Atualizado em 10 de junho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Sofreu acidente com empilhadeira no trabalho? A culpa quase sempre é da empresa, e você tem direito a indenização. Quem foi atropelado, prensado ou ficou com sequela por causa de empilhadeira pode receber entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, além do que o INSS paga. Em muitos casos a empresa ainda precisa pagar uma pensão todo mês.
Na grande maioria das vezes, da empresa. A empilhadeira é uma máquina pesada e perigosa, e a lei exige que só dirija quem tem treinamento e autorização (a chamada NR-11) — além da NR-12, a norma federal de segurança de máquinas. Quando a empresa deixa qualquer um operar, não separa a área das pessoas que andam a pé, ou não faz a manutenção do equipamento, ela está falhando na segurança, e responde pelo acidente.
Os acidentes mais comuns com empilhadeira são:
Precisa, obrigatoriamente. Empilhadeira só pode ser dirigida por quem fez o curso e foi autorizado pela empresa. Se você ou o colega que causou o acidente não tinham esse treinamento, isso é falha grave da empresa. Foi exatamente o que aconteceu num caso real: a empilhadeira era operada por alguém sem preparo, com o supervisor sabendo, e a empresa foi condenada.
Segundo o Índice Ventura, casos com sequela costumam fechar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil. Quando sobra alguma limitação (mancar, perder força no pé, não conseguir mais ficar de pé o dia todo), entra também a pensão mensal vitalícia — e se a sequela te tirar da função de antes, vale ler o guia de perda do ofício. Pra entender a conta, veja como calcular a indenização passo a passo.
Num caso real, um trabalhador atropelado por um colega que dirigia empilhadeira sem preparo teve esmagamento e fratura no tornozelo, perdendo parte da capacidade de trabalho de forma definitiva. A empresa foi condenada a pagar dano moral e pensão mensal vitalícia. A decisão foi do Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (veja a notícia oficial do TRT-4).
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Pode. São dinheiros diferentes. O INSS paga porque você está afastado. A empresa paga porque deixou faltar segurança. Um não cancela o outro.
Mesmo assim a empresa responde. Quem coloca a pessoa pra trabalhar, treina e fiscaliza é a empresa. Se um colega sem preparo te atropelou, foi a empresa que permitiu aquele colega dirigir. A responsabilidade continua sendo dela.
Tem. Se a área não separava as pessoas a pé das máquinas, ou se o operador não tinha treinamento, a empresa responde pelo acidente.
Tombamento costuma indicar máquina mal conservada, sobrecarga ou falta de cinto. Tudo isso é responsabilidade da empresa. Você tem direito a indenização.
Pode receber. Quando fica uma limitação permanente, a empresa pode ser obrigada a pagar pensão mensal, às vezes por muitos anos.
Pode. Quem se acidenta tem estabilidade de 12 meses após voltar do afastamento. Demissão nesse prazo é irregular.
Quase nunca. A obrigação de organizar o espaço com segurança e separar pessoas de máquinas é da empresa. Essa desculpa costuma não se sustentar.
A Ventura Advogados é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos atendidos e R$ 41 milhões já recuperados para trabalhadores. Sabemos exatamente como provar a falha da empresa em acidentes com empilhadeira.
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Veja também: valores de indenização por estado e tudo sobre acidente de trabalho.
Atualizado em 10 de junho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Se machucou na metalúrgica? Você tem direito a indenização. Quem perde um dedo na prensa, esmaga a mão no torno ou fica com sequela trabalhando com máquina pode receber da empresa entre R$ 72 mil e R$ 155 mil, além do que o INSS já paga. O valor cresce quando a lesão é grave ou deixa você sem poder trabalhar como antes.
Dentro de uma metalúrgica você convive o dia inteiro com máquina pesada, peça cortante e metal em movimento. Prensa, torno, guilhotina, esmeril e dobradeira são equipamentos que, sem proteção, arrancam dedo e esmagam mão em segundos. A maioria desses acidentes acontece porque a máquina estava sem a proteção certa ou porque empurraram o trabalhador a produzir rápido demais.
Os acidentes mais comuns na metalúrgica são:
Existe uma regra de segurança chamada NR-12 que obriga toda máquina a ter proteção pra mão do trabalhador não chegar na parte que corta ou prensa. Toda prensa, por exemplo, tem que ter um sistema que para a máquina se a mão estiver na zona de perigo. Quando o acidente acontece numa máquina sem essa proteção, a culpa é da empresa, ponto. Isso é uma das provas mais fortes a seu favor.
| Situação citada neste guia | Valor |
|---|---|
| Acidente com sequela (faixa do Índice Ventura) | R$ 72 mil a R$ 155 mil |
| Caso real — mão amputada em máquina (Justiça de MG) | R$ 50 mil de dano moral + prótese + pensão mensal |
| Amputação com marca visível | Dano estético somado por fora |
Segundo o Índice Ventura, casos com sequela costumam fechar entre R$ 72 mil e R$ 155 mil. Quando há amputação, entra também o dano estético (um valor a mais pela perda do dedo ou da perda da mão) e a pensão mensal, que é um dinheiro todo mês porque você perdeu parte da sua capacidade de trabalho.
Um caso real mostra isso: um trabalhador que teve a mão amputada numa máquina de metalurgia conseguiu na Justiça R$ 50 mil de dano moral, prótese de mão e pensão mensal. A decisão foi do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (veja a notícia oficial do TRT-MG).
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Pode e é comum. Quando você perde parte da capacidade de trabalho (por exemplo, ficou sem um dedo importante pra sua função), a empresa pode ser obrigada a pagar uma pensão mensal, às vezes até você ficar mais velho. Isso é separado da indenização de uma vez só e do benefício do INSS.
Pode sim. São direitos diferentes. O INSS paga porque você está afastado. A empresa paga porque ela falhou na segurança e te deixou sem proteção na máquina. Receber um não tira o direito do outro.
Depende de qual dedo e do quanto isso atrapalha seu trabalho — confira a tabela de valores de indenização por dedo —, mas casos assim costumam ficar na faixa de R$ 72 mil a R$ 155 mil, somando dano moral, estético e pensão. O cálculo gratuito mostra o valor do seu caso.
Ajuda muito. Máquina sem a proteção exigida é falha clara da empresa e uma das provas mais fortes pra ganhar o processo.
Tem. Quem se acidenta no trabalho tem estabilidade de 12 meses após voltar do afastamento. Demissão nesse período é irregular.
Na maioria dos casos sim. O prazo é maior do que muita gente imagina. Vale consultar antes de desistir — leia o guia de acidente de trabalho antigo.
Essa é a desculpa mais comum das empresas. A obrigação de deixar a máquina segura é dela. Na maioria das vezes essa alegação não se sustenta.
A Ventura Advogados é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos atendidos e R$ 41 milhões já recuperados para trabalhadores. Atendemos muitos casos de acidente em metalúrgica e sabemos exatamente como usar a regra das máquinas a seu favor.
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Atualizado em 10 de junho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Sim. Quem corta o tendão ou um nervo da mão num acidente de trabalho tem direito a indenização, mesmo sem perder o dedo. Isso porque a mão pode ficar com menos força, sem sentir ou sem mexer direito — e isso atrapalha o trabalho do mesmo jeito. Casos assim costumam ficar na faixa de R$ 42 mil a R$ 82 mil, podendo passar disso quando a sequela é grande e perto do teto que costumamos trabalhar, de R$ 100 mil.
É, sim — quando acontece de repente, no serviço: a faca escorregou, a chapa cortou, o vidro estourou, a serra pegou. Esse é o que chamamos de acidente de verdade (um trauma, uma pancada, um corte na hora). É diferente de uma doença que vem devagar com o tempo.
Mesmo que o dedo continue no lugar, o estrago pode ser grande: tendão cortado significa que o dedo não dobra ou não estica direito; nervo cortado significa que a mão fica dormente ou sem força. Tudo isso conta na hora da indenização.
Não tem valor fixo. O que pesa é o quanto a mão ficou comprometida depois do conserto (cirurgia e fisioterapia). Pra ter uma ideia das faixas:
| Sequela na mão | Faixa de indenização que costumamos ver |
|---|---|
| Sequela leve a média (perda parcial de força ou movimento) | R$ 42 mil a R$ 82 mil |
| Sequela maior (perda importante de movimento ou de força) | R$ 72 mil a R$ 155 mil somando tudo |
Quando a sequela compromete a mão inteira — não só um tendão —, vale ler o nosso guia completo de perda de mão.
Num caso julgado pelo TRT da 4ª Região, um trabalhador que teve a mão lesionada por uma máquina foi indenizado pela empresa, mesmo nos casos em que parte da mão foi preservada (veja a notícia oficial do TRT-4).
Quer a estimativa do seu caso? Use a calculadora de indenização por acidente de trabalho. É grátis e leva 2 minutos.
Se o corte levou parte do dedo, veja a tabela completa de valores dedo por dedo. E pra entender o passo a passo da conta, veja como calcular a indenização por acidente de trabalho.
Junte tudo que puder:
Se a empresa se recusar a emitir a CAT, isso pesa contra ela. Veja mais no guia de acidente de trabalho e na página de valores por estado.
1. O dedo ficou no lugar. Mesmo assim tenho direito?
Tem. O que importa é a perda de função (força, sensibilidade, movimento), não só perder o dedo.
2. Fiz cirurgia e melhorou. Ainda recebo?
Pode receber. Mesmo melhorando, costuma ficar alguma sequela, e você passou pela dor, pela cirurgia e pelo tempo parado.
3. E se foi uma doença de esforço, não um corte?
Aí é outra situação. Este texto fala de corte de repente (acidente). Se for desgaste com o tempo, fale com a gente que avaliamos separado.
4. Recebo do INSS. Posso processar a empresa também?
Pode. O INSS é uma coisa; a indenização da empresa é outra. Uma não cancela a outra.
5. Quanto custa pra começar?
Em geral nada. O acerto é feito sobre o que você ganhar no final.
Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos e R$ 41 milhões+ recuperados para trabalhadores. Cortou o tendão ou o nervo da mão no trabalho? Descubra agora quanto seu caso pode valer.
Atualizado em 10 de junho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Perder o polegar no trabalho costuma dar uma indenização maior do que perder qualquer outro dedo. O motivo é simples: sem o polegar você quase não consegue segurar, apertar ou pegar nada. As tabelas usadas na Justiça contam o polegar como 20% a 25% da mão, enquanto um dedo comum vale por volta de 9%. Por isso os valores nesses casos costumam ficar entre R$ 42 mil e mais de R$ 80 mil, podendo chegar perto do teto que costumamos trabalhar, de R$ 100 mil.
Pense em qualquer coisa que você faz com a mão: pegar uma chave, abrir uma garrafa, segurar uma ferramenta, escovar os dentes. Quase tudo depende do polegar fazendo “pinça” com os outros dedos. Quando ele some ou para de funcionar, a mão inteira perde força e jeito — em casos assim, vale ler também o guia de indenização por perda de mão no trabalho.
É por isso que as tabelas de invalidez (as mesmas que as seguradoras usam, conhecidas como tabela SUSEP) dão um peso bem maior pro polegar — montamos uma tabela de valores de indenização por dedo completa:
Ou seja: na conta, perder o polegar pode valer mais que perder dois ou três outros dedos juntos.
| Situação citada neste guia | Valor / percentual |
|---|---|
| Polegar (peso na tabela usada pela perícia) | 20% a 25% da mão |
| Dedo indicador | cerca de 15% |
| Outros dedos (anular, médio, mínimo) | em torno de 9% cada |
| Perda de um dedo (faixa de casos reais) | R$ 42 mil a R$ 82 mil |
| Casos mais graves, somando tudo | R$ 72 mil a R$ 155 mil |
| Caso real — polegar decepado (Justiça de Campinas/SP) | R$ 60 mil só de moral + estético |
Não existe um valor fixo, mas dá pra ter uma noção pelas faixas que aparecem nos casos reais. A perda de um dedo costuma render algo entre R$ 42 mil e R$ 82 mil. Casos mais graves, com perda de movimento ou sequela maior, chegam à faixa de R$ 72 mil a R$ 155 mil somando tudo (dano moral, dano estético, pensão e despesas).
Como o polegar pesa mais na conta, ele tende a ficar na parte de cima dessas faixas. Num caso julgado pelo TRT da 15ª Região (Campinas), um operador de máquina que teve o polegar decepado recebeu R$ 60 mil só de danos moral e estético, fora os outros valores do processo (veja a notícia oficial do TRT-15).
Para ter uma estimativa do seu caso, veja como calcular a indenização passo a passo ou use a nossa calculadora de indenização por acidente de trabalho. É grátis e leva menos de 2 minutos.
Quando o polegar é perdido num acidente de trabalho, normalmente você pode somar mais de um tipo de indenização:
O valor final depende do quanto a mão ficou comprometida, de quem teve culpa no acidente e do tamanho da empresa.
Alguns pontos que pesam muito:
Quer entender melhor todos os seus direitos? Veja nosso guia completo sobre acidente de trabalho e a página de valores por estado.
1. Perdi só uma parte do polegar (a ponta). Tenho direito?
Sim. Mesmo a perda de parte do polegar gera indenização, porque já atrapalha o movimento de pinça. O valor é menor que na perda total, mas existe.
2. O acidente foi um pouco por culpa minha. Ainda recebo?
Na maioria das vezes sim. Se a empresa deixou de cumprir regras de segurança (máquina sem proteção, sem treinamento), ela responde mesmo que você tenha falhado em algo. A culpa dela continua.
3. Já recebo benefício do INSS. Posso processar a empresa também?
Pode. O dinheiro do INSS é uma coisa; a indenização que a empresa paga é outra. Uma não cancela a outra.
4. Quanto tempo tenho pra entrar com o processo?
Não deixe parado. Os prazos correm e quanto antes você procurar um advogado, melhor pra juntar provas (CAT, fotos, laudos).
5. Quanto custa pra começar?
Em geral, nesse tipo de caso você não paga nada pra começar. O acerto é feito sobre o que você ganhar no fim.
Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos cuidados e R$ 41 milhões+ recuperados para trabalhadores. Se você perdeu o polegar ou parte dele no trabalho, descubra agora quanto seu caso pode valer.
Atualizado em 10 de junho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Sim. Quem perde a perna num acidente de trabalho tem direito a uma indenização alta — e a uma pensão pro resto da vida. Num caso real nosso, o trabalhador recebeu mais de R$ 700 mil, mesmo o acidente sendo antigo, de quase 10 anos atrás. Perder uma perna tira parte da sua capacidade de trabalhar pra sempre, e a Justiça reconhece isso com indenização pela dor, pensão mensal e até o pagamento da prótese.
Se você ou alguém da sua família passou por isso, este texto explica de forma simples o que dá pra receber — e por que mesmo um acidente de muitos anos atrás ainda pode virar um processo ganho.
A perna é o que te mantém de pé e em movimento. Quando ela é amputada, você perde parte da sua capacidade de trabalhar — e isso não volta. Se a sequela te tirar de vez da profissão que você sempre fez, vale ler também o guia de perda do ofício. Por isso a indenização costuma ser uma das mais altas dentro dos acidentes de trabalho.
Em geral, um trabalhador que perde a perna no serviço tem direito a:
Para se ter uma ideia, lesões na perna na nossa experiência costumam ficar na faixa de R$ 72 mil a R$ 155 mil. Mas quando é amputação grande, com pensão vitalícia e prótese, o valor sobe muito — como o caso de mais de R$ 700 mil que contamos abaixo.
🏆 Caso real Ventura Advogados — vitória de mais de R$ 700 mil
O seu Everaldo era operador de trator. Em 2015, um galho furou o tornozelo dele no serviço. Ele tratou por 8 anos sem melhorar e, em 2023, teve o pé e parte da perna esquerda amputados.
O acidente tinha quase 10 anos. Muita gente diria que “já passou o prazo”. Mas nós derrotamos a prescrição: a pensão é um direito que se renova mês a mês (é um direito de sustento, como comida), e a conta do prazo vale a partir da hora em que a perda ficou definitiva — ou seja, da amputação, não do galho de 2015.
Resultado: sentença de mais de R$ 700 mil. Processo público, CNJ 0001421-09.2024.5.23.0005 (Justiça do Trabalho de Mato Grosso). É a prova de que acidente antigo não é caso perdido.
Esse é o medo mais comum — e o que mais faz gente boa perder dinheiro por achar que “já era”. Não é bem assim.
Como aconteceu com o seu Everaldo, quando o acidente vai piorando com o tempo e só termina em amputação anos depois, a contagem do prazo costuma valer a partir do momento em que a perda ficou definitiva, e não do dia do acidente lá atrás. Além disso, a pensão é um direito que se renova todo mês.
Por isso a regra de ouro é simples: não desista sem antes mostrar o seu caso pra quem entende. O que parece perdido pode estar dentro do prazo. Veja mais detalhes na nossa página sobre acidente de trabalho antigo.
Na maioria das amputações com máquina ou equipamento (trator, esteira, prensa, serra), a empresa tem responsabilidade. Existem regras de segurança obrigatórias — a norma federal de segurança de máquinas, a NR-12, exige proteção, sensores e parada de emergência, e o trabalhador precisa ser treinado.
Quando o trator, a colheitadeira ou a máquina não tinha a proteção certa, ou quando faltou treinamento e EPI, a empresa responde pelo acidente. No caso do seu Everaldo, foi exatamente isso: trabalho com máquina sem a segurança que a lei exige.
Guarde tudo o que puder: a CAT (comunicação do acidente), fotos do local e da máquina, laudos médicos, nomes de colegas que viram o que aconteceu. Isso fortalece muito o seu processo.
Em todas essas situações existe uma regra de segurança que a empresa tinha que cumprir — proteção na máquina, sinalização, treinamento. Quando ela não cumpre, a culpa é dela.
| Situação citada neste guia | Valor |
|---|---|
| Lesão na perna (faixa da nossa experiência) | R$ 72 mil a R$ 155 mil |
| Amputação de pé e parte da perna — caso real do seu Everaldo (Justiça do Trabalho de MT) | Mais de R$ 700 mil |
Cada caso é único — o valor depende da sua idade, do seu salário, do tamanho da perda e da culpa da empresa. Entenda como calcular a indenização passo a passo — e dá pra ter uma ideia em poucos minutos.
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Você também pode ver os valores por estado e entender melhor todos os seus direitos no acidente de trabalho.
Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho: mais de 3.000 casos e mais de R$ 41 milhões recuperados pros nossos clientes.
Sim. Quem tem a perna amputada num acidente de trabalho tem direito a indenização pela dor, pensão mensal (muitas vezes pra sempre) e ao pagamento da prótese. É uma das indenizações mais altas dentro dos acidentes.
Pode dar, sim. Quando o acidente vai piorando e só termina em amputação anos depois, a contagem do prazo costuma valer a partir da hora da amputação, não do dia do acidente original. Num caso nosso, ganhamos mais de R$ 700 mil mesmo com o acidente tendo quase 10 anos. Não desista antes de mostrar o caso pra quem entende.
Normalmente os dois. Tem a indenização pela dor e pelo sofrimento, paga de uma vez, e a pensão mensal, porque a sua capacidade de trabalhar diminuiu. Em muitos casos a pensão é pro resto da vida.
Sim, quando a empresa teve responsabilidade no acidente. Além da indenização e da pensão, ela pode ser obrigada a pagar a prótese e os tratamentos que você vai precisar.
Tem, e muito. Perda de pé — mesmo parcial — é sequela permanente grave, com dano estético e moral. O valor costuma ser alto mesmo quando a amputação é parcial.
Não. A empresa é obrigada a fiscalizar e a impedir que se trabalhe de forma insegura. Se você pulou pra dar conta da produção que cobram de você, a culpa continua sendo dela.
Em muitos casos, sim. Perda de perna ou pé reduz muito a capacidade de trabalho e pode dar direito à aposentadoria por invalidez no INSS — além da pensão paga pela empresa, que se soma.
Não. Você só paga se ganhar. A primeira conversa é de graça.
Atualizado em 10 de junho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Sim, quem teve o dedo decepado ou cortado na serra circular dentro do trabalho tem direito a indenização — e não é pouco. Em casos reais nossos, com a perda da profissão, a Justiça chegou a condenar a empresa em R$ 587 mil. Na maioria das situações o valor fica entre algumas dezenas de milhares de reais e mais de cem mil, dependendo do dedo, da sequela e da falha da máquina.
Aqui você vai entender, em palavras simples, por que a empresa quase sempre é obrigada a pagar quando a serra te machuca, quanto vale o seu caso e como provar tudo. Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho, com mais de 3.000 casos e R$ 41 milhões já recuperados pros nossos clientes.
Na grande maioria das vezes, sim. A serra circular é uma das máquinas que mais machucam mão e dedo no Brasil. E a lei é clara: a empresa é obrigada a entregar a máquina com proteção e com trava de segurança funcionando. Quando a serra está sem proteção, com a trava quebrada ou sem treinamento, e o acidente acontece, a culpa é da empresa — e ela tem que indenizar.
Essa indenização da empresa é diferente do que o INSS paga. Você pode receber o benefício do INSS e ainda cobrar a empresa pela dor, pelo dedo perdido e pelo prejuízo no seu trabalho. Um não tira o outro.
O Deivid era carpinteiro. Estava desdobrando madeirite numa serra circular quando a trava de proteção falhou e a serra cortou a mão direita dele. Resultado: ficou com o dedo indicador torto pra sempre (sequela permanente, CID S61.0).
Ele pediu R$ 386 mil na Justiça. Mas a perícia reconheceu uma coisa importante: carpinteiro sem o dedo funcionando não consegue mais exercer a profissão. Isso se chama perda do ofício. Por causa disso, a Justiça condenou a empresa em R$ 587 mil — 52% a mais do que ele tinha pedido.
É processo público, qualquer um pode conferir: CNJ 0000634-56.2024.5.12.0014 (Santa Catarina). Esse é o tipo de resultado que a gente busca pra cada cliente: não só o dedo, mas a profissão que você perdeu.
Não existe um valor único — depende do dedo, da gravidade e da falha da empresa. Mas dá pra ter uma noção pelas tabelas de seguro:
| Situação | Referência |
|---|---|
| Dedo comum (tabela usada pela perícia e pelos seguros) | cerca de 9% de incapacidade |
| Dedo indicador | em torno de 15% |
| Faixa comum por dedo nesse tipo de cálculo | R$ 42 mil a R$ 82 mil |
| Caso real do Deivid (indicador torto + perda do ofício, Santa Catarina) | R$ 587 mil — processo público |
Mas atenção: isso é só uma parte. Quando entra a dor que você passou, a sequela permanente e principalmente a perda da profissão, o valor sobe muito — foi assim que o caso do Deivid chegou a R$ 587 mil. Calcule grátis quanto vale o seu caso aqui 👇
Quer comparar dedo por dedo? Veja a tabela completa de valores dedo por dedo e o nosso guia nacional de quanto é a indenização por perda de um dedo. Pra entender o passo a passo da conta, veja como calcular a indenização por acidente de trabalho.
Muda, e muito. Existe uma norma de segurança chamada NR-12 que obriga toda serra circular a ter:
Se faltou qualquer uma dessas coisas — e na hora do acidente quase sempre faltou —, isso é prova forte de que a empresa errou. A NR-12 vira a sua principal arma: mostra que o acidente não foi culpa sua, foi descuido da empresa com a máquina.
Guarde tudo que conseguir: foto do dedo e da máquina, nome de quem viu o acidente, o papel do acidente (a CAT), exames e receitas. Quanto mais cedo você procurar ajuda, mais fácil é provar — testemunha esquece e documento some.
Veja também os valores de indenização no seu estado e entenda melhor como funciona o acidente de trabalho. Depois, é só calcular o seu caso — leva 2 minutos.
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Sim. Acidente com serra circular dentro do serviço dá direito a indenização da empresa, fora o que o INSS paga. O valor depende do dedo perdido e da sequela. Em casos nossos, com perda do ofício, chegou a R$ 587 mil.
Pelas tabelas de seguro, um dedo gira em torno de R$ 42 mil a R$ 82 mil, e o indicador pesa mais (cerca de 15% da mão). Mas na Justiça o valor pode ser bem maior quando você perde a profissão ou fica com o dedo torto pra sempre.
Ajuda muito. A norma de segurança (NR-12) obriga a serra circular a ter proteção e trava. Se a máquina estava sem proteção, ou a trava falhou, a culpa é da empresa — e isso aumenta a sua indenização.
Pode. Mesmo sem carteira assinada, se você provar que trabalhava pra empresa (testemunha, pix, conversa de WhatsApp, foto no serviço), dá pra reconhecer o vínculo e cobrar a indenização do acidente.
Não. Você só paga se ganhar. A primeira conversa é de graça e a gente já te diz se o caso vale a pena.
No Sul, o setor moveleiro e o metalúrgico puxam esse tipo de acidente — se o seu foi no Rio Grande do Sul, veja os valores de indenização no Rio Grande do Sul.
Atualizado em 10 de junho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Sim. Quem perde 2 ou 3 dedos no trabalho tem direito a indenização — e o valor não é pequeno. Em um caso real nosso, um eletricista que perdeu 3 dedos da mão recebeu R$146 mil na 1ª instância, e ainda estamos recorrendo pra aumentar. Quanto mais dedos você perde, maior fica a conta, porque a mão perde mais força e função. Aqui você vai entender, em palavras simples, quanto pode receber, por que a empresa quase sempre tem culpa quando uma máquina arranca os dedos, e o que fazer agora.
Fonte: Índice Ventura — levantamento próprio da Ventura Advogados Associados, construído a partir de mais de 3.000 casos de acidente de trabalho acompanhados em todo o Brasil, com R$ 41 milhões recuperados para trabalhadores. Dados atualizados em julho de 2026. Consulte os valores médios do seu estado em venturaadvogados.com/valores-por-estado.
Nós da Ventura Advogados somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho: mais de 3.000 casos e R$41 milhões recuperados pros nossos clientes. Acidente de mão e de dedo é o que a gente mais vê — operário trabalha com a mão, e é a mão que se machuca.
O Edvaldo é técnico eletricista. Ele estava instalando um exaustor quando a hélice arrancou 3 dedos da mão esquerda — o segundo, o terceiro e o quarto dedo — e ainda quebrou o osso da perna (a fíbula). Foi um acidente grave, do tipo que muda a vida.
A gente entrou na Justiça por ele e ganhou: R$146 mil em 1ª instância. E não paramos aí — estamos recorrendo pra aumentar esse valor, porque entendemos que a perda de 3 dedos vale ainda mais. O processo é público: número 0001856-18.2024.5.06.0211 (Tribunal do Trabalho de Pernambuco).
O caso do Edvaldo mostra duas coisas importantes. A primeira: eletricista não se acidenta só com choque — máquina também pega a mão. A segunda: uma hélice exposta, sem proteção, é falha da empresa. Máquina que arranca dedo quase sempre estava sem a proteção que a lei manda ter.
Existe uma tabela usada pelos seguros no Brasil (a da SUSEP) que dá uma ideia de quanto cada dedo “pesa” quando some. Não é a conta final da Justiça, mas ajuda a entender por que perder mais de um dedo aumenta muito a indenização:
| Dedo perdido | Peso na incapacidade (tabela usada pela perícia) |
|---|---|
| Polegar (o dedão) | 20% a 25% |
| Indicador | 15% |
| Cada um dos outros dedos | cerca de 9% |
| 2 ou mais dedos juntos | 25% a 30% |
Na prática, quando você perde 2 ou 3 dedos juntos, esses pesos somam — e a mão inteira perde muito mais função do que a soma simples sugere, porque os dedos trabalham em conjunto. Em valores de Justiça do Trabalho, é comum ver indenizações na faixa de R$42 mil a R$82 mil por dedo, dependendo do dedo, da idade da pessoa, do tipo de trabalho e da gravidade. Some isso por 2 ou 3 dedos e você entende como o caso do Edvaldo chegou em R$146 mil — e por que ainda pode subir.
Quer comparar os números um a um? Veja o valor de cada dedo da mão na tabela completa e o nosso guia nacional de quanto é a indenização por perda de um dedo. E se a sua mão perdeu boa parte da função, vale ler também o guia completo de perda de mão.
Existe uma regra de segurança chamada NR-12. Em palavras simples, ela obriga toda máquina perigosa a ter proteção: uma grade, uma capa, um sensor que para a máquina quando a mão chega perto. Hélice de exaustor, prensa, serra, esmeril, engrenagem — tudo isso tem que ter barreira.
Quando o dedo é arrancado, na imensa maioria das vezes é porque essa proteção não existia ou tinham tirado. E aí a culpa é da empresa, não sua. Não importa se “você que colocou a mão” — a lei diz que a máquina tinha que estar protegida pra impedir exatamente isso. Máquina sem proteção = responsabilidade da empresa = indenização.
Duas coisas que assustam muita gente, mas que jogam a seu favor:
Pra entender como cada uma dessas partes entra na conta final, veja como calcular a indenização por acidente de trabalho.
Depende de quais dedos e de como ficou a mão. Em caso real nosso, um eletricista que perdeu 3 dedos recebeu R$146 mil na 1ª instância — e estamos recorrendo pra aumentar. Cada dedo soma na conta da incapacidade, então quanto mais dedos, maior a indenização.
Na maioria das vezes, não. Se você se afastou pelo INSS por causa do acidente e voltou, tem 1 ano de emprego garantido. Demissão nesse período costuma ser ilegal — dá pra pedir a volta ao emprego ou a indenização.
Muda muito. Máquina sem proteção (sem aquela grade ou capa que impede a mão de chegar na parte que corta) é falha da empresa. A regra de segurança chamada NR-12 obriga a proteção. Sem ela, a culpa é da empresa e a indenização tende a ser maior.
Pode. O que o INSS paga é uma coisa; a indenização da empresa é outra. Receber um não tira o direito do outro. São contas separadas.
Em regra, até 2 anos depois que você sai da empresa, podendo cobrar os últimos 5 anos. Mas não deixe pra última hora: testemunha esquece e documento some.
Atualizado em 10 de junho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Sim. Mesmo perdendo só a ponta do dedo no trabalho você tem direito a indenização — em caso real nosso, a trabalhadora recebeu R$ 140 mil por uma falange (a pontinha do dedo). Perder um pedaço pequeno não significa indenização pequena: depende de como o acidente aconteceu, da culpa da empresa e do tamanho da sequela na sua mão.
Fonte: Índice Ventura — levantamento próprio da Ventura Advogados Associados, construído a partir de mais de 3.000 casos de acidente de trabalho acompanhados em todo o Brasil, com R$ 41 milhões recuperados para trabalhadores. Dados atualizados em julho de 2026. Consulte os valores médios do seu estado em venturaadvogados.com/valores-por-estado.
A gente é ULTRAESPECIALISTA em acidente de trabalho: mais de 3.000 casos cuidados e mais de R$ 41 milhões já recuperados pra trabalhadores como você. E muita gente chega achando que “perdi só a ponta, não vale nada”. Vale, e muito.
Quando você se machuca na mão dentro do trabalho, três coisas entram na conta:
Por isso uma “pontinha” de dedo pode valer dezenas de milhares de reais. Não é o tamanho do pedaço — é o tamanho do prejuízo na sua vida e da falha da empresa.
Quer entender essa conta por dentro, passo a passo? Veja nosso guia de como calcular a indenização por acidente de trabalho.
Patrícia era operadora de máquina (coladeira) numa indústria de móveis. O disco da coladeira pegou a mão dela e amputou a falange — a ponta — do dedo médio da mão esquerda. Uma máquina sem a proteção certa na área de risco.
Resultado: ela recebeu R$ 140 mil de indenização (já pago).
Processo público nº 0000605-42.2024.5.09.0126 (Tribunal do Trabalho do Paraná). Qualquer um pode consultar.
Repara em dois pontos importantes do caso da Patrícia:
Existe uma tabela usada pelas seguradoras no Brasil (da SUSEP, o órgão que fiscaliza seguros) que dá uma ideia do peso de cada parte da mão. Por essa tabela, perder um dedo inteiro chega perto de 9% de invalidez. A falange (a ponta) tem um percentual menor que o dedo inteiro — mas ainda assim indeniza, e bem.
| Situação | Referência de valor |
|---|---|
| Ponta do dedo (falange) | % de incapacidade menor que o dedo inteiro — mas indeniza, e bem |
| Dedo inteiro (tabela oficial usada pela perícia) | cerca de 9% de incapacidade |
| Faixa comum por dedo na prática dos nossos casos | R$ 42 mil a R$ 82 mil |
| Caso real da Patrícia (falange, máquina sem proteção) | R$ 140 mil — processo público no Paraná |
Na prática dos nossos casos, a faixa de indenização por dedo costuma ficar entre R$ 42 mil e R$ 82 mil — e pode subir bastante, como aconteceu com a Patrícia, quando a culpa da empresa é clara e a sequela é grande.
Perdeu o dedo inteiro, não só a ponta? Então leia o nosso guia nacional de quanto é a indenização por perda de um dedo e veja a tabela completa de valores dedo por dedo.
Quer ver o que costuma rolar no seu estado? Dá uma olhada nos valores por estado e entenda como a sua região costuma decidir esses casos.
A maioria dos acidentes de mão acontece em máquina sem proteção. Existe uma regra de segurança no Brasil (a NR-12) que obriga a empresa a colocar proteção na área de risco da máquina — grade, sensor, dispositivo que para o equipamento antes da sua mão chegar perto da parte cortante.
No caso da coladeira da Patrícia, o disco que amputou o dedo dela estava acessível. Quando a empresa não cumpre essa segurança e você se machuca, a responsabilidade dela fica muito mais forte — e a sua indenização também.
Se a máquina que te pegou não tinha proteção, não tinha botão de emergência, ou você nem foi treinado pra operar, guarde isso. É a peça-chave do seu caso.
Perdi SÓ a pontinha do dedo, vale a pena correr atrás?
Vale muito. O caso da Patrícia foi exatamente isso: a ponta de um dedo, e R$ 140 mil de indenização. O que decide o valor não é o tamanho do pedaço, é a falha da empresa e a marca que ficou na sua mão. Não desista achando que é pouco.
E se a empresa não teve culpa nenhuma?
Em acidente com máquina, na maioria das vezes existe falha de segurança — falta de proteção, falta de treinamento, manutenção ruim. Cabe à empresa provar que fez tudo certo. Por isso vale a pena um especialista olhar seu caso antes de você concluir que “não tem nada a fazer”.
Já recebi o INSS, ainda tenho direito a essa indenização?
Tem. O dinheiro do INSS é uma coisa; a indenização que a empresa paga é outra, separada. Receber um não tira o direito do outro.
Quanto tempo eu tenho pra correr atrás?
Tem prazo, e ele corre. Quanto antes um especialista olhar seu caso, melhor — não deixe pra depois achando que dá tempo sempre.
Quanto custa pra começar?
A primeira conversa pra entender seu caso é sem compromisso. Você descobre se tem direito e quanto pode valer antes de decidir qualquer coisa.
Não fique na dúvida achando que perder a ponta do dedo “não dá nada”. A Patrícia achava isso também — e recebeu R$ 140 mil. Faça o cálculo gratuito e veja uma estimativa do seu caso em 2 minutos.
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Quer entender melhor seus direitos antes? Veja nossa página completa sobre acidente de trabalho.
Atualizado em 10 de junho de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Sim. Se a máquina não tinha proteção e você perdeu um dedo no trabalho, a culpa é da empresa — e você tem direito a indenização. Os valores costumam ficar entre R$ 42 mil e R$ 82 mil por dedo, mais afastamento pago pelo INSS e estabilidade de 1 ano no emprego. Veja o que fazer agora, passo a passo:
Toda máquina perigosa é obrigada a ter proteção: grade, sensor, botão de duas mãos, dispositivo que trava antes de pegar seu dedo. Quando a empresa tira ou não coloca essa proteção e você se machuca, ela é a culpada. Não é azar. Não é “descuido seu”. É falha da empresa — e a Justiça entende assim.
Na quase totalidade dos casos, sim. Existe uma regra de segurança chamada NR-12. Ela manda que toda máquina com risco tenha proteção para o trabalhador não alcançar a parte que corta, prensa ou esmaga.
Quando a máquina está sem essa proteção e acontece o acidente, a empresa descumpriu a lei. Aí ela tem que pagar você. Mesmo que ninguém tenha “mandado” você colocar a mão lá — se a proteção existisse, o dedo não teria sido cortado.
Olhe a máquina onde você se machucou e veja se faltava alguma destas coisas. Cada item que faltava é uma prova a seu favor:
Faltou um desses? A empresa errou. E o erro dela vira o seu direito.
O valor muda conforme o dedo, o tamanho do que você perdeu e o estado onde mora. Para você ter uma ideia, veja o peso de cada dedo (referência usada por seguradoras):
| Lesão | Peso na perícia (% de incapacidade) |
|---|---|
| Dedo comum (anelar, mínimo) | 9% |
| Dedo indicador | 15% |
| Polegar | 20% a 25% |
| 2 ou mais dedos | 25% a 30% |
Na prática, a indenização por um dedo costuma ficar entre R$ 42 mil e R$ 82 mil, dependendo do estado. Em casos mais graves — quando você não consegue mais fazer o seu trabalho de antes — o valor total pode chegar perto de R$ 100 mil, somando dano moral, dano estético e pensão.
Quer ver o valor dedo a dedo, sem mistério? Montamos uma tabela completa de valores dedo por dedo. E se o acidente pegou a mão inteira, não só o dedo, veja o guia completo de perda de mão no trabalho.
👉 Veja a tabela de valores por estado (Índice Ventura) para entender quanto seu caso vale na sua região.
Temos também um guia nacional explicando quanto é a indenização por perda de um dedo, com tudo o que entra na conta.
Um trabalhador estava limpando uma máquina ligada quando um pano enroscou na engrenagem e arrancou o dedo indicador da mão direita. A perícia descobriu que as engrenagens estavam sem grade de proteção — exatamente o que a NR-12 obriga a ter.
A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Sul condenou a empresa a pagar R$ 25,5 mil de indenização mais uma pensão todo mês para o resto da vida. O tribunal entendeu que expor o trabalhador a esse risco era culpa da empresa.
(Caso julgado e divulgado pelo próprio Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região — notícia oficial: trt4.jus.br.)
Acontece muito: depois do acidente, a empresa “corre” para botar a proteção e dizer que sempre teve. Não se preocupe. Tem outras provas que pegam a empresa:
Por isso é importante agir rápido e com um escritório que entende de acidente com máquina.
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Se quiser entender a conta antes, veja como calcular a indenização por acidente de trabalho passo a passo.
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Sim. Se a máquina tivesse a proteção certa, o seu “descuido” não teria arrancado o dedo — a proteção existe justamente para isso. A falta dela é responsabilidade da empresa, mesmo que você tenha errado na operação.
Não. Depois de um acidente de trabalho você tem estabilidade de 1 ano — a empresa não pode te demitir sem justa causa nesse período. E processar é um direito seu: demitir por causa disso é ilegal e dá direito a mais indenização.
Na maioria dos casos sim. Muita gente acha que “passou o prazo” e não passou. O melhor é mandar analisar seu caso de graça antes de desistir — quem te disse que prescreveu pode estar errado.
Cuidado. Quase sempre esse valor é muito menor do que você tem direito. Antes de assinar qualquer coisa, mande analisar o caso. Depois de assinar, fica bem mais difícil cobrar o que falta.
Você não precisa provar isso sozinho. Um advogado pede a perícia e levanta os documentos da máquina. Se faltava grade, sensor ou botão de segurança, isso aparece — e vira prova a seu favor.
Somos ULTRAESPECIALISTAS em acidente de trabalho. Já são mais de 3.000 casos e R$ 41 milhões recuperados para trabalhadores que se machucaram em máquina. A gente sabe exatamente como provar que a máquina estava sem proteção e fazer a empresa pagar.
Veja também: tudo sobre acidente de trabalho e os valores por estado.
Esse tipo de acidente é rotina no polo moveleiro do Paraná — quem se machucou por lá pode conferir quanto vale a indenização no Paraná e como o TRT-9 tem decidido.
Atualizado em 9 de agosto de 2026 — por Dr. Welliton Ventura
Sim. Quem fratura costela no trabalho tem direito a indenização — casos do escritório passaram de R$ 30 mil (uma costela) a mais de R$ 65 mil, além de afastamento e estabilidade. Veja como funciona:
Você estava carregando peso. Saco, caixa, móvel, máquina, cilindro de gás, garrafão. Sentiu o estouro no peito. Doeu fundo. Foi pro pronto-socorro e a radiografia mostrou: fratura de costela. Agora você está em casa, deitado de lado, sem conseguir tossir sem chorar de dor.
A empresa disse que “passa em 30 dias”. Talvez nem tenha feito CAT. Talvez tenha falado em “atestado normal”. Talvez tenha pedido pra você voltar antes da hora.
Costela quebrada carregando peso É acidente de trabalho. Você tem direito a indenização, estabilidade no emprego e auxílio acidentário.
Carregar peso acima do limite, sem ajuda, sem equipamento adequado, sem treinamento de levantamento — é situação clássica de acidente de trabalho. A empresa é obrigada a:
Se faltou qualquer um — e quase sempre falta — a culpa é da empresa.
Não é caso raro: o INSS concedeu 2,6 milhões de novos afastamentos por acidente entre 2012 e 2023, segundo o Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (SmartLab/MPT-OIT), que também traz os números por setor e por estado.
As regras do benefício acidentário estão na página oficial do INSS sobre o auxílio por incapacidade temporária.
“Você só paga se ganhar — antes disso não sai nada do seu bolso.” — Dr. Welliton Ventura, advogado ultraespecialista em acidente de trabalho (OAB/PA 18.667-B)
É assim que a Ventura Advogados trabalha: honorário só no êxito.
O valor depende da quantidade de costelas, do tempo de afastamento, da sequela, do seu salário e do estado. Entenda como calcular a indenização passo a passo e calcule antes de aceitar qualquer oferta.
O valor varia por região. Veja a tabela de indenização por acidente de trabalho por estado em 2026.
Vale. Mesmo 1 costela quebrada gera afastamento, dor intensa, dano moral. Casos do escritório com 1 costela passaram de R$ 30 mil.
A empresa é obrigada a controlar e a ter ajudante disponível. Se você “pegou sozinho”, foi porque era do seu trabalho e não tinha quem ajudasse. A culpa continua sendo da empresa.
Tem. Alta do INSS não é cura completa. Se sobrou dor crônica, perda de força, problema respiratório, dá pra processar e pedir nova perícia na Justiça.
Pode. Dá pra entrar com pedido pra mudar B31 pra B91 (acidentário) na Justiça. Isso garante FGTS no afastamento e estabilidade de 12 meses.
Até 2 anos depois de sair da empresa. Dentro desses 2 anos, dá pra cobrar os últimos 5 anos. Se o acidente já tem tempo, veja o guia de acidente de trabalho antigo.
Somos ultraespecialistas em acidente de trabalho. Já atendemos mais de 3.000 trabalhadores e recuperamos mais de R$ 41 milhões em indenizações. Atuamos em todos os estados de forma 100% online.