (NR-18) e a da empilhadeira (NR-11).
Responda com sinceridade:
Um “não” em qualquer uma dessas = a empresa violou norma de segurança. Isso derruba a defesa dela — foi exatamente assim no caso julgado em SC.
É um padrão que se repete em Santa Catarina, principalmente em frigorífico e metalúrgica: a empresa leva no ambulatório, estabiliza, encaminha pro hospital, emite a CAT, afasta pelo INSS — e some. Não acompanha o tratamento, não paga fisioterapia longa, não custeia prótese boa, não oferece readaptação.
Isso é ilegal. A empresa é obrigada a prestar socorro continuado:
Abandonar o trabalhador depois do acidente aumenta o valor da indenização. A Justiça de SC valoriza muito essa tese.
Era operador de prensa, faqueiro de frigorífico, marceneiro, soldador, costureira? E hoje sua mão não responde mais como antes, não dá mais pra voltar à função?
Essa é a chamada perda do ofício — e é a tese que mais paga. A Justiça olha pra sua vida profissional inteira que foi interrompida e fixa pensão mensal vitalícia sobre o salário cheio. É o que mais transforma a vida do trabalhador catarinense.
Em torno de 13 meses é a duração média dos nossos processos em Santa Catarina até a primeira decisão — mais rápido que a média nacional.
Quanto vale meu caso de acidente de trabalho em Santa Catarina? Depende da lesão, da culpa da empresa e da sua função. A média dos nossos casos em SC é R$ 132 mil. Um dedo gira em torno de R$ 70 mil, braço R$ 148 mil, perna R$ 135 mil e coluna R$ 190 mil. Em exemplos sérios o valor pode passar de R$ 100 mil. Use a calculadora pra ter uma estimativa do seu.
Sou de cidade pequena do interior de SC. Vocês atendem? Sim. Atendemos Santa Catarina inteira, 100% online. Você não precisa ir até um escritório — resolve tudo pelo celular, e a presença só acontece nos dias de audiência.
A empresa não emitiu a CAT. Perdi meu direito? NÃO. A falta da CAT prejudica a empresa, não você. Prontuário do hospital, atestado, testemunha e até mensagem no celular bastam pra provar o acidente.
Sou terceirizado no frigorífico. Posso processar a empresa dona? Pode. Em atividade de risco, como abate e linha de produção, a empresa que contratou a terceirizada responde junto pela indenização.
Fui demitido depois do acidente. Isso é legal? Não. Quem se acidenta tem estabilidade de 12 meses depois da alta do INSS. Se te mandaram embora, você tem direito a voltar ou a ser indenizado por isso.
Três coisas pra fazer hoje:
Depois disso, se o seu caso se encaixa, a gente leva pra Justiça de Santa Catarina. Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho — é só isso que a gente faz.
Atualizado em 8 de junho de 2026.
Machucou a coluna numa queda ou levando peso no trabalho? Você tem direito a indenização da empresa, pensão mensal e benefícios do INSS. Quando a lesão na coluna deixa limitação ou paralisia parcial, esses casos costumam ficar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, podendo passar de R$ 100 mil nos casos mais graves.
Atenção: aqui a gente fala de lesão na coluna por acidente — uma queda, um tombo, uma carga que caiu em cima, um esforço que travou tudo na hora. Não é a dor que aparece devagar com o tempo. É o trauma de uma hora pra outra. Esse tipo de caso vale muito, e vamos explicar por quê.
Dá, e dos altos. Quando você cai, é atingido por um peso ou se machuca de forma brusca e isso lesiona sua coluna, a empresa é responsável. A coluna comanda o movimento do corpo inteiro — uma lesão ali pode deixar a pessoa sem força nas pernas, sem conseguir abaixar, levantar peso, ou até andar.
Quanto maior a limitação, maior a indenização. Nos casos mais graves, com paralisia, os valores chegam a centenas de milhares de reais.
Pela nossa experiência em mais de 3.000 casos, a faixa para lesões com limitação fica entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, somando dano moral, dano estético e o valor pela perda da capacidade de trabalho.
Um caso real e grave: a Justiça do Trabalho do Ceará condenou uma empresa a indenizar em R$ 425 mil um gari que ficou paraplégico depois de cair de cerca de 3 metros enquanto podava uma árvore, somando danos morais, estéticos e existenciais, além de pensão vitalícia (veja a reportagem da decisão). Quanto mais grave a sequela na coluna, mais alto o valor.
Aí o caso fica entre os mais sérios que existem. Além do dano moral e estético, a empresa tem que pagar:
Tem. A pensão é paga pela empresa, e o INSS é um benefício seu. São coisas separadas. Numa lesão de coluna que te afasta do trabalho, você costuma ter direito ao auxílio por incapacidade ou à aposentadoria pelo INSS, somados à indenização e à pensão da empresa.
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Esse texto é sobre lesão por acidente (trauma de uma hora pra outra). Dor que vem aos poucos pelo esforço é outro assunto e segue regras diferentes. Se você não tem certeza do seu caso, vale a pena conferir com quem entende.
Conta. Até queda de pequena altura pode causar lesão grave na coluna. O que importa é a sequela que ficou, não de quão alto você caiu.
A empresa é obrigada a oferecer ambiente seguro, cinto, andaime firme e treinamento. Se faltou segurança, a responsabilidade é dela, mesmo que digam que você foi descuidado.
Sim. O INSS é um direito, a indenização da empresa é outro. Você tem direito aos dois.
Nada adiantado. Os honorários só são cobrados se você ganhar.
A Ventura Advogados é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos e R$ 41 milhões+ recuperados para trabalhadores em todo o Brasil. Veja também os valores de indenização por estado e conheça seus direitos em caso de acidente de trabalho.
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Perdeu a visão de um olho num acidente de trabalho? Você tem direito a uma indenização alta da empresa, pensão mensal e os benefícios do INSS. Casos assim costumam ficar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, e podem passar de R$ 100 mil quando a empresa não deu óculos de proteção ou treinamento de segurança.
Um respingo de solda, uma fagulha, um estilhaço, um produto químico no olho. Em segundos a visão vai embora — e não volta. Se isso aconteceu com você no trabalho, a empresa tem que pagar. E o valor é alto, porque perder um olho é perder pra sempre. Vamos explicar tudo em linguagem simples.
Pela nossa experiência em mais de 3.000 casos, a faixa fica entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, somando dano moral, dano estético e o valor pela perda da capacidade de trabalho. Perder um olho reduz muito a profundidade da visão e a segurança pra trabalhar, e a Justiça leva isso a sério.
Um caso real: a Justiça do Trabalho de Minas Gerais condenou um empregador a pagar R$ 190 mil a um trabalhador de Juiz de Fora que perdeu a visão do olho direito (veja a decisão oficial aqui). Em outro caso, no Rio Grande do Sul, a Justiça condenou a empresa porque os óculos de segurança que ela deu eram inadequados — não tinham proteção embaixo.
Na maioria das vezes, sim — e isso é o que muita gente não sabe. A empresa é obrigada a:
Se a empresa não deu o óculos, deu um óculos errado, ou nunca cobrou o uso, a culpa é dela. Mesmo que você estivesse sem o óculos na hora, a responsabilidade de fiscalizar era da empresa.
Tem. Perder a visão de um olho reduz sua capacidade de trabalho, e por isso a empresa deve pagar uma pensão mensal. O valor é calculado pelo seu salário e pela redução da sua capacidade. Dependendo da gravidade, essa pensão pode ser vitalícia.
Recebe. A perda de visão de um olho costuma dar direito ao auxílio-acidente do INSS, que é um valor pago todo mês por causa da sequela. E isso é independente da indenização da empresa — você tem direito aos dois.
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Tem. Mesmo a perda parcial da visão gera indenização e, muitas vezes, auxílio do INSS. O valor depende do quanto você perdeu.
Não muda o direito. Respingo de produto químico, solda, fagulha, estilhaço — qualquer um que tire sua visão no trabalho dá direito à indenização.
A empresa tem que provar que entregou o equipamento certo e que cobrava o uso. Sem essa prova, a responsabilidade fica com ela.
Sim. O benefício do INSS não impede a indenização da empresa. São direitos diferentes.
Nada adiantado. Os honorários só são cobrados se você ganhar, sobre o que receber.
A Ventura Advogados é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos e R$ 41 milhões+ recuperados para trabalhadores em todo o Brasil. Veja também os valores de indenização por estado e entenda seus direitos em caso de acidente de trabalho.
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Sofreu uma fratura exposta no trabalho? O valor da sua indenização tende a ser maior do que numa fratura comum, justamente porque a fratura exposta é mais grave, tem risco de infecção, exige cirurgia e o afastamento é longo. Na nossa experiência, esses casos costumam ficar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, podendo passar de R$ 100 mil quando fica sequela permanente.
Fratura exposta é quando o osso quebra e rompe a pele, ficando à mostra. É um dos acidentes mais sérios que acontecem em fábrica, obra e máquina. E sim: por ser mais grave, ela vale mais. Vamos te explicar o porquê em linguagem simples.
A diferença está na gravidade e nas consequências. Numa fratura exposta:
Quanto maior a sequela e mais longo o afastamento, maior a indenização. É a lógica que a Justiça segue: quem sofreu mais, recebe mais.
Pela nossa experiência em mais de 3.000 casos, a faixa fica entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, somando dano moral, dano estético (a cicatriz da cirurgia conta) e o valor pela perda de capacidade de trabalho.
Um caso real: a Justiça do Trabalho de Campinas condenou uma empresa a pagar R$ 30 mil por danos morais e estéticos, mais pensão vitalícia, a um trabalhador que sofreu fratura exposta do tornozelo e esmagamento da perna ao descarregar tubos (leia a decisão oficial aqui). E esse era um caso de sequela menor — quando a limitação é grande, o valor sobe bastante.
Dá sim. A cicatriz grande, a perna mais fina, o jeito de andar diferente — tudo isso entra no chamado dano estético, que é pago à parte do dano moral. Ou seja, são dois valores que se somam.
Se você ficou mancando, com dor crônica, ou perdeu força e não consegue mais trabalhar como antes, a empresa tem que pagar uma pensão mensal. Essa pensão é calculada pelo seu salário e por quanto da sua capacidade você perdeu, e pode ser vitalícia.
Além disso, todo o tratamento — cirurgias, fisioterapia, remédios, próteses internas — também é responsabilidade da empresa.
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Cada caso é diferente, mas o trabalho começa rápido. O importante é não perder o prazo: em geral são até 2 anos depois de sair da empresa.
Aumenta. Complicações como infecção, novas cirurgias e tratamento prolongado tornam o caso mais grave, e isso pesa no valor da indenização.
Na maioria dos acidentes com máquina, equipamento ou falta de segurança, a responsabilidade é da empresa. Falta de EPI e de treinamento joga muito a seu favor.
Sim. O benefício do INSS é um direito, e a indenização da empresa é outro. Você tem direito aos dois.
Não. Você não paga nada adiantado. Os honorários só são cobrados se você ganhar.
A Ventura Advogados é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos e R$ 41 milhões+ recuperados para trabalhadores em todo o Brasil. Veja também os valores de indenização por estado e conheça seus direitos em caso de acidente de trabalho.
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Motorista que não pode mais dirigir depois de um acidente tem direito a uma indenização alta. Quando você perde a capacidade de tocar a profissão que sempre fez, isso se chama perda do ofício, e o valor sobe bastante: casos assim costumam ficar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, mais uma pensão todos os meses, porque você perdeu seu ganha-pão.
Perda do ofício é quando o acidente te deixa sem poder mais exercer a profissão que você sabe fazer. Pra um motorista, isso acontece quando uma lesão impede de dirigir com segurança: perdeu força no braço, no pulso ou na perna, teve problema na coluna, ficou com a visão comprometida ou não pode mais ficar horas sentado guiando. Você até pode trabalhar em outra coisa, mas perdeu o trabalho da sua vida, e a Justiça enxerga isso como um prejuízo grande.
Por isso, a indenização de quem perde o ofício é maior que a de uma lesão comum. Entenda melhor a perda do ofício aqui.
Segundo o Índice Ventura, casos de perda do ofício costumam fechar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil. Mas o ponto mais importante pra você é a pensão mensal: como você perdeu a profissão, a empresa pode ser obrigada a te pagar um valor todo mês, às vezes por muitos anos.
Um caso real mostra isso: um motorista que ficou 100% incapaz para a função de motorista, segundo laudo médico, conseguiu na Justiça uma pensão mensal no valor do último salário, até completar 76 anos. A decisão foi do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (veja a notícia oficial do TRT-23).
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Não. Você pode arrumar outro trabalho pra se sustentar e mesmo assim continuar recebendo a pensão pela perda do ofício de motorista. O direito é por ter perdido a SUA profissão, não por estar parado em casa. A empresa costuma tentar usar isso pra não pagar, mas não procede.
Pode. O INSS paga um benefício à parte. A empresa paga porque falhou na segurança (caminhão sem manutenção, jornada exagerada, falta de equipamento). São direitos diferentes e um não anula o outro.
Tem. Se a lesão te impede de exercer a profissão de motorista, isso é perda do ofício, e a indenização é mais alta, normalmente com pensão mensal.
Sim. A pensão é por ter perdido sua profissão de motorista, não por estar desempregado. Trabalhar em outra coisa não tira esse direito.
Em muitos casos sim. Acidente no caminho do trabalho pode ser considerado acidente de trabalho. Vale consultar pra confirmar o seu caso.
Pode. Quem se acidenta tem estabilidade de 12 meses após voltar do afastamento. Demissão nesse período é irregular.
Na maioria dos casos sim. O prazo é maior do que muita gente pensa. Não deixe de consultar por causa disso.
A Ventura Advogados é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos atendidos e R$ 41 milhões já recuperados para trabalhadores. A perda do ofício é um dos casos que mais dominamos, justamente porque é onde o trabalhador mais é prejudicado.
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Veja também: tudo sobre perda do ofício, valores de indenização por estado e acidente de trabalho.
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Sofreu acidente com empilhadeira no trabalho? A culpa quase sempre é da empresa, e você tem direito a indenização. Quem foi atropelado, prensado ou ficou com sequela por causa de empilhadeira pode receber entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, além do que o INSS paga. Em muitos casos a empresa ainda precisa pagar uma pensão todo mês.
Na grande maioria das vezes, da empresa. A empilhadeira é uma máquina pesada e perigosa, e a lei exige que só dirija quem tem treinamento e autorização (a chamada NR-11). Quando a empresa deixa qualquer um operar, não separa a área das pessoas que andam a pé, ou não faz a manutenção do equipamento, ela está falhando na segurança, e responde pelo acidente.
Os acidentes mais comuns com empilhadeira são:
Precisa, obrigatoriamente. Empilhadeira só pode ser dirigida por quem fez o curso e foi autorizado pela empresa. Se você ou o colega que causou o acidente não tinham esse treinamento, isso é falha grave da empresa. Foi exatamente o que aconteceu num caso real: a empilhadeira era operada por alguém sem preparo, com o supervisor sabendo, e a empresa foi condenada.
Segundo o Índice Ventura, casos com sequela costumam fechar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil. Quando sobra alguma limitação (mancar, perder força no pé, não conseguir mais ficar de pé o dia todo), entra também a pensão mensal vitalícia.
Num caso real, um trabalhador atropelado por um colega que dirigia empilhadeira sem preparo teve esmagamento e fratura no tornozelo, perdendo parte da capacidade de trabalho de forma definitiva. A empresa foi condenada a pagar dano moral e pensão mensal vitalícia. A decisão foi do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (veja a notícia oficial do TRT-4).
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Pode. São dinheiros diferentes. O INSS paga porque você está afastado. A empresa paga porque deixou faltar segurança. Um não cancela o outro.
Mesmo assim a empresa responde. Quem coloca a pessoa pra trabalhar, treina e fiscaliza é a empresa. Se um colega sem preparo te atropelou, foi a empresa que permitiu aquele colega dirigir. A responsabilidade continua sendo dela.
Tem. Se a área não separava as pessoas a pé das máquinas, ou se o operador não tinha treinamento, a empresa responde pelo acidente.
Tombamento costuma indicar máquina mal conservada, sobrecarga ou falta de cinto. Tudo isso é responsabilidade da empresa. Você tem direito a indenização.
Pode receber. Quando fica uma limitação permanente, a empresa pode ser obrigada a pagar pensão mensal, às vezes por muitos anos.
Pode. Quem se acidenta tem estabilidade de 12 meses após voltar do afastamento. Demissão nesse prazo é irregular.
Quase nunca. A obrigação de organizar o espaço com segurança e separar pessoas de máquinas é da empresa. Essa desculpa costuma não se sustentar.
A Ventura Advogados é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos atendidos e R$ 41 milhões já recuperados para trabalhadores. Sabemos exatamente como provar a falha da empresa em acidentes com empilhadeira.
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Veja também: valores de indenização por estado e tudo sobre acidente de trabalho.
{“@context”:”https://schema.org”,”@type”:”FAQPage”,”speakable”:{“@type”:”SpeakableSpecification”,”cssSelector”:[“h1″,”p”]},”mainEntity”:[{“@type”:”Question”,”name”:”Fui atropelado por empilhadeira no galpão. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Se a área não separava as pessoas a pé das máquinas, ou se o operador não tinha treinamento, a empresa responde pelo acidente.”}},{“@type”:”Question”,”name”:”A empilhadeira tombou comigo dentro. E agora?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tombamento costuma indicar máquina mal conservada, sobrecarga ou falta de cinto. Tudo isso é responsabilidade da empresa. Você tem direito a indenização.”}},{“@type”:”Question”,”name”:”Perdi força no pé depois do esmagamento. Recebo pensão?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode receber. Quando fica uma limitação permanente, a empresa pode ser obrigada a pagar pensão mensal, às vezes por muitos anos.”}},{“@type”:”Question”,”name”:”Fui demitido depois do acidente. Posso reclamar?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Pode. Quem se acidenta tem estabilidade de 12 meses após voltar do afastamento. Demissão nesse prazo é irregular.”}},{“@type”:”Question”,”name”:”A empresa diz que a culpa foi minha por andar no caminho da empilhadeira. Procede?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Quase nunca. A obrigação de organizar o espaço com segurança e separar pessoas de máquinas é da empresa. Essa desculpa costuma não se sustentar.”}}]}
Se machucou na metalúrgica? Você tem direito a indenização. Quem perde um dedo na prensa, esmaga a mão no torno ou fica com sequela trabalhando com máquina pode receber da empresa entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, além do que o INSS já paga. O valor cresce quando a lesão é grave ou deixa você sem poder trabalhar como antes.
Dentro de uma metalúrgica você convive o dia inteiro com máquina pesada, peça cortante e metal em movimento. Prensa, torno, guilhotina, esmeril e dobradeira são equipamentos que, sem proteção, arrancam dedo e esmagam mão em segundos. A maioria desses acidentes acontece porque a máquina estava sem a proteção certa ou porque empurraram o trabalhador a produzir rápido demais.
Os acidentes mais comuns na metalúrgica são:
Existe uma regra de segurança chamada NR-12 que obriga toda máquina a ter proteção pra mão do trabalhador não chegar na parte que corta ou prensa. Toda prensa, por exemplo, tem que ter um sistema que para a máquina se a mão estiver na zona de perigo. Quando o acidente acontece numa máquina sem essa proteção, a culpa é da empresa, ponto. Isso é uma das provas mais fortes a seu favor.
Segundo o Índice Ventura, casos com sequela costumam fechar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil. Quando há amputação, entra também o dano estético (um valor a mais pela perda do dedo ou da mão) e a pensão mensal, que é um dinheiro todo mês porque você perdeu parte da sua capacidade de trabalho.
Um caso real mostra isso: um trabalhador que teve a mão amputada numa máquina de metalurgia conseguiu na Justiça R$ 50 mil de dano moral, prótese de mão e pensão mensal. A decisão foi do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (veja a notícia oficial do TRT-MG).
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Pode e é comum. Quando você perde parte da capacidade de trabalho (por exemplo, ficou sem um dedo importante pra sua função), a empresa pode ser obrigada a pagar uma pensão mensal, às vezes até você ficar mais velho. Isso é separado da indenização de uma vez só e do benefício do INSS.
Pode sim. São direitos diferentes. O INSS paga porque você está afastado. A empresa paga porque ela falhou na segurança e te deixou sem proteção na máquina. Receber um não tira o direito do outro.
Depende de qual dedo e do quanto isso atrapalha seu trabalho, mas casos assim costumam ficar na faixa de R$ 72 mil a R$ 155 mil, somando dano moral, estético e pensão. O cálculo gratuito mostra o valor do seu caso.
Ajuda muito. Máquina sem a proteção exigida é falha clara da empresa e uma das provas mais fortes pra ganhar o processo.
Tem. Quem se acidenta no trabalho tem estabilidade de 12 meses após voltar do afastamento. Demissão nesse período é irregular.
Na maioria dos casos sim. O prazo é maior do que muita gente imagina. Vale consultar antes de desistir.
Essa é a desculpa mais comum das empresas. A obrigação de deixar a máquina segura é dela. Na maioria das vezes essa alegação não se sustenta.
A Ventura Advogados é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos atendidos e R$ 41 milhões já recuperados para trabalhadores. Atendemos muitos casos de acidente em metalúrgica e sabemos exatamente como usar a regra das máquinas a seu favor.
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Veja também: valores de indenização por estado e tudo sobre acidente de trabalho.
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Sofreu um acidente como soldador? Você tem direito a indenização. Quem se queima com solda, perde parte da visão por causa do brilho do arco ou fica com sequela no corpo pode receber da empresa entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, fora o que o INSS já paga. O valor depende da gravidade da queimadura e do quanto isso atrapalha sua vida e seu trabalho.
Soldar é uma das funções mais perigosas dentro de uma fábrica ou obra. Todo dia você lida com fogo, faísca, metal quente e uma luz forte que machuca os olhos. Se a empresa não te dá o equipamento certo nem treinamento, o acidente é só questão de tempo.
Os acidentes mais comuns com soldador são:
Segundo o Índice Ventura, casos de acidente com sequela costumam fechar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil. Quando a queimadura deixa marca no corpo ou no rosto, entra ainda o dano estético, que é um valor a mais só por causa da cicatriz que ficou.
Um caso real mostra bem isso: um soldador que sofreu acidente e ficou com sequela teve a empresa condenada a pagar cerca de R$ 130 mil, somando o dano moral e o prejuízo material. A decisão foi do Tribunal Regional do Trabalho do Maranhão (veja a notícia oficial do TRT-16).
Cada caso tem um valor. O melhor jeito de saber quanto o seu caso vale é fazer o cálculo gratuito.
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Os dois pagam, e são coisas separadas. O INSS paga um benefício mensal enquanto você está afastado. A empresa paga a indenização por dano moral, estético e material, porque foi ela que falhou na segurança. Muita gente acha que recebendo do INSS não pode cobrar a empresa, mas pode sim, são direitos diferentes.
Quanto mais prova você juntar, mais forte fica o processo. Vale guardar:
Mesmo que você tenha jogado tudo fora, dá pra entrar com o caso. Não desista por achar que falta papel.
Aí a culpa é dela. O soldador precisa de máscara com filtro, luva de raspa, avental, perneira e, em ambiente fechado, exaustor pra tirar a fumaça. Se faltou qualquer um desses itens, ou se eles estavam estragados, a empresa responde pelo acidente. A falta de equipamento de proteção é uma das provas mais fortes a seu favor.
Tem. Quem sofre acidente de trabalho tem estabilidade de 12 meses depois que volta do afastamento. Se te mandaram embora dentro desse prazo, a demissão foi irregular e você pode cobrar.
Na maioria dos casos sim. O prazo é maior do que a maioria pensa, e em situações de sequela ele pode contar de forma diferente. Não deixe de consultar só porque já passou um tempo.
Tem. Perder visão é uma sequela grave que reduz sua capacidade de trabalhar, e isso aumenta bastante o valor da indenização, ainda mais se a empresa não te deu a máscara correta.
Não. A empresa quase sempre diz isso pra não pagar. A obrigação de garantir um ambiente seguro e de fiscalizar o uso dos equipamentos é dela. Na maioria das vezes essa desculpa não se sustenta.
Depende do caso e da região, mas muitas vezes dá pra conseguir adiantamentos e acordos antes do fim do processo. O importante é começar logo.
A Ventura Advogados é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos atendidos e R$ 41 milhões já recuperados para trabalhadores. A gente sabe exatamente como tratar o caso de quem se machucou soldando.
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Veja também: valores de indenização por estado e tudo sobre acidente de trabalho.
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Sim. Quem corta o tendão ou um nervo da mão num acidente de trabalho tem direito a indenização, mesmo sem perder o dedo. Isso porque a mão pode ficar com menos força, sem sentir ou sem mexer direito — e isso atrapalha o trabalho do mesmo jeito. Casos assim costumam ficar na faixa de R$ 42 mil a R$ 82 mil, podendo passar disso quando a sequela é grande e perto do teto que costumamos trabalhar, de R$ 100 mil.
É, sim — quando acontece de repente, no serviço: a faca escorregou, a chapa cortou, o vidro estourou, a serra pegou. Esse é o que chamamos de acidente de verdade (um trauma, uma pancada, um corte na hora). É diferente de uma doença que vem devagar com o tempo.
Mesmo que o dedo continue no lugar, o estrago pode ser grande: tendão cortado significa que o dedo não dobra ou não estica direito; nervo cortado significa que a mão fica dormente ou sem força. Tudo isso conta na hora da indenização.
Não tem valor fixo. O que pesa é o quanto a mão ficou comprometida depois do conserto (cirurgia e fisioterapia). Pra ter uma ideia das faixas:
Num caso julgado pelo TRT da 4ª Região, um trabalhador que teve a mão lesionada por uma máquina foi indenizado pela empresa, mesmo nos casos em que parte da mão foi preservada (veja a notícia oficial do TRT-4).
Quer a estimativa do seu caso? Use a calculadora de indenização por acidente de trabalho. É grátis e leva 2 minutos.
Junte tudo que puder:
Se a empresa se recusar a emitir a CAT, isso pesa contra ela. Veja mais no guia de acidente de trabalho e na página de valores por estado.
1. O dedo ficou no lugar. Mesmo assim tenho direito?
Tem. O que importa é a perda de função (força, sensibilidade, movimento), não só perder o dedo.
2. Fiz cirurgia e melhorou. Ainda recebo?
Pode receber. Mesmo melhorando, costuma ficar alguma sequela, e você passou pela dor, pela cirurgia e pelo tempo parado.
3. E se foi uma doença de esforço, não um corte?
Aí é outra situação. Este texto fala de corte de repente (acidente). Se for desgaste com o tempo, fale com a gente que avaliamos separado.
4. Recebo do INSS. Posso processar a empresa também?
Pode. O INSS é uma coisa; a indenização da empresa é outra. Uma não cancela a outra.
5. Quanto custa pra começar?
Em geral nada. O acerto é feito sobre o que você ganhar no final.
Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos e R$ 41 milhões+ recuperados para trabalhadores. Cortou o tendão ou o nervo da mão no trabalho? Descubra agora quanto seu caso pode valer.
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Quem perde a mão inteira num acidente de trabalho tem direito a uma indenização alta e, na maioria das vezes, a uma pensão para o resto da vida. É uma das lesões mais graves que existem, porque tira de vez a capacidade de trabalhar com aquele braço. Somando dano moral, dano estético, pensão e despesas, esses casos costumam passar bem da faixa de R$ 72 mil a R$ 155 mil, podendo ir muito além dependendo da idade e do salário do trabalhador.
Perder a mão não é perder um pedaço: é perder uma função inteira do corpo. Você não consegue mais segurar ferramentas, dirigir do mesmo jeito, fazer força nem voltar pra maioria dos trabalhos de operário.
Quando a pessoa perde para sempre a capacidade de trabalhar (total ou em parte) por causa do acidente, a empresa pode ser obrigada a pagar uma pensão mensal, normalmente do valor do salário que você ganhava, até a idade que você se aposentaria — ou até para a vida toda, dependendo do caso. Em muitas situações o juiz manda pagar tudo de uma vez, em parcela única.
Não existe um valor único, porque depende do salário, da idade e de quem teve culpa. Mas dá pra ter uma ideia pelas faixas. Casos de lesão grave na mão costumam somar de R$ 72 mil a R$ 155 mil só entre dano moral, estético e despesas. Quando entra a pensão (principalmente paga de uma vez só), o total pode ser bem maior.
Em casos de amputação julgados pela Justiça do Trabalho, os valores de dano moral e estético variam bastante: já houve decisões de R$ 50 mil, R$ 60 mil e mais, fora a pensão. Num caso do TRT da 4ª Região, um trabalhador que teve dedos amputados por uma máquina acionada por engano por um colega foi indenizado pela empresa (veja a notícia oficial do TRT-4).
Pra ter uma estimativa do seu caso, use a calculadora de indenização por acidente de trabalho. É grátis.
Veja mais no nosso guia de acidente de trabalho e na página de valores por estado.
1. A pensão é pra sempre?
Depende do caso. Pode ser até a idade de aposentadoria ou vitalícia. Em muitos casos o juiz manda pagar tudo de uma vez.
2. Já recebo aposentadoria por invalidez do INSS. Ainda posso processar a empresa?
Sim. O benefício do INSS é uma coisa; a indenização e a pensão pagas pela empresa são outras. Uma não cancela a outra.
3. Coloquei uma prótese. Isso diminui a indenização?
Não. A prótese ajuda no dia a dia, mas você perdeu a mão de verdade. O direito continua, e a empresa ainda pode ter que pagar a prótese.
4. O acidente foi parcialmente culpa minha. Recebo?
Na maioria das vezes sim, principalmente se a empresa falhou na segurança (máquina sem proteção, sem treinamento).
5. Quanto custa pra entrar com o processo?
Em geral nada pra começar. O acerto é feito sobre o que você ganhar no final.
Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos e R$ 41 milhões+ recuperados para trabalhadores. Perdeu a mão no trabalho? Descubra agora quanto seu caso pode valer.
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