Você foi tirar um produto travado, ajeitar a correia ou limpar embaixo da esteira. O rolete pegou a manga, a luva, o dedo — e puxou o braço inteiro pra dentro. A esteira não parou. Não tinha cabo de emergência por perto, ou o botão ficava longe demais. Quando conseguiram desligar, seu braço já estava esmagado. Você tem direito. Braço puxado pela esteira costuma pagar entre R$ 82 mil e R$ 172 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido.

Operador de produção em fábrica de alimentos. Trabalhador de mineradora ou de porto na correia transportadora. Ajudante de moinho, de cerâmica, de usina. Repositor de linha em frigorífico. Todos têm o mesmo direito — e quase todos foram limpar ou desentupir a esteira ligada, porque parar a produção “não podia”.

Por que a culpa é da empresa, não sua

Esteira transportadora tem ponto de agarramento em cada rolete — e a norma de segurança de máquinas (a NR-12) obriga a empresa a ter:

Se o rolete estava exposto, se não tinha cabo de emergência, se mandavam limpar com a esteira andando pra não parar produção — a culpa é da empresa. Não importa se você “sabia que era perigoso”. Quem tinha que impedir o risco era o patrão.

Situações que mais puxam braço na esteira

Seus direitos depois do braço esmagado

Lesão grave de braço costuma ficar entre R$ 82 mil e R$ 172 mil. E se o braço não voltar a aguentar o serviço — operador que não opera mais, carregador que não carrega mais — a Justiça reconhece a perda do ofício: pensão mensal até morrer, além da indenização.

Dá medo de processar? Entenda por que você pode

A empresa não pode te marcar nem espalhar seu nome pra outras fábricas — isso é proibido e gera mais indenização. Você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. E dá pra processar recebendo o benefício do INSS, sem perder nada — veja o post posso processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.

O que NÃO fazer depois do acidente

E repare numa outra coisa: depois do acidente, a empresa acompanhou suas cirurgias? Pagou a fisioterapia do braço? Ou sumiu depois da primeira semana? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.

Veja quanto vale o seu caso

O valor depende da gravidade do esmagamento, da sequela no braço, do tempo parado, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer acordo do RH, calcule.

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O que fazer agora, passo a passo

  1. Procure o pronto-socorro na hora. Esmagamento de braço tem lesão de músculo e nervo que não aparece por fora.
  2. Exija a CAT. É o papel do acidente. A empresa tem 24 horas pra emitir. Se não emitir, você emite direto no INSS, de graça.
  3. Peça pra alguém fotografar a esteira. O rolete sem proteção, a falta do cabo de emergência — antes que instalem tudo depois do acidente.
  4. Guarde os papéis. Atestado, laudo das cirurgias, radiografia, receita, conta de remédio.
  5. Anote quem viu. Quem desligou a esteira, quem sabia que se limpava com ela ligada, quem ouviu a chefia proibir de parar a produção.
  6. Fique de olho no prazo. Você tem até 2 anos depois de sair da empresa pra entrar com a ação.

Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas rápidas

Mandaram eu limpar a esteira ligada pra não parar produção. Isso ajuda meu caso? Ajuda muito. Ordem de mexer em máquina ligada é prova de que a empresa escolheu produção no lugar da sua segurança. A Justiça já condenou fábrica em caso igual.

O braço não foi amputado, mas ficou sem força. Tenho direito? Tem. Perda de força e de movimento é sequela permanente — paga indenização e pensão mesmo com o braço “no lugar”.

Eu era terceirizado dentro da fábrica. Quem paga? As duas podem responder: a empresa que te contratou e a dona da fábrica onde você trabalhava. Você não fica sem resposta.

Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.


Sobre o Ventura Advogados

Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.

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A motosserra rebateu. O galho cedeu, a corrente pulou, a máquina voltou contra você. Em um segundo, o corte abriu a perna, o braço ou a mão até o fundo. Sangue demais, socorro longe — porque acidente de motosserra quase sempre acontece no mato, na roça, longe de tudo. E o patrão ainda disse: “motosserra é assim mesmo”. Não é. Você tem direito. Corte grave de motosserra costuma pagar entre R$ 50 mil e R$ 172 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido.

Trabalhador rural derrubando árvore. Operador de motosserra em madeireira ou serraria. Ajudante de poda da empresa de energia ou da prefeitura. Trabalhador de reflorestamento cortando eucalipto. Todos têm o mesmo direito — e a maioria trabalhava sem a calça de proteção anti-corte, que custa menos que um dia de faturamento do patrão.

Por que a culpa é da empresa, não sua

Motosserra é uma das ferramentas mais perigosas que existe, e a lei trata ela assim. A empresa era obrigada a dar:

Se você cortava sem a calça anti-corte, se a motosserra estava sem freio de corrente, se nunca teve treinamento, se estava sozinho no mato — a culpa é da empresa. Não importa se “sempre foi assim na roça”. A obrigação de te proteger era do patrão.

Acidentes de motosserra que mais acontecem

Seus direitos depois do corte de motosserra

Corte grave com sequela costuma ficar entre R$ 50 mil e R$ 172 mil — e amputação de mão ou perna passa disso. Se atingiu dedos, veja também a tabela de valores de indenização por dedo.

E tem mais: muito trabalhador rural corta madeira sem registro na carteira. Isso não tira seu direito. Trabalhou, se machucou no serviço, tem direito igual — explicamos no post acidente de trabalho sem carteira assinada.

Dá medo de processar? Entenda por que você pode

O patrão não pode te marcar na região nem impedir você de arrumar outro serviço — isso é proibido e gera mais indenização. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. O processo corre mesmo você morando longe, porque hoje tudo é online.

O que NÃO fazer depois do acidente

E repare numa outra coisa: depois do acidente, o patrão pagou seu tratamento até o fim? Custeou a fisioterapia? Ou te deixou na mão do SUS e sumiu? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.

Veja quanto vale o seu caso

O valor depende da profundidade do corte, da sequela, do tempo parado, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer “ajuda” do patrão, calcule.

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O que fazer agora, passo a passo

  1. Procure o hospital na hora. Corte de motosserra é fundo e suja fácil — infecção piora a sequela.
  2. Exija a CAT. É o papel do acidente. A empresa tem 24 horas pra emitir. Se não emitir, você emite direto no INSS, de graça — mesmo sem carteira assinada.
  3. Fotografe tudo. A motosserra, o local, a roupa comum que você usava no lugar da calça anti-corte.
  4. Guarde os papéis. Atestado, laudo da cirurgia, receita, conta de remédio, recibo do transporte até a cidade.
  5. Anote quem viu. O colega que socorreu, quem sabia que não tinha equipamento, quem trabalhava do mesmo jeito.
  6. Fique de olho no prazo. Você tem até 2 anos depois de sair do serviço pra entrar com a ação.

Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas rápidas

Trabalhava na roça sem carteira assinada. Tenho direito? Tem. Sem registro o direito continua — a Justiça reconhece o vínculo e a falta de registro ainda pesa contra o patrão.

A motosserra era minha, não da empresa. Muda algo? Não muda o principal: quem manda no serviço responde pela segurança. Se você usava sua ferramenta pro serviço dele, a responsabilidade continua do patrão.

O corte sarou mas a perna ficou dormente e fraca. Ainda dá? Dá. Tendão e nervo cortados deixam sequela permanente mesmo com a ferida fechada. Isso paga indenização e pensão.

Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair do serviço. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.


Sobre o Ventura Advogados

Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.

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Você estava lixando ou cortando a peça, do jeito de sempre. O disco travou, trincou e estourou. Os pedaços voaram na velocidade de uma bala. Um deles pegou seu rosto. Ou pior: o olho. Sangue, correria, ponto no hospital — e o chefe dizendo “o disco era novo, foi fatalidade”. Não foi fatalidade. Você tem direito. Corte no rosto com cicatriz costuma pagar entre R$ 40 mil e R$ 100 mil, e perda da visão de um olho passa fácil de R$ 100 mil — além do benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido.

Serralheiro que levou o pedaço do disco de corte no rosto. Soldador atingido no olho lixando a solda. Pedreiro cortando piso com a maquita sem proteção. Metalúrgico que perdeu parte da visão com a fagulha ou o caco do disco. Todos têm o mesmo direito — e quase todos ouviram que “óculos atrapalha o serviço”.

Por que a culpa é da empresa, não sua

Esmerilhadeira é ferramenta que gira a mais de 10 mil voltas por minuto. A norma de segurança de máquinas (a NR-12) e as regras de equipamento de proteção obrigam a empresa a ter:

Se a capa tinha sido tirada, se o disco era vencido ou errado, se o óculos era velho e riscado, se ninguém nunca te treinou — a culpa é da empresa. Não importa se você “já tinha costume”. Quem tinha que garantir a segurança era o patrão.

Como o disco estoura e machuca

Seus direitos depois do corte no rosto ou no olho

Corte no rosto com cicatriz costuma ficar entre R$ 40 mil e R$ 100 mil. Perda da visão de um olho costuma passar de R$ 100 mil, porque limita você pra sempre — inclusive pra dirigir e pra trabalhar em altura. E se a lesão te tirar da profissão, entra ainda a pensão até morrer pela perda do ofício.

Dá medo de processar? Entenda por que você pode

A empresa não pode te marcar nem te colocar em lista suja — isso é proibido e aumenta a sua indenização. Você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. E dá pra processar mesmo recebendo benefício — veja o post posso processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.

O que NÃO fazer depois do acidente

E repare numa outra coisa: depois do acidente, a empresa acompanhou seu tratamento no oftalmologista? Pagou os exames? Perguntou da sua visão? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.

Veja quanto vale o seu caso

O valor depende do tamanho da cicatriz, da perda de visão, do tempo parado, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta da empresa, calcule.

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O que fazer agora, passo a passo

  1. Procure o pronto-socorro na hora. Olho atingido precisa de oftalmologista com urgência — cada hora conta pra salvar a visão.
  2. Exija a CAT. É o papel do acidente. A empresa tem 24 horas pra emitir. Se não emitir, você emite direto no INSS, de graça.
  3. Guarde o disco estourado e fotografe a máquina. Disco vencido, capa removida, óculos velho: tudo vira prova.
  4. Guarde todos os papéis. Atestado, laudo do oftalmologista, receita, foto da cicatriz na cicatrização.
  5. Anote quem viu. Quem socorreu, quem sabia que a capa tinha sido tirada, quem nunca recebeu óculos novo.
  6. Fique de olho no prazo. Você tem até 2 anos depois de sair da empresa pra entrar com a ação.

Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas rápidas

Eu não estava usando o óculos na hora. Perco o direito? Não. A empresa tinha que fornecer óculos bom e obrigar o uso. Se ela não deu, não trocou o riscado ou fingia que não via, a culpa é dela.

A cicatriz ficou pequena. Ainda tenho direito? Tem. Cicatriz no rosto, mesmo pequena, é marca permanente à vista e paga dano estético além do dano moral.

Perdi só parte da visão do olho. Conta? Conta. Perda parcial de visão é sequela permanente: paga indenização e pode pagar pensão todo mês, porque reduz sua capacidade de trabalho.

Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.


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Você se machucou no trabalho, ficou afastado e o INSS te deu um benefício. Mas qual: o 91 ou o 31? Essa letrinha muda tudo. O B91 é o benefício certo de quem se acidentou no trabalho: paga por volta de 90% da média dos seus salários, a empresa continua depositando seu FGTS e você ganha 1 ano de emprego garantido quando voltar. E se o acidente deixou sequela, a indenização na Justiça costuma ficar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil só nos casos de mão e dedo.

O problema: muita empresa empurra o trabalhador pro B31 (auxílio comum, “doença que não tem nada a ver com o trabalho”) de propósito. Porque o B31 não dá estabilidade, não obriga a depositar FGTS e não deixa rastro do acidente. Se isso aconteceu com você, dá pra corrigir.

B91 x B31: a diferença que vale dinheiro

Os dois pagam parecido por mês. A diferença está no que vem junto: FGTS, estabilidade e a prova de que o seu problema veio do trabalho — que é a porta de entrada da indenização.

Quanto o B91 paga por mês

O INSS faz uma média dos seus salários e paga em torno de 91% dessa média (respeitando o teto do INSS). Na prática: quem ganha R$ 2.000 recebe algo perto de R$ 1.800 por mês. Não é o salário cheio — e é por isso que a indenização contra a empresa importa tanto: ela cobre o que o INSS não paga.

Quem tem direito ao B91

Como pedir o B91, passo a passo

  1. Exija a CAT. É o papel do acidente. A empresa tem 24 horas pra emitir. Se ela se recusar, você mesmo emite de graça no site ou app do INSS — o sindicato e o médico também podem emitir.
  2. Junte os papéis do médico. Atestado dizendo que a lesão veio do trabalho, exames, radiografia, receitas.
  3. Agende a perícia pelo Meu INSS (site, app ou telefone 135).
  4. Na perícia, conte a verdade e mostre tudo. Diga que foi acidente de trabalho e leve a CAT. É isso que garante o código 91.
  5. Confira a carta de concessão. Se vier escrito B31, dá pra pedir revisão.

O INSS negou ou deu B31 no lugar do B91. E agora?

Acontece todo dia — e tem conserto:

Importante: receber o B91 não te impede de processar a empresa. O benefício é do INSS; a indenização é da empresa que deixou faltar segurança. São dois direitos separados que se somam — explicamos em detalhe no post posso processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.

Erros que mais custam caro no B91

E repare numa outra coisa: durante o afastamento, a empresa acompanhou seu tratamento? Pagou fisioterapia, remédio, consulta com especialista? A lei obriga a empresa a cuidar de você até o fim da recuperação — quando ela te entrega pro INSS e some, esse abandono aumenta a indenização na Justiça.

Veja quanto vale o seu caso

Se o acidente deixou sequela — mão sem força, dedo a menos, coluna travada, marca no corpo — você tem direito a indenização além do B91. O valor depende da lesão, do tempo parado, do salário e do estado.

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Direitos que vêm junto com o B91

Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas rápidas

Estou no B31 mas me machuquei no trabalho. Dá pra mudar pro 91? Dá. Com a CAT e os laudos médicos, o benefício pode ser convertido — e você recupera o FGTS não depositado e ganha a estabilidade de 1 ano.

A empresa não quis emitir a CAT. Perco o B91? Não. Você mesmo emite a CAT de graça no site do INSS. O sindicato e até o médico podem emitir. E a recusa da empresa pesa contra ela na Justiça.

Recebendo o B91 eu posso processar a empresa? Pode. O benefício é do INSS e a indenização é da empresa. Um não anula o outro — eles se somam.

Voltei do B91 e fui demitido em seguida. E agora? Demissão dentro dos 12 meses de estabilidade é ilegal. Você tem direito aos salários do período inteiro ou à reintegração, além da indenização pelo acidente. O prazo pra agir é de até 2 anos depois de sair da empresa.


Sobre o Ventura Advogados

Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.

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Você foi tirar a peça presa no molde. A porta de segurança estava travada aberta — ou nem tinha sensor. A injetora fechou com a sua mão dentro. O molde prensou, queimou, esmagou os dedos. E o encarregado disse: “era só ter esperado o ciclo”. Tem direito sim. Mão prensada na injetora costuma pagar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido quando você voltar.

Operador de injetora que prensou a mão tirando rebarba. Ajudante que enfiou a mão pra soltar peça agarrada. Ferramenteiro que estava trocando o molde quando a máquina ciclou sozinha. Operador queimado pelo plástico derretido que espirrou. Todos têm o mesmo direito — e a fábrica quase sempre tenta jogar a culpa no trabalhador.

Por que a culpa é da fábrica, não sua

Injetora de plástico é máquina de alto risco. A norma de segurança de máquinas (a NR-12) obriga a fábrica a ter:

Se a porta estava travada com fita, se o sensor estava “batizado” pra máquina não parar produção, se ninguém te treinou — a culpa é da empresa. Não importa se você “colocou a mão no lugar errado”. Máquina segura não fecha com mão dentro. Ponto.

Situações que mais prensam a mão na injetora

Seus direitos depois da mão prensada

Somando tudo, mão prensada com sequela costuma ficar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil — e amputação de mais de um dedo ou do polegar passa disso. Confira a tabela de valores de indenização por dedo pra ver quanto vale cada lesão.

E se a mão não voltar a ter força pra operar máquina, a Justiça olha pra sua profissão inteira: operador que não pode mais operar tem direito a pensão mensal até morrer, além da indenização. Quase ninguém sabe disso.

Dá medo de processar? Entenda por que você pode

A empresa não pode te “marcar” nem te colocar em lista suja — isso é proibido e gera mais indenização pra você. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. Dá inclusive pra processar enquanto ainda recebe o benefício — veja o post posso processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.

O que NÃO fazer depois do acidente

E repare numa outra coisa: depois do acidente, a fábrica custeou seu tratamento? Acompanhou as cirurgias? Pagou a fisioterapia da mão? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.

Veja quanto vale o seu caso

O valor depende da gravidade da prensagem, de quantos dedos foram atingidos, da sequela, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer acordo do RH, calcule.

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O que fazer agora, passo a passo

  1. Procure o pronto-socorro na hora. Prensagem com queimadura precisa de atendimento rápido.
  2. Exija a CAT. É o papel do acidente. A empresa tem 24 horas pra emitir. Se não emitir, você emite direto no INSS, de graça.
  3. Peça pra alguém fotografar a injetora. O sensor desligado, a porta travada, a fita na trava. Antes que a manutenção “conserte” tudo.
  4. Guarde tudo. Atestado, radiografia, laudo, receita, conta de remédio.
  5. Anote quem viu. Quem socorreu, quem sabia que o sensor estava batizado, quem ouviu a chefia cobrar produção.
  6. Fique de olho no prazo. Você tem até 2 anos depois de sair da empresa pra entrar com a ação.

Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas rápidas

O sensor da injetora estava desligado pra não parar produção. Isso ajuda meu caso? Ajuda muito. Sensor “batizado” é prova de que a empresa escolheu produção no lugar da sua segurança. A Justiça já condenou fábrica de plástico em caso igual.

Eu coloquei a mão pra tirar a peça com a máquina ligada. Perco o direito? Não. Se dava pra colocar a mão com a máquina ligada, a máquina não era segura. A obrigação de impedir isso era da empresa.

A queimadura do plástico derretido também entra na conta? Entra. Queimadura paga dano moral e estético além da prensagem. Cada lesão soma na indenização.

Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.


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Você estava passando a massa no cilindro, como faz todo dia de madrugada. A massa puxou. O rolo pegou a ponta do dedo e levou a mão junto. Em um segundo, o cilindro esmagou seus dedos. E o dono da padaria ainda disse: “você se distraiu”. Tem direito sim. Mão esmagada no cilindro costuma pagar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil de indenização, mais o benefício do acidente (código 91) e 1 ano de emprego garantido quando você voltar.

Padeiro que prendeu a mão no cilindro de massa. Ajudante que enroscou o dedo na masseira. Confeiteiro que pegou a mão na laminadora. Salgadeiro esmagado pelo rolo da abrideira. Todos têm o mesmo direito — e a maioria não cobra porque acha que a culpa foi da pressa ou do sono da madrugada.

Não foi. O cilindro é que tinha que ter proteção. E quase nenhum cilindro de padaria no Brasil tem.

Por que a culpa é da padaria, não sua

Cilindro de massa é uma das máquinas que mais mutila mão no Brasil. Por isso a norma de segurança de máquinas (a NR-12) exige uma lista de proteções que o dono da padaria tinha que ter:

Se faltou qualquer um desses itens — e em padaria quase sempre falta — a culpa é da empresa. Não importa se você “estava com sono”, se “sempre fez assim” ou se a máquina “era antiga mas funcionava”. Quem responde pela segurança da máquina é o patrão.

Situações que mais prendem a mão na padaria

Seus direitos depois do acidente no cilindro

Somando tudo, mão esmagada no cilindro costuma ficar entre R$ 38 mil e R$ 82 mil — e casos com amputação de mais de um dedo passam disso. Veja também a nossa tabela de valores de indenização por dedo pra entender quanto vale cada tipo de lesão.

E se a sequela te impedir de continuar na profissão — padeiro que não consegue mais sovar massa nem segurar a pá do forno — a lei garante uma pensão mensal até morrer, além da indenização. É a chamada perda do ofício, e quase ninguém cobra porque não sabe que existe.

Dá medo de processar? Entenda por que você pode

Muito padeiro não processa porque tem medo de “ficar marcado” ou porque acha que processo é coisa de rico. A verdade: a empresa não pode te marcar nem espalhar seu nome — isso é proibido e ainda gera mais indenização. E você não paga nada pra começar: o advogado só recebe se você ganhar. Dá até pra processar ainda trabalhando lá — explicamos nesse post sobre processar a empresa mesmo recebendo benefício do INSS.

O que NÃO fazer depois do acidente

E repare numa outra coisa: depois do acidente, a padaria pagou seu tratamento? Ligou perguntando da mão? Custeou a fisioterapia? A lei obriga a empresa a acompanhar o seu tratamento até o fim — consulta, fisioterapia, remédio, readaptação. Quando ela te leva pro hospital no dia e depois some, esse abandono é mais um erro dela que aumenta a indenização. Juiz valoriza muito esse ponto.

Veja quanto vale o seu caso

O valor depende de quantos dedos foram atingidos, da sequela, do tempo parado, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta do patrão, calcule.

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O que fazer agora, passo a passo

  1. Procure o pronto-socorro na hora. Mão esmagada precisa de atendimento rápido pra salvar o que dá.
  2. Exija a CAT. É o papel do acidente. A padaria tem 24 horas pra emitir. Se não emitir, você emite direto no INSS, de graça.
  3. Peça pra alguém fotografar o cilindro. Sem proteção, com gambiarra, do jeito que estava. Isso vira prova.
  4. Guarde tudo. Atestado, radiografia, receita, conta de remédio, recibo de transporte.
  5. Anote quem viu. O colega que socorreu, quem sabia que a máquina era perigosa, quem ouviu o patrão mandar “ir fazendo assim”.
  6. Fique de olho no prazo. Você tem até 2 anos depois de sair da padaria pra entrar com a ação.

Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas rápidas

Trabalho de madrugada e estava sozinho quando prendi a mão. Isso conta contra a padaria? Conta, e muito. Deixar você operando o cilindro sozinho, sem ninguém pra socorrer, é falha grave da empresa e aumenta a indenização.

A padaria é pequena, do dono mesmo. Vale a pena processar? Vale. Empresa pequena responde igual empresa grande. E a Justiça costuma parcelar a condenação pra empresa pagar.

Só perdi a ponta do dedo. Tenho direito mesmo assim? Tem. Ponta de dedo é sequela permanente, paga dano moral, dano estético e pode pagar pensão. A Justiça já condenou padaria em caso igual.

Quanto tempo tenho pra entrar com a ação? Até 2 anos depois de sair da padaria. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.


Sobre o Ventura Advogados

Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.

Descubra quanto vale seu caso 👉

Você trabalha na roça, na lavoura, na fazenda. Aí veio o acidente com a máquina. O trator que tombou. A colheitadeira que pegou a mão. A roçadeira que cortou a perna. A correia que puxou o braço. O implemento que esmagou o pé. E o patrão já foi dizendo que “trabalhador rural não tem esses direitos”, que “é coisa de cidade”. Mentira. Trabalhador rural tem os mesmos direitos de qualquer outro. E acidente com máquina agrícola dá indenização que pode chegar perto de R$ 100 mil, mais pensão.

O tratorista que tombou e ficou preso embaixo da máquina. O peão que perdeu os dedos na engrenagem. O trabalhador da colheita que teve o braço puxado pela correia. O cortador que se feriu na roçadeira. Muitos acham que na roça “é assim mesmo” e não procuram nada. Erro grande.

Carteira assinada, contrato de safra, diarista na fazenda — todos têm direito. A roça não é terra sem lei.

Por que o trabalhador rural tem os mesmos direitos

Não existe direito de primeira e de segunda. Quem trabalha no campo tem a mesma proteção de quem trabalha na fábrica. Vale pra você se é:

Mesmo sem carteira, dá pra provar que você trabalhava ali e cobrar tudo.

Por que a máquina agrícola é tão perigosa — e a culpa da empresa

Trator, colheitadeira, roçadeira, debulhadora: tudo isso machuca feio. E na maioria dos casos o patrão falhou na segurança. Ele era obrigado a:

Faltou uma dessas coisas e você se machucou? A culpa é do patrão, e isso aumenta a indenização.

O que fazer agora, logo depois do acidente

  1. Procure socorro rápido. Na roça o hospital às vezes é longe. Não deixe pra depois. Vá e faça os exames.
  2. Exija a CAT. O comunicado de acidente. O patrão tem 24 horas pra emitir, mesmo trabalhador rural. Se não fizer, você emite direto no INSS, de graça.
  3. Tire foto da máquina e do lugar. Proteção que faltava, máquina velha, correia exposta, trator tombado. Antes de consertarem ou esconderem.
  4. Guarde a prova de que trabalhava lá. Contrato, mensagem do patrão, comprovante de Pix, nome de colegas, foto no serviço.
  5. Anote quem viu. Outros peões e trabalhadores que presenciaram o acidente são testemunhas.

Seus direitos como trabalhador rural acidentado

O que NÃO fazer depois do acidente

Veja quanto vale o seu caso

O valor depende da gravidade da lesão, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Ser trabalhador rural ou estar sem carteira não derruba o seu direito. Antes de aceitar qualquer oferta, calcule.

📱 Calcule grátis em 2 minutos 👉

Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas frequentes

1. Trabalhador rural tem direito a indenização por acidente?

Tem, os mesmos de qualquer trabalhador. Acidente com trator, colheitadeira ou máquina na lavoura dá direito a benefício do INSS, estabilidade, indenização e pensão se ficar sequela.

2. Eu trabalhava sem carteira assinada na fazenda. Perco o direito?

Não. Mesmo sem carteira, dá pra provar que você trabalhava ali e cobrar tudo: registro, FGTS e a indenização do acidente.

3. O trator tombou comigo. A culpa é do patrão?

Em geral sim. Se faltou manutenção, treinamento ou segurança, ou se te mandaram operar em terreno perigoso, a culpa é do patrão, e isso aumenta a indenização.

4. Sou trabalhador de safra, por tempo certo. Tenho estabilidade?

Tem direito à proteção do acidente e ao benefício do INSS. A estabilidade depois do acidente também vale, mesmo no contrato de safra. O advogado avalia o seu caso.

5. Quanto tempo tenho pra entrar com a ação?

Até 2 anos depois de sair do serviço. Dentro desse prazo, dá pra cobrar todos os direitos do acidente.


Sobre o Ventura Advogados

Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.

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Você se recuperou do acidente, mas ficou a marca. Uma cicatriz comprida no braço. A queimadura que deixou a pele puxada. O rosto que mudou. O dedo torto. A perna com aquele afundado feio. Você se olha no espelho e não é mais o mesmo. Tem vergonha de tirar a camisa, de ir na praia, de usar manga curta. Isso tem nome: dano estético. E paga uma indenização SEPARADA, somada com as outras.

O soldador com o rosto queimado. A operária com a cicatriz grande na perna depois da cirurgia. O ajudante que ficou com a mão deformada. O pedreiro com o couro cabeludo marcado pra sempre. Todos esses casos têm direito a um valor a mais, só pela marca que ficou no corpo.

E muita gente nem sabe disso. Aceita só a indenização pela dor e deixa o dano estético passar. Não deixe.

O que é dano estético, na prática

Dano estético é qualquer marca que o acidente deixou no seu corpo e que mudou a sua aparência. Não precisa ser no rosto. Conta:

Se o acidente mudou como você aparece pros outros, é dano estético.

Por que o dano estético é uma indenização SEPARADA

Aqui está o que pouca gente entende. Depois de um acidente grave, você pode receber valores diferentes ao mesmo tempo:

Repare: dano moral e dano estético são coisas DIFERENTES e podem ser cobrados juntos. Um é pela dor por dentro. O outro é pela marca por fora. A empresa muitas vezes quer pagar só um e esconder o outro. Errado.

O que faz o valor do dano estético subir

O que fazer agora pra provar o dano estético

  1. Tire fotos da marca. De perto e de longe, com boa luz, em vários momentos. Foto logo depois e foto da cicatriz já curada. Isso é prova forte.
  2. Guarde todos os papéis do hospital. Cirurgia, pontos, queimadura, tudo que mostra como foi e o que ficou.
  3. Não esconda a marca do médico. Peça que registre no laudo o tamanho e o local da cicatriz ou deformidade.
  4. Exija a CAT. O comunicado de acidente. A empresa tem 24 horas pra emitir. Se não fizer, você emite direto no INSS, de graça.
  5. Não faça cirurgia estética por conta antes de falar com advogado. A marca atual é a prova. Some isso ao processo primeiro.

Seus direitos quando ficou marca no corpo

O que NÃO fazer

Veja quanto vale o seu caso

O valor depende do tamanho e do lugar da marca, da gravidade, da sua idade, do seu trabalho e do estado. Quando soma dano moral, dano material, dano estético e pensão, o total pode ser bem alto. Antes de aceitar qualquer oferta, calcule.

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Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas frequentes

1. Cicatriz tem direito a indenização mesmo se não foi no rosto?

Tem. Cicatriz no braço, na perna, na mão ou em qualquer lugar que aparece pode dar dano estético. O rosto pesa mais, mas não é o único que conta.

2. Dano estético é a mesma coisa que dano moral?

Não. Dano moral é pela dor e pelo sofrimento. Dano estético é só pela marca que ficou no corpo. São valores separados e podem ser cobrados juntos.

3. A queimadura sarou mas deixou a pele marcada. Tenho direito?

Sim. Queimadura que deixou a pele puxada, com outra cor ou marcada conta como dano estético, mesmo já curada.

4. Posso fazer cirurgia pra tirar a cicatriz e mesmo assim cobrar?

Pode, mas fale com advogado e tire fotos antes. A marca atual é a prova. Em muitos casos dá pra cobrar da empresa o custo da cirurgia reparadora.

5. Quanto tempo tenho pra entrar com a ação?

Aja o quanto antes — prova fresca (fotos, laudos) vale mais. E mesmo que já tenha passado tempo, o caso pode estar vivo: cada situação tem uma análise própria. No processo dá pra cobrar todos os danos, inclusive o estético.


Sobre o Ventura Advogados

Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.

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Você estava cortando a chapa na guilhotina ou dobrando na dobradeira. Empurrou a peça pra ajeitar. A lâmina desceu. A máquina disparou com a sua mão dentro da zona de corte. Em um segundo a guilhotina cortou. Talvez tenha levado os dedos, decepado parte da mão, esmagado tudo na dobradeira. E o encarregado falou: “você botou a mão onde não devia”. Não foi descuido seu. A máquina é que tinha que ter proteção pra impedir isso. Você tem direito.

Metalúrgico que perdeu os dedos na guilhotina sem proteção. Quem prendeu a mão na dobradeira que desceu antes da hora. Quem foi cortado na chapa porque a máquina disparou sozinha. Quem esmagou a mão no pedal acionado por engano. Todos têm o mesmo direito — e muitos não cobraram porque acharam que a culpa era deles.

Mão na guilhotina ou dobradeira é dos acidentes mais graves da metalurgia. Quase sempre leva dedo ou parte da mão. E paga indenização alta.

Por que a culpa é da empresa, não sua

Toda metalúrgica e empresa é obrigada a manter as máquinas seguras. Isso está na lei de segurança do trabalho. A guilhotina e a dobradeira tinham que ter:

Se faltou qualquer um desses itens — e a proteção quase sempre está burlada pra “render mais” — a culpa é da empresa. Não importa se você “botou a mão pra ajeitar”, se “a máquina sempre disparou assim”, ou se você fazia daquele jeito há anos. A responsabilidade de manter a máquina segura é do patrão.

Situações de metalúrgico que mais machucam a mão

O que fazer agora, logo depois do acidente

  1. Procure o pronto-socorro na hora. Se algum dedo foi decepado, leve junto, embrulhado em pano limpo dentro de saco com gelo. Pode dar pra reimplantar. Não espere.
  2. Exija a CAT. É o comunicado de acidente. A empresa tem 24 horas pra emitir. Se não emitir, você emite direto no INSS, de graça.
  3. Não deixe ninguém mexer na máquina. Peça pra tirar foto da guilhotina sem proteção, da cortina de luz desligada, do comando burlado.
  4. Guarde tudo. Atestado, receita, radiografia, laudo, conta de remédio, recibo de transporte.
  5. Anote os colegas que viram. Quem socorreu, quem sabia que a proteção estava burlada, quem ouviu o encarregado mandar “ir fazendo assim mesmo”.

Seus direitos depois do acidente

O que NÃO fazer depois do acidente

Veja quanto vale o seu caso

O valor depende da gravidade da lesão, de quantos dedos foram afetados, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta do patrão, calcule.

📱 Calcule grátis em 2 minutos 👉

Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas frequentes

1. Eu botei a mão pra ajeitar a chapa. Perco o direito?

Não. A máquina é obrigada a ter proteção que impede a mão de chegar na lâmina, justamente pra esses momentos. Se faltou proteção, a culpa é da empresa.

2. A cortina de luz estava desligada pra render mais. Conta contra a empresa?

Conta, e muito. Desligar a cortina de luz ou burlar o comando de dois botões é falha gravíssima. A proteção é obrigatória. Isso pesa muito a seu favor.

3. A máquina disparou sozinha. Isso ajuda no meu caso?

Ajuda muito. Máquina que dispara sozinha está com defeito grave e sem manutenção. Manter máquina assim é responsabilidade direta da empresa.

4. Meu dedo sarou mas ficou sem força e sem movimento. Tenho direito?

Tem. Dedo sem força, sem movimento e dormente é sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.

5. Quanto tempo tenho pra entrar com a ação?

Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.


Sobre o Ventura Advogados

Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.

Descubra quanto vale seu caso 👉
{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Eu botei a mão para ajeitar a chapa. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. A máquina é obrigada a ter proteção que impede a mão de chegar na lâmina, justamente para esses momentos. Se faltou proteção, a culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A cortina de luz estava desligada para render mais. Conta contra a empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e muito. Desligar a cortina de luz ou burlar o comando de dois botões é falha gravíssima. A proteção é obrigatória. Isso pesa muito a seu favor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A máquina disparou sozinha. Isso ajuda no meu caso?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Ajuda muito. Máquina que dispara sozinha está com defeito grave e sem manutenção. Manter máquina assim é responsabilidade direta da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Meu dedo sarou mas ficou sem força e sem movimento. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Dedo sem força, sem movimento e dormente é sequela permanente. Mesmo com a ferida fechada, isso paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }

Você estava operando a escavadeira ou a retroescavadeira no barranco, na obra ou no aterro. O terreno cedeu. A máquina pendeu pro lado. Em um segundo a escavadeira tombou e capotou com você dentro. A cabine bateu, a máquina rolou, você foi jogado, prensado, ferido. Talvez tenha quebrado a perna, a costela, batido a cabeça. E o patrão falou: “você operou errado”. Não foi erro seu. O terreno e a máquina é que tinham que ser seguros. Você tem direito.

Operador de escavadeira que capotou no barranco que desmoronou. Operador de retroescavadeira que tombou em terreno mole. Quem rolou com a máquina na rampa íngreme demais. Quem se feriu porque a cabine não tinha proteção contra capotamento. Todos têm o mesmo direito — e muitos não cobraram porque acharam que a culpa era deles.

Capotamento de máquina pesada é acidente gravíssimo. Pode deixar sequela séria. E paga indenização alta.

Por que a culpa é da empresa, não sua

Toda empresa que usa máquina pesada é obrigada a manter a operação segura. Isso está na lei de segurança do trabalho. O patrão tinha que ter:

Se faltou qualquer um desses itens — e em obra apertada quase sempre falta avaliação do terreno — a culpa é da empresa. Não importa se você “operava há anos”, se “sempre passou ali”, ou se mandaram “ir rápido pra entregar a obra”. A responsabilidade de garantir terreno e máquina seguros é do patrão.

Situações de operador que mais causam capotamento

O que fazer agora, logo depois do acidente

  1. Procure o pronto-socorro na hora. Capotamento pode causar lesão interna, na coluna e na cabeça. Mesmo se você “está andando”, faça os exames. Não espere passar.
  2. Exija a CAT. É o comunicado de acidente. A empresa tem 24 horas pra emitir. Se não emitir, você emite direto no INSS, de graça.
  3. Tire foto de tudo. A máquina tombada, o terreno que cedeu, a rampa, a cabine sem proteção, o jeito que ficou.
  4. Guarde tudo. Atestado, receita, exame, laudo, conta de remédio, recibo de transporte.
  5. Anote os colegas que viram. Quem socorreu, quem sabia que o terreno estava mole, quem ouviu o patrão mandar “entrar mesmo assim pra entregar”.

Seus direitos depois do acidente

O que NÃO fazer depois do acidente

Veja quanto vale o seu caso

O valor depende da gravidade das lesões, da sequela, do tempo de afastamento, do seu salário e do estado. Antes de aceitar qualquer oferta do patrão, calcule.

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Valores médios por estado

O valor das indenizações varia bastante de um estado pra outro. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026, com base nos casos reais que acompanhamos.

Perguntas frequentes

1. Eu operava há anos e mesmo assim capotei. Perco o direito?

Não. Experiência não substitui terreno avaliado e máquina segura. Se o talude cedeu ou faltou proteção na cabine, a culpa é da empresa. Isso pesa a seu favor.

2. A cabine não tinha proteção contra capotamento. Conta contra a empresa?

Conta, e muito. Máquina pesada precisa de estrutura de proteção e cinto na cabine. Faltar isso é falha grave e reforça que a culpa é da empresa.

3. Mandaram eu entrar no terreno mole pra entregar a obra. Isso ajuda?

Ajuda muito. Mandar entrar em terreno sem avaliar, por pressa da entrega, é responsabilidade direta da empresa. Pesa contra o patrão.

4. Me recuperei mas ficou dor na coluna e a perna manca. Tenho direito?

Tem. Dor na coluna, perna que manca e perda de força são sequela permanente. Mesmo voltando a andar, isso paga pensão e indenização.

5. Quanto tempo tenho pra entrar com a ação?

Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos de direitos.


Sobre o Ventura Advogados

Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.

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{ “@context”: “https://schema.org”, “@type”: “FAQPage”, “mainEntity”: [ {“@type”:”Question”,”name”:”Eu operava há anos e mesmo assim capotei. Perco o direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Não. Experiência não substitui terreno avaliado e máquina segura. Se o talude cedeu ou faltou proteção na cabine, a culpa é da empresa. Isso pesa a seu favor.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”A cabine não tinha proteção contra capotamento. Conta contra a empresa?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Conta, e muito. Máquina pesada precisa de estrutura de proteção e cinto na cabine. Faltar isso é falha grave e reforça que a culpa é da empresa.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Mandaram eu entrar no terreno mole para entregar a obra. Isso ajuda?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Ajuda muito. Mandar entrar em terreno sem avaliar, por pressa da entrega, é responsabilidade direta da empresa. Pesa contra o patrão.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Me recuperei mas ficou dor na coluna e a perna manca. Tenho direito?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Tem. Dor na coluna, perna que manca e perda de força são sequela permanente. Mesmo voltando a andar, isso paga pensão e indenização.”}}, {“@type”:”Question”,”name”:”Quanto tempo tenho para entrar com a ação?”,”acceptedAnswer”:{“@type”:”Answer”,”text”:”Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, é possível cobrar os últimos 5 anos de direitos.”}} ] }